10 de cada 10 abortistas


Quem provocar a queda de um só destes pequenos que crêem em mim, melhor seria que lhe amarrassem ao pescoço uma pedra de moinho e o lançassem no fundo do mar. Ai do mundo por causa dos escândalos. É inevitável, sem dúvida, que eles ocorram, mas ai daquele que os provoca. – Jo 18, 6-7

Soube via twitter que há articulação “feminazi-abortista” rolando com a realização de um evento latino-americano por esses próximos dias.A data é 28/09,  a ideologia maligna é celebrada desde 1990, segundo o site da FECOSUL: http://www.fecosul.com.br/agenda

O link mais preciso a respeito do evento é este, direto do covil: http://www.feminismo.org.br/livre/index.php?option=com_content&view=article&id=6055:descriminalizacao-e-legalizacao-do-aborto-avancos-e-desafios-neste-28-de-setembro&catid=54:what-ails-you&Itemid=411

Dando uma “googlada” rapidamente, encontrei um abaixo-assinado virtual dum grupo desses que “com 10 pedras na mão” visava apelar a alguns deputados para que repudiassem o bendito Estatuto do Nascituro

Vale lembrar que este abaixo-assinado virtual pela aprovação do Estatuto do Nascituro (http://www.ipetitions.com/petition/estatutodonascituro/) recebeu até momento da edição deste artigo 5343 registros, enquanto o abaixo-assinado abortista recebeu somente 2275.

Encontrei também um aviso de um evento desses, mas aparentemente do ano passado, num blog dedicado à maternidade(!): http://www.coisademae.com/2010/09/28-de-setembro-dia-latino-americano-pela-legalizacao-do-aborto-na-america-latina-e-caribe/
É a única postagem que retorna da pesquisa pelo termo “aborto”, e que curiosamente foi postada na categoria “Casamento”. Bem esquisito, mas para este presente artigo, ignorável.

Sendo assim, venho apresentar oposição a cada uma das 10 alegações contrárias à vida que este grupo de velado assassinos faz questão de panfletar por aí. O artigo não é em si muito extenso. Ficou grande porque coloquei os textos originais das irracionais razões deles.

“10 Razões pelas quais o “ESTATUTO DO NASCITURO”, Projeto de Lei No. 478/2007, é prejudicial à saúde e aos Direitos Humanos das Mulheres”

Pra começar, é curioso como defensores dos direitos humanos fazem questão de lutar contra a discriminação, independente de “raça, credo, cor e sexo” e ao mesmo tempo repudia medidas como o Estatuto do Nascituro que visam proteger homem e mulher, a ambos, indiscriminadamente. Assim começa a empresa dessa “gente de bem”.

1. Amplia a criminalização do abortamento para as situações que hoje são permitidas por lei. Dificulta o acesso das mulheres ao aborto legal, já bastante limitado no Brasil, e pode ser ainda mais restringido caso este projeto de lei seja aprovado. Até as mulheres que tem o direito ao acesso ao aborto previsto em lei seriam criminalizadas, como nos casos de risco de vida e nos casos de estupro. O projeto obriga vítimas de estupro a suportar a gravidez resultante do crime, agravando sobremaneira seu quadro de estresse pós-traumático, o que põe em risco sua saúde mental. A situação é especialmente preocupante considerando o grande número de crianças e pré-adolescentes grávidas em decorrência de abuso sexual, grande maioria destas, é vítima de abusos sexuais durante anos por parte de pais, padrastos ou outros familiares. O projeto obrigaria vítimas de pedofilia a suportar gestações que, além de traumáticas, são de alto risco, pois seus corpos não estão completamente formados. É uma violação do direito constitucional de não sofrer tratamento cruel, desumano ou degradante.

Para abortistas, a “dura pena” de ter que “suportar gestações indesejadas” é a pior coisa pela qual a mulher pode passar. Para escapar deste terrível jugo, a grávida deve ter o direito de ser submetida a uma cirurgia invasiva de alto risco, com grande potencial esterilizador. Mais uma vez: a natureza da mulher É GERAR SERES HUMANOS! Seu corpo tem esta função primária e portanto, dar continuidade a uma gravidez é praticamente sempre mais saudável do que submetê-la a qualquer tipo de cirurgia abortiva.

