Mulheres homossexuais abrem seita protestante


Foi noticiado, em meio às manifestações de políticos cristãos contra a ameaça da agenda gay, pouco depois da decisão da presidente de suspender a distribuição do kit-gay nas escolas, que mulheres homossexuais teriam fundado uma seita protestante p/acolher fiéis gay em SP.

E agora? Qual dentre as tantas denominações protestantes irá condenar esta nova seita, evitando que seus próprios rebanhos se percam?
É evidente que não pode surgir uma autoridade dentre fragmentos de comunidades tão dispersos.
Qual “pastor” poderá convencer seus fiéis de que “amai-vos uns aos outros” NÃO inclui homossexualismo, se para os protestantes vale a interpretação pessoal da bíblia?

Isto vem para confirmar a legitimidade da autoridade do papa, do Magistério da Santa Igreja Católica Apostólica Romana.
A autoridade da Santa Sé foi instituída com o propósito de combater estas e outras heresias, e ser um real depósito da doutrina de Cristo. O papa, embora sendo humano, goza de infalibilidade no que concerne à doutrina. E esta autoridade é transmitida aos fiéis católicos pela hierarquia do clero.
Provas desta autoridade, tangenciando o problema-tema desta postagem pode ser vista no anúncio da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) sobre a ONG feminista pró-abortista “Católicas pelo direito de decidir”: http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/sala-de-imprensa/notas-e-declaracoes/1446-nota-da-cnbb-sobre-as-catolicas-pelo-direito-de-decidir

A Igreja física de Jesus Cristo, a Igreja Católica persistiu e persiste até hoje pela ação do Espírito Santo que até aqui vem amparando-a, conforme a promessa de Jesus, enraizando-se pela sucessão apostólica tal como foi estabelecida pelos primeiros cristãos desde Pedro (cf Mt 16,18)

O espaço que a moral cristã vem perdendo no consciente coletivo da sociedade deve-se a esta fragmentação promovida pelo protestantismo e pela morosidade, pela inércia adotada pelos católicos.

Devemos cobrar dos atuais políticos declarados cristãos atitudes condizentes com a fé e moral cristã. Afinal eles fizeram uso do nosso apoio.
Por outro lado, penso que antes de serem políticos cristãos omissos, aqueles que recentemente nos decepcionaram sejam antes cristãos omissos.
cobremos portanto de nós mesmos, trabalhemos para que em nossas comunidades surjam cristãos mais engajados. E com isso poderemos esperar políticos cristãos mais firmes no futuro.

Neste sentido, ratifico as palavras do blog Deus lo vult! que neste artigo tratou da unidade dos cristãos:

A “unidade dos cristãos” significa simplesmente o retorno dos hereges e cismáticos à Igreja Católica Apostólica Romana da Qual eles nunca deveriam ser saído.

 

 

Paz e Bem
Bruno Linhares

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9 pensamentos sobre “Mulheres homossexuais abrem seita protestante

