Já que ser gay está “na moda”…


Saudações!
Cabe uma pausa nas postagens nerd pra discursar a respeito de acontecimentos recentes.

Visto que Serguei ser gay está na moda, e mais ainda perseguir quem se opõe à pretensa cultura de pluralização das opções sexuais, é bom ficar atento ao assunto.

Hoje foi à votação a discussão acerca da equiparação jurídica das uniões homossexuais, ou seja, entre homens que se declaram gays, e mulheres que se declaram lésbicas.

O ministro Ayres Britto discurssou durante duas horas (segundo o G1) à favor do reconhecimento. Entre suas alegações, ele diz que “a família é a base da sociedade, não o casamento”.
Ora, min Ayres Britto, se o casamento não é a base da sociedade, então pra quê essa discussão toda? Pra quê mexer na CF? Por que “eles”, os gays, fazem tanta questão de reinventar a sociedade e os conceitos morais? Por que “eles” não se juntam todos num punhado de hectares e fundam sua própria nação, já que a Constituição Federal e a moral que rege a sociedade humana não lhes é bastante?
O ministro ainda mostra não só alternativas à tradição do casamento comum e normal, como revela a real intenção desses revolucionários: DESCONSTRUIR a sociedade de bem, e PERVERTER os valores sobre os quais ergueram-se casas e nações.
Não se engane. O clamor lá fora, composto de vozes estranhamente afinadas e estranhamente engrossadas não quer igualdade, justiça. Quer sim transgressão e desordem. Alegam que com a união homossexual, poderão requerer pensão de seus pares.  Teremos aí, mais 60 mil argumentos para incentivar a sociedade a divorciar-se, a promiscuidar-se, a desreipeitar-se sexualmente. E isso, pra “eles”, deve ser mui divertido, colorido
Até porque, divórcio é um belo pomar para os advogados de vara cível. Alimentar-se-ão de muito mais “frutas” (e ainda poderão colhê-las com as “varas”, em alguns casos…).
Seria cômico se não fosse trágico que quando procuramos defender a normalidade e a decência, estamos brigando por um “conceito ultrapassado”, mas quando “eles” alegam, coloridamente, que o amor do outro sexo (notem que não pode existir a expressão “DE UM OUTRO sexo”) não satisfaz, não é o bastante, eles merecem ser levados à sério.

Pense no seguinte: uma criança, um indivíduo em formação, se for criado à base de surras, de maus tratos, se comportará de maneira violenta no convívio com outras crianças. (Ah, como eu quero ver alguém inventar bobagens sobre o que acabei de escrever….).
Se uma criança é criada sob uma exacerbada proteção na sua casa, for-lhe incutido medo da rua, das pessoas, ela crescerá com tendência a se isolar, a pensar que as ruas são perigosas demais para uma caminhada ao pôr-do-sol.
Da mesma forma, uma criança que crescer num lar onde reina um único gênero humano, será parcialmente afetado. Terá sua percepção da verdade do mundo parcialmente obscurecida. Além de ser alimentada por uma pedante mania de perseguição.

Nisso alega-se que filhos de mãe ou pai solteiros podem crescer mentalmente saudáveis também. Justo. Concordo. Mas embora aquele pai ou mãe FAÇA AS VEZES de AMBAS AS FIGURAS, jamais deverá ou precisará COMPORTAR-SE como uma só delas.
Muito pelo contrário: de maneira análoga (sem piada sexual) ao cego, que tem a audição aguçada pela falta da visão, mas sem por isso enxergar com as orelhas, o pai ou a mãe solteira normal, justo, suplantará a figura faltante adaptando conceitos e posicionamentos sem jamais precisar que ele ponha saias ou dê de mamar, e ela use bigode ou urine de pé.
É natural que a família, que é o cerne da formação de cidadãos de bem (e não adianta colocar a mão na cintura e chiar pelo contrário) seja preservada com sua configuração natural.

