Aborto não é necessário


Desde a criação deste blog, venho aguardando ansiosamente a oportunidade de tratar da defesa da vida, combatendo o aborto.
Eis que em 16/06/11, com o anúncio do Projeto de Lei 416/2011 – Programa Estadual de Prevenção ao Aborto e Abandono de Incapaz [1] – de autoria dos deputados Janio Mendes, Márcio Pacheco, Myrian Rios, Sabino e Roberto Henrique chega enfim o momento.

ATUALIZAÇÃO: Link para acompanhamento da tramitação do projeto (final da página): http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro1115.nsf/1061f759d97a6b24832566ec0018d832/6176b02ecec48b14832578760064760c?OpenDocument

ATUALIZAÇÃO: Acompanhe neste link a tramitação do projeto 478/07 que visa instituir o Estatuto do Nascituro: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=345103
A aprovação deste influenciará na aprovação do 416/11 do RJ

Este projeto pretende requisitar que o Estado ofereça toda a assistência social, psicológica e pré-natal (inclusive laboratorial) de forma gratuita além de orientar e acompanhar os procedimentos de adoção, caso seja este o desejo da mãe e da família. Estes serviços devem ser prestados nas chamadas “Casas de Apoio à Vida”, equipadas com assistentes sociais, psicólogos e médicos.
Existe ainda a preocupação de garantir que outros filhos que a gestante já possua estejam devidamente cadastrados nas redes de ensino.

A prerrogativa dos deputados é que muitas mães acabam por optar serem submetidas ao aborto por falta de amparo médico, psicológico e assistencial (da família, principalmente).
O programa visa cercar estas mães de recursos e alternativas para que o aborto deixe de ser uma opção válida. A interação proposta, poderá inclusive orientar as famílias das mães a participar ativamente do acolhimento a esta criança em gestação.

Torçamos para que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro sensibilize-se e compreenda a natureza benéfica deste programa para o nosso estado. Mais uma vez parabenizo os deputados responsáveis pela elaboração do projeto.
Em [2] e [3] pode ser lido do site oficial do Dep. Márcio Pacheco o seu discurso de apresentação do projeto.

O programa poderá atender e cobrir perfeitamente todos os casos de gravidez, inclusive e especialmente os que tenham como causa a violência sexual. Porém, vou direcionar por uns instantes o enfoque para os casos que não correspondem à violência:

A propaganda pró-aborto é grande. A contra-propaganda deve ser maior ainda.
A motivação dos abortistas é fundamentada em liberação de responsabilidade. Quando fala-se em “liberdade”, “direito à liberdade da mulher”, quer-se apenas garantir que a mulher (e indiretamente os homens também), tenham direito de:
1) praticar sexo irresponsável e desregradamente sem respeito à dignidade humana, às pessoas individualmente, às relações interpessoais, rebaixando a condição humana a reles objeto de prazer;
2) consumir produtos relacionados a contracepção (pílulas, injeções, aparelhos) e às operações de assassinato de crianças inocentes – aborto – sem ser criminalizadas

Se isto é o que os maus pensam da liberdade, lembremos o que a bíblia nos diz sobre a liberdade: “Conduzi-vos como pessoas livres, mas sem usar a liberdade como pretexto para o mal.” 1Pe 2, 16a

Devemos estar atentos à esta propaganda libertina que afeta sobremaneira nossos jovens que desde sua infância já vêm sofrendo uma forte propaganda sexual. Talvez possamos datar da época do surgimento do grupo de axé “É o tchan” (idos de 1994). É a data mais antiga que me ocorre agora.
Não é difícil perceber que boa parte da parcela adolescente/jovem que se vê em situação de gravidez precoce (faixa dos 13 a 18 anos) considera praticar aborto sob a alegação de “não estar preparada para uma gravidez”, de “não ter maturidade para cuidar de uma criança”. Ora! Estes adolescentes consideram-se maduros o suficiente para praticar o ato sexual, mas não para arcar com a consequência mais básica dele??? É óbvio que especificamente para o sexo eles não estão preparados!