Repare que os abortistas fingem enxergar apenas um viés de trauma para os casos de gravidez decorrente de abusos, que é o da concepção indesejada. Ignora-se que a violência em si é o maior trauma sofrido, é de fato a verdadeira situação estranha. Como citei acima, a função natural dos seres humanos é a reprodução. Para isso, fria e biologicamente falando, basta pouco mais que a união dos gametas. Unem-se espermatozóide e óvulo, tem-se fecundação. É o natural. O que é inaceitável, o que deve ser erradicado é justamente a violência com a qual se deu este ato biológico. As mulheres que se encontram na situação de vítimas destes casos deveriam ser orientadas a justamente combater o sistema que facilitou a agressão, e não ser orientadas a tornarem-se elas próprias agentes de violência e agressão contra outros inocentes, vingando nesses a culpa dos abusadores. Há, sem dúvida, um grande trauma para estas vítimas da “violência contra a mulher”: a impunidade. O medo de sofrer novamente o ataque, ainda mais nos casos de criminoso familiar.
Pra quem ainda não viu, apresento ainda este terceiro viés de trauma, ainda mais grave:

No entanto, lutar por melhorias no patrulhamento policial das ruas, das investigações e caçadas aos estupradores e pedófilos, nada disso gera renda para grupo algum, de sorte que a gente abortista se sustente. Já a venda de anticoncepcionais, ah… essa coloca o peru de natal na mesa de muita feminista…

2. Viola o direito à igualdade entre homens e mulheres. De acordo com o projeto de lei, as mulheres grávidas passam a ser consideradas como criminosas em potencial. Se uma mulher sofrer um abortamento espontâneo – 25% das gestantes podem sofrer abortamento espontâneo no início da gravidez – em uma situação extrema, pode ser alvo de uma investigação policial ou ser processada por ter violado o direito à vida do embrião.

Vejam como os abortistas tornaram-se exímios malabaristas. Brincam com as palavras, com a formulação de uma sentença de maneira a colocar a gravidez como uma condição de potencial criminalidade! Assim fica mais fácil dizer para elas, como fosse um certo comercial de chocolate da década de 90: “Compre pílula…. compre pílula…. você não quer ser criminosa…. compre pílula….”

O mais importante aqui é notar o terrorismo que é utilizado. Dizendo que caso a mulher tenha um abortamento espontâneo ela pode ser processada, o assassino de nascituros visa incutir a consciência de que engravidar é ruim.
Mas, calma. Segundo este estudo [1] da UNICAMP que diz ter entrevistado em 1996 12.612 mulheres em idade fértil, apenas 14% das mulheres indicou ter sofrido aborto espontâneo. As feminazis não conseguiriam levar tantas moças para a cadeia somente fazendo figa.
Além do mais, o aborto provocado é um dos principais potencializadores dos abortos espontâneos.

Falando em “direitos iguais”, achei um site de uma revista jurídica em que consta:

Consoante o art. 25 do Código Penal Brasileiro, “entende-se em legítima defesa quem, usando moderadamente dos meios necessários, repele injusta agressão, atual ou iminente, a direito seu ou de outrem”.

Logo, se é possível absolver até uma pessoa que matou (sim, que teve a intenção de matar, com objetivo de defesa) não se engula essa balela de que aquela mulher que abortar involuntariamente possa ser criminalizada de alguma forma por causa de uma inusitada falha de julgamento.

3. Em especial, discrimina as mulheres em situação de maior vulnerabilidade. Mulheres de baixa renda, negras, com pouca escolaridade, jovens e com limitado acesso aos serviços de planejamento familiar seriam as mais afetadas. São essas mulheres que correm o maior risco de morrer ou sofrer complicações devido a abortos inseguros.

Aqui entra a observação na qual mais me apego: os abortistas nunca consideram que a maneira mais eficaz de se proteger uma mulher de padecer de dificuldades hospitalares ou dos “traumas” de uma gravidez indesejada par aquelas mulheres pobrezinhas com “limitado acesso aos serviços de planejamento familiar” é, pasmem!, NÃO PRATICAR SEXO!