Antes que peguem em pás para desenterrar supostos cadáveres homossexuais (que, vejam só: são HOMENS E MULHERES) exterminados cruelmente, desrepeitosamente, desumanamente por qualquer motivo que tenha sido, observem que a lei não endossa nenhum ato criminoso contra seres humanos (gostem ele de uma “fruta ou de outra ou de todas elas”). É sempre bom lembrar que os mesmos crimes que podem castigam a mim, que sou um normal e ordinário homem, heterossexual por sadia natureza, podem castigar a “eles”. Portanto, a igualdade inerente àquelas cláusulas todas que, não injustamente citam HOMEM E MULHER apenas – pois não há outro gênero para se considerar, deste lado do fenômeno do intelecto que nos separa das 450 espécies de animais (e acho que das outras também) de que se voltou a falar – já contemplam “eles”, que mesmo assim não se dão (com o perdão de qualquer piada sexual não-intencional) por satisfeitos.

Então, o ministro continua: “O sexo das pessoas, salvo expressa disposição constitucional em contrário, não se expressa como fator de desigualação jurídica”. Aí os gays pegam essa frase, escrevem numa faixa com canetinha colorida e abanam ela como se homossexual fosse um terceiro sexo. Lamentável.

Os “eles” chegaram à cretinice de inventar o termo “heteroafetivo”, como se heterossexuais, pessoas normais, ordinárias, HOMEM E MULHER tivessem sido criadas (ou evoluído das bactérias, lol) juntas. De novo: como se gay fosse um terceiro, quarto, quinto sexo…

Mas na sociedade moderna, tudo vale, não é? O importante é “ser feliz”. A propósito, a felicidade do assassino é tirar a vida da vítima, e a felicidade do ladrão é engordar o bolso com o dinheiro alheio.
Se essa sandice for aprovada, daqui uns anos a brilhante ciência reconhecerá a intelectualidade dos golfinhos a ponto de requerer igualdade de justiça p/eles também. E ainda vai ter “gente boa” fundando uma “Igreja Subaquática do Amor Divino” pra casar os espertos cetáceos…

Humanos foram criados HOMEM E MULHER. Alguns deles resolveram que é engraçado, polêmico, sei lá, ser “diferente”. “Eles” criaram pra si, uma “segunda classe” (segundo procurador-geral da República). E agora querem “igualdade”. É pra rir, não? Quem dera…

Opa! Perto de fechar este post, capturei uma nova “pérola” (com as aspas dignas daquelas do ENEM) do min. Britto:
“O órgão sexual é um plus, um bônus, um regalo da natureza. Não é um ônus, um peso, em estorvo, menos ainda uma reprimenda dos deuses”.
Com isso, o intelecto muito em breve passará a ser um curioso acaso e com isso, teremos liberdade para lutar pelos direitos dos elefantes e dos macacos também. E como “plus”, o fervor à causa, se os animaizinhos (posso dizer “bichos e bichas”?) forem alguns daqueles 450 lá…

Não percam, num futuro possivelmente breve, a votação à favor da união entre pedófilos e crianças emancipadas, entre outras…

Finalizo com a minha bandeira (que é preta e branca, como se pode ver):
NÃO à “homofobia” (assim mesmo, com as aspas), porque eu não tenho nem MEDO nem AVERSÃO aos ditos gays. A desaprovação é quanto à conduta.

17 pensamentos sobre “Já que ser gay está “na moda”…

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  2. Salutationis!

    Seus raciocínios estão bem exatos.

    Cabe comentar também que a ideologia de gênero é baseada em uma falácia: a de que tanto a consciência de ser homem ou mulher, quanto seu papéis na sociedade seriam uma mera convenção imposta pela sociedade. Na verdade, estas coisas precedem a convenção social. De fato, as características físicas e psicológicas do homem e da mulher impuseram a divisão de tarefas de modo que eles pudessem sobreviver, ainda na época das cavernas (ou tribal) e as convenções foram sendo criadas para ajudar a exercer esta divisão natural de tarefas. É como uma pessoa que primeiro conhece o trabalho que tem que fazer, e depois arranja as ferramentas que o ajudarão a fazer o trabalho.