  1. “E agora? Qual dentre as tantas denominações protestantes irá condenar esta nova seita, evitando que seus próprios rebanhos se percam?
    É evidente que não pode surgir uma autoridade dentre fragmentos de comunidades tão dispersos.
    Qual ‘pastor’ poderá convencer seus fiéis de que ‘amai-vos uns aos outros’ não inclui homossexualismo, SE PARA OS PROTESTANTES VALE A INTERPRETAÇÃO PESSOAL DA BÍBLIA?
    (engraçado alguém querer dar uma de apologista e dar uma declaração própria de um noob. Essa de “interpretação pessoalíssima, subjetivíssima (no teu sentido, e claro, por que convém)” não faz mais efeito nem para os nossos irmãos pentecostais fundamentalistas.
    Esta questão de “amai-vos uns aos outros” claro que inclui AQUI o homossexualismo:
    João 13:34 : “entolên kainên didômi umin ina AGAPATE allêlous kathôs êgapêsa umas ina kai umeis agapate allêlous” – transliterado de “Εντολην καινην σας διδω, να αγαπατε αλληλους, καθως εγω σας ηγαπησα και σεις να αγαπατε αλληλους.”
    João 13:34
    O transliterado amor agapate/ágape – amor no sentido social, moral; ter grande afeição (não indicando sexualidade); ter obrigação, respeito (em relação a superiores); considerar com favor, boa-vontade, benevolência.
    Então meu caro, onde, e porque o homossexualismo não se encaixaria no “amai-vos uns aos outros”.
    Não sei se é esse o argumento central das duas pastoras*, mas ao que parece se encaixa na sua exegese (profunda como um pires).
    *OBS1:. pastoras sem aspas mesmo, já que pedófilo gay pode ser padre…**
    **OBS2:.esta última frase não tem o sentido de ofensa, eu só a usei para te mostrar como é ridículo para um argumentador fazer uso de falácias Tu quoque, mesmo que dissimuladamente como neste texto, aliás o que é costumeiro no teu “meio apologético” – marca registrada, pois não é de meu caráter o uso destes tipos de subterfúgios e vilanias para justificar minha visão de cristianismo.

    “Isto vem para confirmar a legitimidade da autoridade do papa, do Magistério da Santa Igreja Católica Apostólica Romana.
    A autoridade da Santa Sé foi instituída com o propósito de combater estas e outras heresias, e ser um real depósito da doutrina de Cristo. O papa, embora sendo humano, goza de infalibilidade no que concerne à doutrina.”
    Bem meu querido, não seria isto (pastoras lésbicas fundam ministério religioso pró-gay) que confirmaria a autoridade papal, – cometestes uma Ignoratio Elenchi – como este é um dos dogmas romanos mais refutados, só te demonstrarei o teu erro de lógica.
    Além do mais, essa de dizer que não há divisão no romanismo é balela – http://pastordiogenesmonteiro.blogspot.com.br/2011/02/divisoes-do-catolicismo-romano.html – até porque, não existem mais divisões pelo fato que muitos no passado preferiram viver do que discordar da tirania,então, parafraseando O Rappa: “pois paz sem voz não e paz é medo” – pois concordância/unidade sem voz não é concordância/unidade é medo.
    No meio evangélico-protestante a maioria se tratam como irmão na fé, pois os pontos teológicos são em sua maioria concordantes, só havendo maior diferenciação nos usos e costumes e desenvolvimento dos cultos, e somos quase que unânimes no rol dos ministérios que consideramos seitas.
    E só para terminar filho, o significado de ekklesia (igreja) está mais para comunidade, grupo, conjunto de pessoas, do que para instituição.

    Veremos a tua honestidade em publicar este comentário, tardio eu confesso, pois eu nem sei como eu parei no teu blog.
    Um abraço, e que nossas divergências de visões de cristianismo, não nos desvie do mandamento verdadeiro infalível: “Um novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; como eu vos amei a vós, que também vós uns aos outros vos ameis. João 13:34”
    PAZ mano!!!

    • Olá, Sebastião!
      Por que colocar em dúvida a minha coragem em publicar o seu comentário? Por acaso você é tão soberbo a ponto de pensar que “me destruiu” com seus argumentos e que sua opinião divergente colocaria em risco minha reputação perante meus leitores? Ora, eles não são numeroso o bastante para satisfazer o seu ego. Sinto muito.

      Não ficou claro para mim se você é mais protestante ou mais gay. É claro que o conceito de sola scriptura ainda não está ultrapassado. Você não poderia sustentar a tese de que as lésbicas foram fundar uma seita nova só porque, por exemplo, não ia ter espaço pra tanta gente na outra igreja. É obvio que na igreja que elas frequentavam o homossexualismo era condenado, como deve ser. E considerando que os protestantes renegam a tradição apostólica, a patrística, e não dão a mínima para o que diz o magistério da Igreja Católica, podemos concluir que a divergência se deu, sim, em interpretação do texto bíblico. Não me venha com bobagens.