Percebam como os abortistas invertem os valores num giro tão dramático que chega a causar náuseas. Mulheres pobres, sem condição de criar filhos, não deve ser educadas para entender que deve-se ter prudência no seu comportamento sexual. De que o correto é respeitar o tempo e a ordem da relação conjugal de maneira que o ato sexual – altamente fértil – precisa sim de um ambiente de respeito e responsabilidade que seja capaz de acolher uma ou várias crianças a serem concebidas.
Nãaooooooo! Devemos sangrar os cofres públicos para ter máquinas de preservativos nas escolas. Já que as crianças transam mesmo, matam aula mesmo, o jeito é ao menos encapar os rapazes para que as meninas (que têm todo o direito à iniciar sua vida sexual quando bem entenderem, pff…) mantenham-se a salvo da maldição da barriga!
Abortistas não têm pudor ou moral. Não desejam fomentar uma maior participação dos pais na educação das novas gerações. Hipócritas! Sugerem que o Estado seja um pai molestador, uma mãe prostituta! Desejam usar o dinheiro público para sarar as mazelas que a sua libertinagem permitiu!

Corrigindo a frase cretina do final deste item 3: são as mulheres pobres que têm mais chances de praticar os abortos mais arriscados. E por razões óbvias. Mas TODO ABORTO É INSEGURO, assim como TODA CIRURGIA INVASIVA oferece risco de morte, por menor que seja.

4. Aumenta as taxas de abortos inseguros. O aborto inseguro é uma questão de Direitos Humanos das mulheres e questão de saúde pública no Brasil, onde anualmente quase duzentas mulheres morrem e milhares sofrem sequelas devido a práticas clandestinas e não seguras. Está, portanto, na contramão da tendência de revisão ou ampliação das leis restritivas em relação ao aborto no mundo, como ocorreu recentemente em Portugal, Colômbia, Uruguai, México e Espanha. As evidências têm demonstrado que a simples proibição do aborto em nada tem contribuído para diminuir sua prática, mas contribui para o risco de aborto inseguro e clandestino. Mulheres vítimas de estupro também recorreriam a abortos inseguros, o que, além de ameaçar sua saúde e sua vida, poderiam levá-las a ser processadas criminalmente, gerando grande estresse emocional a uma mulher já tremendamente traumatizada.

O que aumenta a taxa de abortos praticados é a procura por abortos. O que aumenta a procura pelos abortos é a deformação cultural da sociedade, que criou um problema para si, o uso desregrado das funções sexuais, e prefere crer que a instituição do assassínio de seres humanos indefesos é a solução.
A opção pela vida gera vida. Não é questão de matemática ou português. É questão de lógica.
Mas, pense: o que custa mais? Será que uma tonelada de panfletos pró-vida, incentivando a decência e o exercício de valores morais sadios, como uma vida sexual iniciada no tempo e ambientes certos, com acompanhamento consciente e intensivo dos pais e responsáveis, o salário de palestrantes em escolas por todo o país, visando chamar atenção de nossas crianças e adolescentes para o fato de que eles são mais do que animais com desejo carnal incontrolável ou talvez a construção de um centro hospitalar abortista modernamente aparelhado e com recursos humanos suficientes?

Acontece, que abortistas não se interessam muito em investir na família, investir na educação. Eles mesmo nem devem ter estudado o bastante, pois fazem propaganda de dezenas de medicamentos e dispositivos contraceptivos (alguns altamente prejudiciais à saúde, ainda que a longo prazo) e parecem não saber que o método contraceptivo mais eficiente, com 100% de eficácia (nada de 99,999% aqui!) e ainda por cima: mais BARATO, é a abstinência.
Bem, quem gosta de enganar são eles, e não eu. Não são incultos. Não são burros. São maliciosos mesmo. E famintos por dinheiro. Abstinência não dá pra vender!
De novo: a grande empresa dos abortistas é a venda de contraceptivos e os recursos destinados ao abortamento hospitalar. E eles precisam desse dinheiro. Afinal, precisam pagar suas secretárias, as feministas. Senão elas encasquetam que são iguais aos homens, e partem pro mercado de trabalho!

Outra mentira que este item traz é de que somente abortos “clandestinos” deixam sequelas físicas e emocionais. Confira o artigo “As sequelas do aborto legal” em [2]. Este blog é português, a propósito. O item cita Portugal como país que deve ser louvado como “progressista e moderno” por ter legalizado o aborto.

Por que o uso das aspas no adjetivo clandestinos? Ora, a maioria esmagadora dos abortos será sempre clandestina. Que mulher desejará assumir abertamente que pratica abortos? Que mulher enxergará vantagem em anexar à sua imagem a de uma promíscua (ainda que o seja), assassina, potencialmente infértil, ou até mesmo “usada, gasta”. Só se for para ficar bem colocada na seleção praquelas secretárias citadas acima..