    A convenção social é a ferramenta, e não a natureza da distinção homem-mulher, pois essa natureza está firmemente baseada nas disposições físiológicas e psicológicas dos dois sexos.

    Pax et Salutis

    • Tenho tratado recentemente de apontar um aspecto adicional nesta discussão: enquanto a conduta homossexual for considerada uma “alternativa válida”, enquanto os que se dizem contra o homossexualismo continuarem sendo permissivos, parcialmente contra, a oposição proclamada terá pouca eficiência no combate à desordem que se tenta instaurar hoje.
      Enquanto homens disserem e considerarem que o contato sexual entre dois homens é repulsivo, mas o contato sexual entre duas mulheres é excitante, prazeiroso e bonito de se ver, qualquer reclamação de desrespeito se torna nula.
      Enquanto a conduta gay não for afirmada como o desvio do natural que de fato é, firmemente expondo e embasando os argumentos a respeito, qualquer oposição se torna descartável.
      Precisamos ser honestos em nossa opinião sobre o assunto.
      Foi do que tentei conscientizar meus convivas do escritório ontem.

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  4. Cara eu concordo com você sobre essa modinha gay ser uma coisa ridículo, ser gay por causa de moda realmente é um absurdo

    mas ao mesmo tempo olha quanta incoerência no seu discurso:
    “Por que “eles” não se juntam todos num punhado de hectares e fundam sua própria nação, já que a Constituição Federal e a moral que rege a sociedade humana não lhes é bastante?”

    sinceramente cara, voce usa isso como argumento? logicamente falando voce acha que isso é possivel? voce nao ve o absurdo que voce acabou de falar?? (pra nao dizer “A MERDA q vc acabou de falar”)

    acho que meio gay é voce tar se preocupando com a vida dos outros em vez de cuidar da tua mulher, ou se nao tiver uma pior ainda, vai arrumar cara.

    e outra coisa, pensa matematicamente meu caro: quanto mais gay no mundo MAIS MULHER SOBRA PRA A GENTE CARA!!

    para de se preocupar com foder a vida dos outros, acho que no fundo vc tá querendo uma piça igual todos eles

    agora le isso, fica quietinho e apaga o comentario pra nao passar vergonha com teus amigos cabeludos e virgens ok? 😉

    • Ridículo é também comentar anonimamente.
      É óbvio qie não é viável os gays fazerem isso. Mas não é impossível. O apelo ao absurdo é um artifício válido para o estilo de escrita adotado aqui.

      Então quer dizer que se preocupar com a vida alheia é ser meio gay? Eu não sabia, já que sou normal, conforme consta no artigo. Nem julgava que fosse possível ser “meio gay”, já que não existe “dar meia bunda”, por exemplo.

      No entanto, facilmente se nota que o incapaz em matemática é você:este apoiando o homossexualismo, incentiva o lesbianismo; logo ficam “faltando mulheres” pra você, zezinho.

      O seu lado “meio gay” logo se manifesta. Não dá pra ficar “meio no armário” né? É quase engraçado ver um gay desejar que o adversário seja ou se torne gay como punição. É ridículo como no fundo vocês mesmos não podem conviver com essa depravação.

  5. “Ai que legal. Ouvi falar que em 2013 a tendência é o pansexualismo. Como sou muito in já estou transando com as árvores aqui de casa.”

  6. Você é ridículo, patético, tenho PENA de você e gente que pensa como você!
    Faça um favor ao mundo e não tenha filhos. Você só contaminaria a cabecinha da pobre criança…
    Suas convicções, e não a vontade de Deus (2 coisas bem opostas, aliás) vão te fazer sofrer muito. Espero que teu sofrimento te permita mudar e virar gente.
    Detalhe: não sou gay, e mesmo assim, sei que as coisas que você escreve sobre eles são cruéis, injustas, extremamente equivocadas, preconceituosas e retrógradas. Vai querer reescravizar os negros também? Tomar de volta os direitos das mulheres?
    Quer seu cérebro de ervilha entenda ou não, isso está acontecendo e é uma evolução do mundo.
    Você é um infeliz frustrado, incapaz de compreender o conceito de amor.