Nota-se a desconstrução de valores promovida pelos inimigos da vida nesta geração jovem que aí está. Há poucas semanas atrás, enquanto conversava com uma moça que empunhava um cartaz pela descriminalização do aborto, em um mini-protesto auto-intitulado “anarquista” (e que estava, sem surpresa, apinhados de gays), fui interrompido por uma terceira pessoa, uma outra garota, que tentou me expulsar dali com o seguinte argumento: “Cara, se você é contra o aborto, vai embora… Você acha certo matar vacas pra comer a carne? Eu sou contra. É a mesma coisa. Ali não é criança, é só um feto… a mulher tem direito sobre o corpo dela!”
A dignidade humana sendo rebaixada à uma nivelação das espécies animais. Argumento já visto em outro momento, conforme eu noticiei na postagem Bons úteros também geram maus filhos aqui do blog.
Em um cego desespero por validar seus pífios argumentos, os inimigos da vida, da moral e da decência aceitam até rebaixar-se ao nível dos animais sem intelecto. Lamentável. É esta a lavagem cerebral promovida especialmente pelas feministas, no tocante ao aborto.
A geração de uma nova vida é uma dádiva de Deus, é a característica da natureza humana mais fascinante. Transportando-a para a sociedade moderna, representa também uma grande responsabilidade. Sendo assim, um casal que resolve consumar o ato sexual mas não quer aceitar a responsabilidade de uma gravidez é semelhante a uma pessoa que resolve morar sozinha, quer usufruir de eletrodomésticos em casa mas não quer ter que pagar a conta de luz.
Sejamos honestos: a inevitabilidade e dificuldade de se conduzir a gravidez só pode ser aceita em caso de violência. No restante, nos casos de relação sexual premeditada, a não aceitação da gravidez assume um (mau)caráter cínico.

Evidencia-se assim a necessidade de uma reeducação das gerações mais novas de nossa sociedade. Sugeri, no debate ocorrido, que uma boa abordagem para este fim seria a implementação de palestras e formação para pais e responsáveis das escolas. Ainda mais levando em conta que uma parcela considerável dos pais de crianças atualmente nas redes de ensino é formada por pais adolescentes ou jovens, dentro ou pouco acima da faixa indicada no parágrafo anterior, com não raros casos de mães de mais de 1 filho (já nesta idade).
Chamo a atenção para esta abordagem porque acredito ser de responsabilidade dos pais e responsáveis a educação sexual de seus filhos, ainda que a escola possa – mediante palestras e material didático [dos bons, claro] – auxiliá-los e sobretudo alertá-los para a necessidade latente desta reeducação.
Os carniceiros de plantão tentam sempre encurralar as pessoas de bem lançando mão do malfadado argumento de validar “aborto em caso de estupro”. Acontece que ao adotar esta “solução”, mata-se o bebê e deixa-se o estuprador vivo (e não raras vezez: livre)! Que justiça é essa?
Como foi bem colocado pelo deputado Márcio Pacheco: “temos que cuidar desse Estado que gera estupradores” e não matar as vítimas. Notem bem: a criança gerada por um estupro é TÃO VÍTIMA QUANTO A MULHER. Portanto, não se pode tentar corrigir um erro com outro.
Aí, claro, ainda na gana de legitimar o direito de matar, o carniceiro brada que a mulher não pode ser obrigada a “carregar uma criança maldita 9 meses”, que vai “lembrá-la a todo momento da violência sofrida”.

Vade Retro Sátana Nunquam Suade Mihi Vana *
Sunt Mala Quae Libas Ipse Venena Bibas!