Ah! Este item contém ainda outra falha lógica: mulheres que possam comprar tratamento em clínicas abortivas legalizadas não entram no grupo daquelas que correm o risco de serem criminalizadas. Sempre são somente as que foram vítimas de violência (ainda que não tenham sido…)

5. Viola os tratados internacionais de Direitos Humanos dos quais o Brasil é signatário, que não estabelecem o direito à vida para fetos e embriões. O projeto de lei confere proteção ao direito à vida do embrião em detrimento às realidades concretas e materiais vividas e enfrentadas por mulheres que possuem autonomia e são titulares de direitos constitucionais à saúde, à liberdade, à igualdade e à não discriminação. Viola os direitos fundamentais e invioláveis á vida e à saúde das mulheres ao dar prioridade absoluta e proteção integral ao embrião, proíbe qualquer ato que ameace a continuidade da gravidez, mesmo que tal ato seja necessário para preservar a saúde ou a vida da mulher.

Péééé!!! Mais uma mentira abortista. O Brasil é signatário do chamado Pacto de São José da Costa Rica (Convenção Americana sobre Direitos Humanos) desde Setembro de 1992. Este documento traz, no seu artigo 4º o seguinte: “Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente.”

Por que dar prioridade e proteção integral ao embrião? Hmm.. … ah sim! É porque toda vida humana passa por este estágio, e portanto, se não visarmos proteger a humanidade no momento em que ela é mais frágil, corre-se se o risco de dizimar a humanidade.
Já que abortistas não têm muita noção do que seja a vida, como ela começa, e muito menos do papel que o ser humano representa para os seres humanos, talvez compreendessem se pensassem em plantas. Abortistas e feminazis, já viram pelas calçadas de bairros civilizados (sei que não deve ser o habitat natural de vocês, mas ao menos devem ter passado por algum desses bairros mais residenciais) árvores plantadas em seu estágio inicial, como muda? Notaram que é necessário cercar a mudinha e num certo momento amarrá-la com certa folga a um cano ou ripa de madeira para que a plantinha cresça aprumada? Começou a ligar as coisas, né? Agora é só parar de fingir que não acredita que embrião humano é o começo de vida humana, ok?

Hein? Hã? Uma feminazi gritou lá do fundo que “mudinha não é planta!”. Tsc tsc tsc….

6. Os Direitos Constitucionais garantidos para as mulheres podem estar ameaçados, se for aprovado. Viola o princípio constitucional do Estado Laico. Os valores morais das religiões vigentes, além de diversos, não devem influir na vida sexual e reprodutiva privada das mulheres. Não existe consenso científico sobre quando começa a vida. Elaborar lei que diz que a vida começa na  concepção é impor tal idéia, que tem sua origem em segmentos conservadores dogmáticos, sobre toda a população brasileira, violando a  separação entre igreja e estado, e a liberdade religiosa dos que seguem outras doutrinas.

Interessante este ponto: os valores morais e religiosos sob os quais nossa sociedade e em especial este país foram fundados não deve influir na vida sexual e reprodutiva privada das mulheres. Mas a cartilha de libertinagem de um grupo corporativista abortista e suas secretárias feministas sim. E que papo é esse de “vida sexual e reprodutiva privada”??? Por acaso existe “vida sexual e reprodutiva PÚBLICA”? Cruz credo!

E aqui, os assassinos abortistas chafurdam na sua lama fétida outra vez: “Elaborar lei que diz que a vida começa na concepção é impor tal idéia, que tem sua origem em segmentos conservadores dogmáticos(…) violando (…) a liberdade religiosa dos que seguem outras doutrinas.”. Valei-me Santa Gianna Beretta! Haja paciência… Em português claro: o cristianismo, que prega a defesa da vida em todos os seus estágios de desenvolvimento, desde a concepção à morte natural, deve ser silenciada e rechaçada por “desrespeitar a liberdade de culto”, mas qualquer outro tipo de religião que aceite ou incentive o abortamento e proporcione uma “liberdade de consciência” irresponsável para as mulheres, deve ser preservada, privilegiada e, por que não?, difundida!