      Não é preciso ser formado na sua escola de exegese para saber, pela lógica, que o texto mencionado NADA TEM A VER COM RELAÇÕES SEXUAIS OU CONJUGAIS. Afinal, não tendo Nosso Senhor tido relações desse nível, não há qualquer base de comparação. E Ele precisaria ter sido bissexual para não pôr em risco o “crescei e multiplicai-vos”, se tivesse colocado algum sentido sexual na frase em questão. Caramba! Pra colocar toda a banca de sabichão que você trouxe, precisa ser um pouco mais esperto, Sebastião! Cê tá no nível dos neo-ateus desmiolados…

      Não se incomode com a ofensa colocada e retirada. Tá com medo de quê?
      Depois eu é que tenho a hombridade questionada … Apesar que posso supor que você seja gay, já que se dedicou a tão ferrenha defesa da liberdade de culto dos gays…
      Infelizmente pode um padre se tornar pedófilo, bem como temos casos de líderes protestantes tb. E, veja só vc, na maioria absoluta das vezes, eles vitimam MENINOS! Voltamos ao ponto central da minha condenação: o homossexualismo.
      Um bom cristão pode sim errar. Tanto que bons cristãos no passado viraram protestantes. Uma lástima.

      Rapaz, você estava tão tarado pra “acabar com a raça do católico burro”, que perdeu a capacidade de interpretação de textos. Afirmar que, devido à autoridade da hierarquia da Igreja Católica, pelo menos os fiéis têm a quem recorrer e quem consultar para poderem permanecer no caminho certo com segurança e evitar os desvios pecaminisos modernos, não sugere, nem de longe, que não exista divisão dentro da Igreja Católica. Que idéia estapafúrdia!

      Olha, eu tenho 26 anos. Não conheço ninguém da minha faixa etária que se chame Sebastião, então suponho que você seja mais velho. Fica então mais ridículo ainda, um sujeito agir e argumentar como “moleque” (em especial em matéria de cristianismo). Você teve a pachorra de citar “O Rappa”! Po, Sebastião, tome vergonha na cara! Eu já gostei do som dos caras, já fui a show, tenho um amigão que se amarra no som da banda, mas precisar das letras deles pra me manter bem num debate apologético é infantil. Muito infantil.

      Não venha com essa balela anticlerical da escolinha primária, aprendida com aquele professorzinho esquerdista de história. Temos muito mais vítimas católicas da Reforma Protestante. Valorosos mártires, como São Thomas Morus, que preferiram morrer a se curvar às heresias protestantes, como o anglicanismo.

      Já que você sabe o significado de igreja (e nem tão bem assim, vai…) , complemente seus estudos meditando o significado de, anota aí: unidade e obediência.

      Quer que eu diga que te amo? Infelizmente não posso, pois como você, pelo visto, é gay, melhor não arriscar.
      Como cristão, te respeito, não te desejo mal. Pelo contrário! Desejo que encontre o caminho para a fé verdadeira em Cristo Jesus e na Sua igreja, a única fundada por Ele, tão tristemente flagelada pela segmentação pertinaz.
      Em tempo: nada disso significa concordar com suas idéias, com suas palavras. Você continua plenamente mergulhado no erro, assim como os gays. E assim como eles você parece exigir concordância como prova de respeito e, argh!, amor.

      E nem adianta voltar aqui pra batalhar em busca de justificar o protestantismo. Há pencas de sites apologéticos com ambas as defesas, e aqui não será mais uma. Ainda mais porque você vai acabar citando a Xuxa nos próximos argumentos e aí, provavelmente, eu não teria “coragem” de publicar.

      Se quiser se aprofundar na questão, recomendo meu longo artigo “Contra a apologia homossexual pseudo-católica”.

      Paz e Bem.