    • Olá, Candida,
      Você também é ridícula, mas eu não tenho pena de você não. Só acho ridículo mesmo alguém tão intempestuosa e superficial.

      A vontade de Deus é tão clara, Candida… ficou tão inequivocadamente impressa na natureza complementar do homem e da mulher. O seu cérebro que é tantas vezes maior que uma ervilha não consegue enxergar isso? Enxerga sim… mas o seu coração, mais duro que uma pedra (ou talvez, mais mole que uma ervilha cozida!) é incapaz de admitir e aceitar esta verdade elementar.

      Note que eu não tenho sofrido por causa deste assunto. É até divertido! Aparece cada figura comentando bobagens, aqui e fora daqui… 🙂

      O que eu digo é cruel? PROVE! Não me venha com sentimentalismo debilóide. Você pode ser melhor que isso, se quiser. Prove que a união gay não é outra coisa que um abuso contra o que é de ordem natural. No dia em que um par homossexual reproduzir outro ser humano SEM AUXÍLIO de artifícios bizarros, podemos retomar a discussão sobre injustiça e equívoco. Antes disso, devemos nos ater aos fatos naturais, à realidade inegável de que o casamento, a união entre homem e mulher é a célula da sociedade, sem ela não há nação que se sustente e, portanto, qualquer pessoa razoavelmente sensata há de se opôr aos riscos que ela corre.

      Negros? Mulheres? Estamos falando de gays, mulher. Não se confunda.

      Sim, está acontecendo a triste degradação da humanidade. Em várias esferas. Mas nada disso pode ser chamado de evolução.

      • Quer saber? Você nem merece resposta. Se a vida sexual dos outros te incomoda tanto, a sua deve ser uma merda mesmo…
        Procure ajuda!

      • Meu caro,
        Superficial é você. Você mistura argumentos sobre anatomia, biologia, religião e sociedade como se fosse tudo a mesma coisa.
        Se a vontade de Deus fosse tão clara assim, não teríamos tantas desavenças entre igrejas diferentes, entre religiões diferentes. O que te faz achar que a tua interpretação é a verdadeira? Não misture crença com conhecimento. Você não SABE qual é a vontade de Deus. Você sequer SABE se Deus existe!! Você tem crenças sobre essas coisas, mas não sabe de nada. Respeito tua liberdade de opinar livremente (embora eu não concorde com uma palavra do que você fale), só não confunda a si mesmo e a teus leitores fazendo falsas alegações, tratando de assuntos tão intrincados de forma tão trivial e utilizando as tuas crenças como argumentos inegáveis. “Fatos naturais”?? “Realidade inegável”?? Não tem nada de natural no casamento. O casamento é um construto social. Existem comunidades humanas não têm casamento. Portanto, não é uma “realidade inegável” que não há nação que se sustente sem tal construto. Não seria uma “realidade inegável” nem se você criasse uma nação sem casamento que não funcionasse, porque pode ser que ela não funcione por outros fatores completamente diferentes. É menos ainda uma “realidade inegável” só porque você quer que seja assim, acredita ser assim e ponto.
        E, ok, mesmo que seja tudo isso mesmo que você está falando, não há motivo para rejeitar a comunidade gay. Mesmo que não seja “natural” ser gay, já que o homem e a mulher claramente se complementam, isso não é motivo para não aceitar a sua existência e facilitar sua inclusão na sociedade majoritariamente heterossexual. Assim como não há motivos para não facilitarmos o acesso de cadeirantes à nossa sociedade. Só porque o “natural” é usar as pernas para andar, já que as pernas foram claramente feitar pra isso, isso não torna moralmente errado um cadeirante ser um cadeirante.
        Como se fosse uma escolha dele.
        Como se ser gay fosse uma escolha.
        Como se ser diferente fosse errado.
        Para fechar, gostaria de dizer que você é um babaca e… auto-didata???? #vocêestáfazendoissoerrado

      • Bom dia, Beatriz. Agradeço o comentário.