Além do mais, a cabeça abortista satisfaz-se em ser limitada, interpretando o mundo e a sociedade contemporânea com visão simplista e dualista onde ela, especialmente, não pode ser: ou se aceita a igreja ou o Estado político tripartite. Ora, por acaso os entusiatas do estado laico pretendem expulsar da política todos os vereadores, deputados, senadores e correlatos que confessarem alguma fé religiosa, sob alegação de incômoda e prejudicial parcialidade?
Abortistas, primeiro “faxinem” a política, removendo todos os cristãos, e depois voltem a correr atrás do rabo, a brigar pelo direito de matar seres humanos indefesos.

7. Implica em mais custos para o Estado. No Brasil, a partir de dados do SUS, estima-se um gasto anual de cerca de 29 milhões de reais, por conta da média de 238 mil curetagens decorrentes de complicações do aborto inseguro por ano. Se o projeto de lei for aprovado os custos aumentarão ainda mais, pois obriga o pagamento de pensão para as mulheres que engravidam por estupro. Além disso, os abortos inseguros aumentariam, pois as vítimas de estupro recorreriam a eles.

Abortistas e feminazis não possuem a menor preocupação com a lógica. Mesmo. É uma lástima que conquistem tantas simpatizantes (porque uma mulher que seja, que simpatize com ideais feministas e abortistas, já é uma enorme perda para a humanidade, para a sociedade de bem).
Com uma oferta de ajuda de custo paga pelo governo para que vítimas de estupro não abortem, a procura por abortos de qualquer espécie tende a DIMINUIR, ora.
Até parece que a mulher estuprada vai pensar: “Po, melhor eu abortar clandestinamente do que me inscrever no programa do governo que dá dinheiro pra eu não abortar…”. Nem na pior peça de teatro alguém veria tamanho absurdo!

Além de ajuda de custo para dissuadir do aborto, há diversas alternativas, como eu já citei aqui no blog algumas vezes. E a quantidade de pessoas beneficiadas só pode aumentar, quando se opta pela vida!

8. O projeto ainda prevê uma bolsa para as mulheres vítimas de estupro criarem seus filhos, porém esta bolsa só será viável se a mulher denunciar o estupro. É, portanto, ineficiente, pois se sabe que muitas mulheres não o denunciam por medo, vergonha, ou por conhecer o agressor. Mesmo quando houver a adoção, as mulheres ainda levarão adiante uma gravidez indesejada, sem que possam exercer a autonomia reprodutiva criando uma situação análoga à da tortura. Haveria aumento no número de recém-nascidos abandonados por mulheres sem condições emocionais de criá-los. O pagamento de pensão pelo estuprador à criança, fruto de seu crime, é perigoso, pois cria mecanismos que poderiam possibilitar que o criminoso rastreasse o paradeiro de sua vítima e de seu filho.

Os abortistas acreditam que não é válido estimular a coragem de denunciar o agressor. Desta forma, engessam a reconstrução de uma sociedade mais justa, reprovando a promoção deste valor precioso: a opção pelo que é certo. Estes abortistas devem, pois, não concordar que as violências sexuais (sejam elas por desconhecidos ou não) devam ser energeticamente punidas pelas autoridades de segurança pública. Até porque, protegendo a impunidade dos estupradores, os abortistas garantem a clientela de seus patrões patrocinadores.
E tem mais: onde fica o discurso da “igualdade” entre homens e mulheres? Porventura, não estamos todos obrigados em consciência a denunciar crimes? É possível que o anonimato do Disque Denúncia seja, pff, “sexista”? Ah vá…

E, de novo, mais uma vez, novamente, a recorrente e persistente falta de lógica do discurso: se hoje há mulheres que abandonam crianças por não terem condições de criá-los (e isso nem é desculpa para as atrocidades frequentemente noticiadas) a implantação de uma ajuda de custo que convença as mulheres a desistirem do aborto irá, obrigatoriamente prevenir o abandono, sob pena de perda do benefício.

Aí, os abortistas comparam a gravidez que é levada adiante a uma “tortura”. Estranho… a maioria das pessoas pensa em extrair um dente (ou fazer canal) como uma “situação análoga à tortura”. Dar-se a corte de bisturi, ou introdução de toda sorte de agulhas e tubos de sucção é notoriamente mais “análogo à tortura” do que conservar a própria dignidade não assassinando um ser humano através de aborto, prosseguindo com uma gravidez naturalmente.