      • Tudo o que você falou foram ofensas, não teve argumentação, usou e Abusou da falácia do espantalho em mano.
        Usou vários red herrings como os neo-ateus tão falados por ti, e ao qual o expediente que é teu, fui acusado de usar (mostre-me se eu os usei).
        Sou acostumado a debater com apologistas católicos (apologistas de verdade) e graças a Deus, quando debatemos o que está em primeiro lugar é o amor, ou seja, até temos, no fundo, o intuito de querermos sermos os certos, mas o que subsiste é o amor, refletido no fato de querer tirar o outro do erro.
        Eu em momento algum disse que sou a favor da homossexualidade, pelo contrário, se tu quiseres te dou argumentos bíblicos e extrabíblicos contra este pecado.
        O que eu te mostrei foi o fato de quereres usar isto como argumento contra o protestantismo, e pior, a favor da infalibilidade papal.
        Também te mostrei que os gays estão inseridos no texto bíblico que tu erradamente usou, pois este amor (agapate) é, e deve ser, inerente a todo cristão.
        Há e outra, como sou cristão, mas não sou metido a moralista e nem puritano, se eu morasse na tua cidade eu te desafiaria a me chamar de gay na minha cara, sem a proteção da distância e da internet, pois infelizmente assim como você, eu tenho que evoluir na mortificação da carne.
        Tenho 30 anos, meu nome foi fruto de uma mãe católica de verdade, aliás, cristã católica de verdade – puro red herrings de sua parte.
        Não retirei a ofensa, pois não usei ofensa, isto meu querido se chama retórica. A usei para salientar o tu quoque que usastes do começo ao fim.
        Por falar em retórica, usei o Rappa de propósito (pois eu sei que a vossa interpretação de sola scriptura é de que não posso usar de outras fontes), isto se chama falácia de argumento ad hominem, o que os caras falam neste estrofe e de uma sabedoria profunda a qual deveria ser reconhecida se fosse o Tiririca que a tivesse pronunciado, pois em um debate em alto nível o que importa é a lógica argumentativa e não irrelevâncias. Ou seja, se fosse o Papa que tivesse falado eu respeitaria pelo conteúdo da frase. Também eu usei uma frase do O Rappa, só para mostrar o que eu desconfiava ao ler teus textos, que és um hipócrita meu caro fã do Helloween (não tenho nada contra), engraçado é que algumas regras só servem para um dos lados.
        E outra já que és metido a apologista quando disseres que alguém falou besteiras mostre onde está a besteira e argumente e não ofenda, pois a apologética aqui deveria ser cristã.
        Não te acho burro, mas agora me pareceu um desonesto intelectual, tal qual os neos-ateus.
        Se o Olavo de Carvalho e outros grandes apologistas católicos lessem você…

      • Sebastião,
        “Espantalho”, “red herring”, “ad hominen” são termos até interessantes pra quem estuda técnicas de debatem como a retórica, mas não faz muito sentido queixar-se do uso delas – ainda mais pro interlocutor – durante o debate porque além de não ser produtivo, ainda te deixa parecendo um menino resmungão.

        Você parece a favor do homossexualismo, sim. Tanto que usa o termo politicamente correto “homossexualidade”. A pŕopria insistência em sugerir que eu estou excluindo os gays do Reino dos Céus, o que é inverídico, como se eu “não os amasse como Jesus amaria”.
        A citação do dogma da infalibilidade papal foi mencionado como um detalhe para o argumento da hierarquia eclesiástica católica. Afinal, a motivação do artigo, que foi escrito no momento em que estava muito inflamada a discussão sobre o PLC 122, quando cristãos de todas as denominações procuravam frear a sanha do movimento gay de colocar nossa liberdade de culto em risco, foi evidenciar que sem autoridade dentro do cristianismo, a batalha fica gravemente ameaçada. O cristianismo precisa se reunificar para combater esta e tantas outras ameaças. Mas há muitos protestantes, como você, que preferem se manter afastados, escondidos atrás de inúmeras desculpas, fantasias, rancores ancestrais, etc, enquanto o Corpo Místico de Cristo, a Igreja, segue flagelada e o Seu Espírito Santo escarnecido e desqualificado.