Vejamos:
1) ela não pode ser obrigada a dar prosseguimento à gestação, que, a despeito do motivo é FUNÇÃO NATURAL, BIOLÓGICA DA MULHER e portanto, em condições normais NÃO OFERECE RISCO DE SAÚDE para a mesma, mas o carniceiro insiste que ela deva ser submetida a um PROCEDIMENTO CIRÚRGICO INVASIVO que traz grande chance de torná-la ESTÉRIL, impedindo assim a geração de filhos desejados no futuro. Isso sem mencionar as sequelas psicológicas inevitáveis, inerentes ao assassinato como pode ser visto nos depoimentos contidos em [4];

2) ainda que a gravidez oriunda de violência refira-se ao ato sofrido, não podemos esquecer que além de a criança não ter culpa e não poder ser castigada por isso e ter todo o direito de nascer, a generosidade que a mulher exercerá ao aceitar piedosamente esta gravidez indesejada haverá de recompensá-la psicológica e espiritualmente numa grandeza abismal e inversa ao remorso de ter eliminado uma vida inocente.  Nascida a criança, programas de adoção – obviamente sendo melhorados – poderão dar um futuro digno para aquele bebê. Esta é uma das propostas do bendito PL 416/2011.

A propósito, inimigos da vida fizeram-se presentes também, para tentar tumultuar o evento, ainda que em esmagadora minoria. Cerca de 4 feministas escutaram a apresentação do projeto, se contorcendo e soltando murmúrios implicantes especialmente enquanto o dep. Márcio Pacheco discorria sobre a execução do aborto, tecnicamente.
Quando chegou o momento de a audiência falar, uma delas: Maria do Espírito Santo Tavares dos Santos, conhecida como Santinha, desferiu o golpe da trupe – que foi lá por vontade própria e foi avisada de que o objetivo do evento NÃO era debater(-se) contra ou a favor do aborto – fazendo uso de tom de voz elevado (mesmo usando o microfone) e debilmente indignado, acusando o dep Márcio Pacheco de: a) usar a lei só p/o que convém e b) reaproveitar projetos semelhantes, demonstrando total desrespeito com a audiência e os organizadores. Foi capaz ainda de corrigir o presidente da mesa, dep. Janio Mendes por ter pronunciado o seu nome errado e em seguida repetir com desprezo e inexatidão o nome de Márcio Pacheco ao referir-se a ele, duas vezes. Ainda fez uso de exagero histérico ao dizer “esse governo não tem que construir um milhão e tantas casas de vida…” tentando fazer referência aos supostos (e mentirosos) mais de 1 milhão de abortos praticados no último período apurado.
Enfim, a dona “Diabinha” (porque de santa não merece nem o apelido) deu àquela audiência uma perfeita e clara demonstração do que é o comportamento feminista, essa bobagem que mais e mais vem incentivando toda sorte de infâmias contra a sociedade de bem.

Por fim, o que as feministas e demais carniceiros desejam é consolidar uma cultura de assassinato de seres humanos indefesos em nome de uma “liberdade” irresponsável e que desrespeita além de direitos de dignidade humana, o mais irrevogável dos direitos: a vida; uma forma de eugenia demoníaca disfarçada de serviço social. Que se consuma mais e mais contraceptivos (quem prova que eles não recebem parte dos lucros direta ou indiretamente?) e quando estes não funcionarem, bastará dar um tapinha nas costas e dizer: “Poxa.. que droga… Mas não se preocupe! Basta abortar e começar tudo de novo…”. Até porque, nenhum deles irá amparar o choro daquelas mulheres que se arrependerem.

Há muitos casos neste assunto. Mas todos eles podem ser tratados, garantindo-se a vida do feto e a dignidade humana. Façamos a nossa parte.