        Não vou nem discutir sua sugestão de que “misturo argumentos”. Se eu analiso o assunto a partir de vários pontos de vista certamente superficial eu não sou. Não utilize termos que você não domina.

        Novamente você está enganada, Beatriz (aliás, já pressinto que vá ser uma constante no que se segue…). Existem tantas desavenças entre as igrejas cristãs porque muitos homens são incapazes de seguir as regras simples escritas na bíblia e tão bem explicadas pelo magistério da Igreja Católica ao longo dos séculos.
        Se VOCÊ acha que Deus não existe, não pode se incomodar com o que eu digo que seja a Vontade Dele.

        Eu não confundo ninguém. Todos que vêm aqui ler têm total liberdade (e até obrigação!) de investigar mais profundamente os assuntos, em diversas fontes, e deliberar a respeito. Apenas faço contribuições. Entretanto, eu não sou trivial nem me interesso em agradar gente “senso comum” como você, que gosta de ler palavras relativizadas para aliviar a consciência própria e de outros.

        “Existem comunidades humanas sem casamento”? Hmm.. estas tais comunidades são exemplos de sociedades civilizadas ou você se refere aos índios e demais aborígenes? Há grande diferença. Eu escrevo para homens e mulheres civilizados. Novamente: aponte uma só nação, não uma “comunidade” que viva dentro de um país, que não reconheça o casamento.

        Não seja tão leviana. Pense projetando as consequencias deste ponto específico à frente, avaliando o futuro. Dizer que “uma nação sem casamento poderia não funcionar por fatores completamente diferentes” é um atestado falta de visão. Que “fatores” seriam esses? Econômicos, por exemplo? Durante séculos se viu empresas fortes que sobreviveram devido à união familiar. E antes que você venha com papinho de “mas família não é só papai, mamãe e filhinhos…”, na época dessas famílias e dessas empresas, era sim. Exemplos razoavelmente recentes no Brasil são o grupo Magazine Luiza, a Sadia, Casas Bahia, entre outras. Na Europa e nos Estados Unidos temos muitos exemplos também.
        Que outros fatores poderiam arruinar sua nação distópica sem casamento? Guerra? Desastres naturais? Tudo isso foge gravemente do escopo do artigo. Podemos deixar de lado.

        Para deixar claro: eu não rejeito uma “comunidade gay” porque:
        1) gays não são nada além de seres humanos;
        2) não estou chamando os heterossexuais pra uma festa, deixando de enviar convites para os gays.
        Eu rejeito e combato a ideologia gay que incentiva homens e mulheres a SE RETIRAREM VOLUNTARIAMENTE do convívio social adotando práticas antinaturais e exigindo privilégios por conta disso. Eu condeno a tentativa de impôr um comportamento aos demais cidadãos, inclusive à força de tolhimento da liberdade de opinião e de culto, criminalizando quem for contrário às condutas claramente degradantes.

        Não é necessário “facilitar a inclusão” de gays na sociedade. Todos nascemos habilitados para viver em sociedade. Os gays descartam este direito natural porque colocam-se como um terceiro sexo, uma nova raça, e exigem privilégios que eles não teriam perdido se não andassem na contramão. O perfeito exemplo deste pensamento errôneo é a sua comparação de gays a deficientes. Vocês não enxergam as coisas direito mesmo…

        Para fechar: sim, ser gay é uma escolha. Assim como ser militante gayzista também é.

        Não sei onde você viu “auto-didata”. Realmente está errado, mas na seção da biografia está correto, no twitter também.

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