        Bacana a valentia em me chamar “pro braço” (ou pro tribunal, não sei). 🙂
        Se eu te visse pessoalmente, se a conversa tivesse se dado pessoalmente, provavelmente eu não teria sentido a necessidade de te chamar de gay, porque teria ficado um pouco mais claro o seu posicionamento. No entanto, ser gay ou simplesmente pró-gay dá no mesmo para o caso. O fato é que um cristão verdadeiramente piedoso jamais pode admitir que o homossexualismo receba conivência nem entre (tá, ou permaneça) no seio da Igreja. Nem este pecado sexual nem outro qualquer pecado.
        Portanto, se o “ad hominen” serviu (ou a carapuça, se ficar mais fácil pra você entender), torço pra que você se liberte.

        Então usar letras de músicas, ainda por cima seculares, é um recurso válido em um debate de alto nível? Puxa… seu conceito de “alto” é muito baixo, cara. Ademais, eu não desqualifiquei por causa da banda em si. Como disse, já gostei do som deles. Desqualifiquei porque foi uma citação infeliz, muito mixuruca. É o seu nível, não o meu.
        Não me importo que você não goste do Helloween, por qualquer motivo que seja. Mas eu não utilizo as letras de rock para embasar minhas opiniões acerca de qualquer matéria. Não uso letras de música para ensaiar e trabalhar os assuntos sobre os quais discorro no blog. Na série de artigos “O metal e o madeiro”, as músicas são o objeto de estudo, e não recursos empregados para indicar uma possível erudição. No seu caso, em nosso debate, o’Rappa foi tristemente utilizado desta maneira. E olha que eu nem estou querendo me defender da sua “falácia ad hominen”, viu? Não sou tão sensível assim. Quer ser um protestante que “pensa fora da caixinha”? Ótimo! Continue se esforçando que você chega lá.

        Pelo visto, Sebastião, você dedicou tempo demais aos estudos das estratégias de debate, assistindo aos “True Outspeak” e lendo Olavo de Carvalho, que agora ficou neurótico com isso e não consegue se desvencilhar direito da denúncia.
        E Eu não sou “um grande apologista católico”. Isso foi uma fantasia – quase um fetiche – que você inventou porque se sentiu mui confiante em me derrotar, e precisa satisfazer o seu prazer em derrotar alguém. Se deseja mesmo acabar com um peixe grande, vai lá discutir com o sr. Olavo de Carvalho, ora! Esses grandes apologistas não virão aqui me ler, Sebastião… eu sou um humilde católico de um mais humilde blog ainda.
        A propósito, parece que mesmo sendo admirador do trabalho do O. de Carvalho, você não tem aprendido muito com ele (nem com os grandes e bons apoligistas católicos colegas teus), pois pelo que me consta ele denuncia o movimento gay e a sua infiltração e ameaças às esferas sociais, incluindo a igreja. Se você não está disposto a concordar com ele e seguí-lo neste posicionamento, então deixe o homem em paz.

  2. “Afinal, a motivação do artigo, que foi escrito no momento em que estava muito inflamada a discussão sobre o PLC 122, quando cristãos de todas as denominações procuravam frear a sanha do movimento gay de colocar nossa liberdade de culto em risco, foi evidenciar que sem autoridade dentro do cristianismo, a batalha fica gravemente ameaçada. O cristianismo precisa se reunificar para combater esta e tantas outras ameaças. Mas há muitos protestantes, como você, que preferem se manter afastados, escondidos atrás de inúmeras desculpas, fantasias, rancores ancestrais, etc, enquanto o Corpo Místico de Cristo, a Igreja, segue flagelada e o Seu Espírito Santo escarnecido e desqualificado.”