Contatos das entidades pró-vida presentes:

# Mov. em Defesa da Vida (da Arquidiocese do Rio de Janeiro): http://www.defesadavida.com

# Casa de Amparo Pró-vida – São Frei Galvão
Rua Cap. Antunes de Vasconcelos, 189 – Paiol – Nilópolis – RJ
Tel: (21) 8221-2289 / 3761-3705 / 2692-0179
E-mail: dorisprovida @ ig . com . br / amparoprovida @ gmail . com . br  (copiar e retirar os espaços em branco)

# Mov. Eu Defendo: http://www.eudefendo.com.br

# Referências #
[1] Íntegra do PL 416/2011: http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro1115.nsf/18c1dd68f96be3e7832566ec0018d833/6176b02ecec48b14832578760064760c?OpenDocument
[2] http://www.marciopacheco.com.br/?p=1101
[3] http://www.marciopacheco.com.br/?p=1117
[4] http://www.youtube.com/watch?v=m3guYoro5S0

* Excerto da versão em latim da Oração de São Bento. Tradução:
Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs
É mau o que ofereces, bebe tu mesmo o teu veneno!

A cada aborto praticado joga-se no lixo um ser humano em pedaços, e um pedaço da dignidade e da moral da sociedade.

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10 pensamentos sobre “Aborto não é necessário

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  4. Concordo em gênero, número e grau. Independente da questão religiosa. Eu sou religiosa também, mas INDEPENDENTE DA QUESTÃO RELIGIOSA, essa questão é ÉTICA.

    Muita gente confunde ÉTICA com MORAL, da mesma forma que confundem LEALDADE com FIDELIDADE. São palavras que parecem as mesmas, mas são questões diferentes.

    A ÉTICA ultrapassa a questão religiosa.

    Um feto assassinado é crime e pronto.

    Se uma criança de 9 anos ficou grávida, é absurdo obrigarem essa menina a parir. Da mesma forma que é absurdo abortar. A cabeça da criança vai ficar confusa.

    O ideal é fazer o que alguns países já fazem. Transferência de embriões. O embrião seria transferido para o embrião de alguma mulher que queira adotar a criança. A própria mãe da menina poderia levar o feto. Mas, se não puder e nem tiverem mais idade como fazer?

    Se é caso de crianças, mocinhas estupradas, mulheres com pressão alta e risco de morte e fetos muito doentes?

    Se existir uma voluntária, uma mulher, mesmo um transsexual que queira abrigar esse feto em seu ventre, que assim seja.

    Não haverá culpa.

    Se a pessoa quer levar o feto em seu ventre que assim seja.

    Se já existe tecnologia no país que fazem isso com animais, por exemplo, já existe transferência de embriões de bovinos e caprinos por exemplo. A fêmea do animal está doentinha não pode parir senão não corre mais (caso de éguas. Já existem éguas que correm em hipismo tal qual cavalo). Por exemplo, a eguinha pode morrer. O que fazer? Não precisa abortar o potrinho, só transferir para outra égua.

    Se isso já é possível no reino animal, É CLARO que já deve existir no Reino humano. O problema é que essa tecnologia deve ser extremamente cara. Mas, se a questão for realmente religiosa e existe um Deus amoroso, como eu creio, ele ajudará a chegar essa tecnologia na região e essa menina poderá ter o embrião transferido para a de uma mulher adulta com idade de ter um filho.

    Mas, o ideal seria os pais e a família não tocar mais nesse assunto com essa criança. O bebê quando nasce já não tem mais nenhuma ligação com ela. Esse bebê é de outra família, vai para outro plano, outra estrutura, educação espiritual e tal e já não tem mais ligação com a geradora matriz.

    Existem alternativas. ABORTO NÃO! Existem alternativas. Se existe até para salvar os filhotinhos de gatos, cães e até de sapinhos, que dirá humanos!!!

    See ya

    Twingle 🙂

    • Agradeço o seu comentário.

      Talvez a única coisa que possa evitar que se cometam atos hediondos e desumanos em nome da ética é a moral, e moral religiosa.
      Assim, não é o caso de obrigar uma menina, seja de qual idade for, a seguir a gravidez. Trata-se de evitar o pior (que seria abortar) optando por apostar na sua natureza biológica (e você pode incluir fé aqui, se quiser).

      Não estou familiarizado com técnicas de transferência de embriões. Não posso dizer se seria clinicamente seguro para a gestante mas imagino que, se fosse necessário aguardar tempo o bastante para ser possível remover cirurgicamente o feto, já se criaria riscos demais para uma mulher, independente da idade.

      Discordo da hipótese de se fazer uso de um transsexual. Isso, sim, é absurdo. Ora, se falamos em salvar uma criança, pelo seu bem, é imperativo que não se obrigue (agora sim) essa criança a ser “filha” de um par gay, a ser gerada e parida por um homem, um homem cientificamente modificado.
      Aqui temos mais um perfeito exemplo do que apontei acima: o limite necessário a se impôr à ética, pela moral.

      Paz e Bem

      • Infelizmente não é possível ainda retirar um embrião já nidado (implantado no útero) com vida e recolocá-lo em um novo útero. O que é feito é a implantação de embriões em estágio bem precoce (zigoto ou mórula), de zigotos fecundados in vitro. Esta “transferência de embriões” é de tubo de ensaio para útero. Caso você tenha algum artigo científico sobre esta transferência de embriões entre úteros eu gostaria muito de apreciar. Seria realmente uma solução. Mas pelo pouco que sei isto ainda não existe, não pelo menos entre mamíferos mais complexos como o ser humano.
        Lembrar que, se há risco inevitável de vida para a mãe, o aborto seria indicado como medida terapêutica, ainda sim sendo um evento triste com a perda da vida de um inocente para não haver perda de duas vidas. É o caso da gravidez tubária. É o caso de uma criança de nove anos (o que é um evento extremamente raro) cujo corpo ainda não é capaz de suportar uma gravidez. Não seria o caso de muitas jovens de onze ou treze anos cujo corpo está biologicamente maduro e capaz de gerar, apesar da imaturidade psicológica, mas esta imaturidade não impedirá a jovem mãe de sofrer por toda a sua vida as consequências de lidar com a morte provocada de seu filho. Nesses casos não se poderia impor o aborto como os chamados “pró-escolha” (eu os chamo de pró-sequelas) apontam como “única escolha”. Os pró-sequela só permitem a escolha do aborto, nenhuma outra mais. Irônico se auto-denominarem pró-escolha…
        A lei estatual em questão, assim como o Estatuto do Nascituro, dá às gestantes de gestação inesperada um verdadeiro direito de escolha, pois dá suporte para que estas gestantes possam levar adiante suas gravidezes e apoio aos filhos delas resultantes. Não aponta o extermínio de suas proles como única solução.
        É por isso que os defensores do aborto temem estas leis que protegem as mulheres. Elas dificultariam a implantação da legalização do aborto, dando às mulheres soluções reais e não fazer elas pularem da frigideira para o fogo com o aborto. Os defensores do indefensável não estão preocupados com a saúde das mulheres. Eles estão preocupados em liberar o aborto no nosso país, pois o aborto é um negócio extremamente lucrativo, que movimenta milhões de dólares anualmente. Os países desenvolvidos têm interesse na nossa matéria prima, que será consumida por nós mesmos, se nossa população continuar a crescer. Temem a invasão de imigrantes latinos em seus países cujo crescimento vegetativo é negativo, com risco de terem suas populações gradativamente substituída por imigrantes de países como o nosso. Daí o interesse da ONU e da OMS em liberar o aborto em nosso país, se valendo inclusive de estatísticas falsas sobre mortalidade feminina.
        Lembrar que até a bem pouco tempo atrás a vida das crianças e das mulheres não tinha valor algum. Era comum entre os romanos abandonar no mato os recém nascidos indesejados, em um horrível aborto de quarto trimestre. Nós já estamos progredindo como sociedade. Está na hora de valorizarmos a vida do ser humano, DE TODO O SER HUMANO, sem preconceito de idade, cor, sexo, habilidades, religião ou de ser totalmente perfeito do ponto de vista biológico. Valorizar toda a vida humana, desde a sua concepção até a sua morte natural. Isto independe de religião. É uma questão de civilidade, de humanidade.

        Dr Luis Antonio (pediatra).

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