    Se a motivação do artigo era uma (frear a sanha do movimento gay de colocar nossa liberdade de culto em risco), não deveria se desvirtuar para outro caminho não achas? Ainda mais agora que tu falastes em “quando cristãos de todas as denominações procuravam frear a sanha do movimento gay”, ou seja, fazendo uma alusão a uma união.
    O cristianismo não está enfraquecido, e nem será enfraquecido pelo fato de nós não conseguirmos desenvolvê-los como deveria, não estou dizendo nós por falsa humildade, mas porque nós, os cristãos é que somos o ponto fraco do cristianismo.
    O fato de eu usar o termo homossexualidade não vem ao caso, isto não prova nada, então se um dia tu chamares alguém de evangélico (termo que a maioria prefere ser chamado – o uso do termo protestante na maioria do caso vem com intento pejorativo), então serias a favor do protestantismo? Um termo é só um termo.
    Tu não podes dizer que “Mas há muitos protestantes, como você, que preferem se manter afastados, escondidos atrás de inúmeras desculpas, fantasias, rancores ancestrais”, pois não me conheces, e em nenhum eu discordei com “rancor” do romanismo, mas desde o começo eu discordei de ti e quando falei algo contra o romanismo, foi para salientar meus contra argumentos contra você e com respeito (não com todo, eu confesso – também, infelizmente, não negarei que se esta discussão fosse cara a cara, tu estarias hoje no dentista, e não me venha que violência física é a armas dos ignorantes, pois em parte eu concordo e discordo dos meus intentos, mas a ofensa e provocação, também é violência e é arma dos baixos), e neste momento da história, não estava escrevendo um blog ao qual o conteúdo pressupõe leitores concordantes com as idéias propagadas, eu estava conversando (não estava discursando num palanque) com o máximo de pessoas conhecidas (como não sou “facebookeiro” conheço muita gente de fato), gravava dvds com Olavo de Carvalho, Silas Malafaia, e distribui para alguns etc. E isto, dentro também de uma faculdade de direito cheios de positivistas, que em sua maioria não atenta para argumentos sociológicos, filosóficos… mas para a letra fria da lei.
    Não foi muita coisa, mas foi o que pude realmente fazer em um momento desfavorável de minha vida.
    Não irei atrás do Olavo de Carvalho para “brigar”, pois como te falei minha discordância aqui não foi contra o romanismo (umas das poucas coisas que teria de discordante dele) foi contra “Qual “pastor” poderá convencer seus fiéis de que “amai-vos uns aos outros” NÃO inclui homossexualismo, se para os protestantes vale a interpretação pessoal da bíblia?
    Isto vem para confirmar a legitimidade da autoridade do papa, do Magistério da Santa Igreja Católica Apostólica Romana.”
    Até porque achar que nenhum “pastor” (eu e os protestantes é que somos rancorosos – só afirme algo que possa provar), conseguiria refutar e convencer alguém ao contrário e com aquele versículo…?
    E este teu último comentário, não é uma prova, mas um indício da tua hipocrisia. Falastes em soberba minha, em eu querer dar uma de sabicão, em tu seres um “humilde católico”… Mas querer ironizar todos os pastores e protestantes em uma suposta ineficiência intelectual, achando que nossa Teologia é baseada só em superstições subjetivas (não é isso que é a Sola Scriptura), por isso fui meio nojento, só para te mostrar que este lado, também existe cérebro. E mostrar para ti somente, pois este não é um pensamento romanista, haja visto, que a excelente editora Paulus (romanista) tem como carro chefe como obra de Teologia Sistemática o trabalho de Wolfhart Pannenberg (protestante) e, junte-se a isso o fato de seres, somente, a segunda pessoa em anos que acha que todo evangélico é pentecostal fundamentalista que preferem uma “revelação” (caso das senhoras Lanna Holder e Rosania Rocha) que uma boa análise das escrituras que é a maior de todas as revelações.
    Um católico humilde, como é minha mãe e como ela me ensinou a ser, não ficaria só em ofensas.
    E como tu não tem nada de humilde, vou ser chato de novo usar: o fato de tu insistir na citação do O Rappa como se meus argumentos fossem embasados neste estrofe é puro Espantalho, aquilo meu querido foi ironia de oratória e não retórica. E como tu já tinha demonstrado um desrespeito, fiquei receoso de citar a bíblia.
    No mais, não devíamos continuar a trocar farpas, já que comungamos de um mesmo “ódio benigno” pelo neo-ateísmo, que tal trocarmos umas idéias contra esta porcaria que esta sendo disseminada na internet e parar de dar combustível a eles?
    Quem sabe nós dois não tenhamos nada a ver com o que escrevemos, pois como a discussão inflamou um pouco nossos temperamentos sobressaíram-se sobre nossas personalidades como um todo.
    Com todo respeito, sem ironia e com toda a verdade, fique na paz e obrigado por debater comigo e minhas sinceras desculpas onde eu errei, pois sei que errei.
    PAZ!

    • Não, não acho. Sustento minha preocupação de que o respeito à opinião dos cristãos fica enfraquecido perante a sociedade por causa da fragmentação da religião cristã.
      Observe mais uma vez essas minhas palavras, e a redação do artigo, por completo, que você poderá enxergar o sentido. É óbvio que o cristianismo não enfraquece, enquanto religião, mas sua aceitação enquanto conjunto de diretrizes morais e perspectivas de avaliar o cenário social fica enfraquecida pelos erros humanos, tanto pela divisão quanto pelos crimes cometidos pelos líderes.

      Vem ao caso para quem deseja discutir homossexualismo. Há uma recorrente requisição dos gays em substituir o termo, afim de desfazer uma suposta correlação com patologia ou mesmo ideologia (que é o que o movimento gay é, de fato). E o termo protestante é perfeitamente correto para referenciar aqueles que se desligaram da comunhão com a Igreja Católica Apostólica Romana, já que são oriundos da Reforma PROTESTANTE. Isso não é mero malabarismo, é puro português. E “dar nome aos bois”. Eu não chamo protestantes de “evangélicos”, e sempre corrijo quem faz uso desta designação perto de mim.

      Você não entende bem as coisas mesmo, né? É óbvio que um pastor poderia convencer muitos de que o homossexualismo é biblicamente justificável e até mesmo inelegível de perdão (por nem ser pecado). Tem católicos que se esforçam para aprovar o homossexualismo também, se baseando na bíblia e em outros documentos do magistério. Entretanto, NADA DISSO É BOM. Continua errado.
      E é também óbvio que um pastor poderia convencer o seu rebanho de que o homossexualismo é condenado por Deus, afinal, isso é até o mais fácil. Não disse que eles são inaptos (nem em um nem no outro caso), mas que por falta de uma autoridade centralizada que possa garantir aos cristãos o que é certo e o que é errado, nenhum pastor correto poderá impedir a criação de novas seitas (ou igrejas, pra não ferir os teus sentimentos) pró-homossexualismo. E é isso que torna o protestantismo danoso.
      Por outro lado, Cristo fundou uma sua igreja justamente para garantir que o depósito da fé e as Verdades por Ele ensinadas pudessem ser preservadas ao longo dos séculos. Para que Sua palavra não fosse pervertida nem ficasse sujeita à interpretações divergentes e incoerentes. E depósito da fé está presente no magistério e na tradição da Igreja Católica.

      Sola scriptura não é um termo que se relacione com superstição, ocultismo e afins.

      Paz e Bem

  3. “Tenho recebido muitas visitas de gays e simpatizantes em meu blog, inclusive de um declarado cristão protestante (!)”
    Rapaz, acho melhor tu deixares de palhaçada, pois em momento algum eu falei a favor do homossexualismo.
    É melhor tu parares com esta palhaçada, pois há medidas legais para isso.
    Não sei como alguém se considera cristão e se comporta como qualquer um vagabundo de beira de rua e pior do que muitos moleques que foram contrariados.

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