Fecha-se o item acusando o Estado de incompetente na esfera de segurança pública, mas dando a mão ao criminoso. O Estado deve usar sua expertise em edificar clínicas abortistas e demais dispositivos legais para livrar a pele do exército de assassinas feminazi. Mas é, e é bom deixar claro: completamente ineficaz em proteger esta legião de sexualmente liberais.
E reparem que até com relação às capacidades clínicas do Estado, abortistas são seletivamente descrentes: os cirurgiões-assassinos são bem-vindos e certamente capacitados a cada vez matar melhor pequenos seres humanos com o mínimo de sangue derramado. Mas os psicólogos e demais assistentes sociais jamais poderão proporcionar à uma vítima de violência que não abortar a devida recuperação mental, social e física

9. Cria barreiras para o acesso à contracepção. O projeto de lei pode ser um obstáculo para o acesso a métodos contraceptivos, à anticoncepção de emergência, sob o argumento da proteção ao direito à vida do ovo, embrião ou feto.

Vejamos: na calculadora infernal dos abortistas, a ajuda de custo prestada ás mulheres para se evitar aborto nas dezenas de milhares de casos anuais custaria mais para o governo do que custear a fabricação e distribuição de camisinhas e pílulas para manter inférteis milhões de brasileiros, homens e mulheres todos os anos.

Mas sim, alegrai-vos, pessoas de bem! As ações pró-vida desejam mesmo criar barreiras para o acesso à contracepção! Pois a contracepção é a causa de inúmeros males à população mundial há décadas. Males como: adultério e dissolução de famílias, disseminação de doenças sexualmente transmissíveis e, vejam só: demanda por aborto! (Isso sem contar nos processos judiciais contra as fabricantes dos tais dispositivos contraceptivos que falham, quase sempre por incompetência humana…)

A rejeição da libertinagem promovida pelos métodos contraceptivos e suas promotoras feministas é a arma contra a corrupção da moral e da decência humanas. Do valores éticos e cristãos (sim!) que podem salvar a humanidade da decadência.

“Contracepção de emergência”? Já viu algum imbecil pular “da janela do quinto andar” confiando na eficácia do SAMU? É sério! É preciso um grande esforço de conscientização desses meninos e meninas por aí que não fazem a menor idéia do que é ter responsabilidade, que são completamente inconsequentes mas sentem-se plenamente capacitados e amadurecidos para iniciar-se sexualmente, para brincar “de papai e mamãe”, “de médico”, mas nunca de “marido e mulher, com filhos”.

E vai muito mais além. As feminazis vêm ao longo das décadas anestesiando hordas de mulheres, enganando-as. Parecem lutar e dar poder a elas, oferecendo uma falsa liberdade, falsas independências e autonomias. No fundo (e nem tanto!) garantem que essas mulheres possam ser tão reduzidas a objetos descartáveis como os pobres fetos eliminados, assassinados, por elas. Mas lembrem-se: feministas não passam de secretárias de corporações farmacêuticas abortistas. Ah, claro: as nossas feministas (ugh! que asco em escrever isso!) são secretárias dos socialistas de PT, PSOL e primos menores…

10. O projeto de lei proibiria pesquisas com material embrionário. Sabe-se que o uso de células-tronco embrionárias em pesquisas foi autorizado por decisão histórica do Supremo Tribunal Federal (STF), em 2008. O STF decidiu que o direito à terapia com células-tronco integra o direito à saúde. O projeto, portanto, é inconstitucional pois restringe tal direito, que é inviolável.

Assim como não há um consenso na medicina sobre o momento em que começa a vida (ainda que, com um pouco de bom senso, não seja difícil adivinhar), também não há um consenso na medicina sobre a eficácia do uso de células-tronco embrionárias. Existe, e é bem considerado, o uso de células-tronco adultas, sendo estas últimas menos causadoras de câncer nos processos já executados, conforme o exposto em [4]. Aqui, em [5] há mais informações a respeito das pesquisas com células-tronco, inclusive sob o ponto de vista de um certo “setor conservador e dogmático” da sociedade.

Além disso, é notório o desinteresse de abortistas em fomentar a ciência acerca das pesquisas com células-tronco. Do contrário, adotariam a estratégia de lutarem somente pela conversão de vontade de abortar em contribuição/doação de fetos para pesquisas científicas. Jogar nesta cartela de razões furadas a polêmica destas pesquisas tem o objetivo exclusivo de distrair, de tirar o foco.

Recomendo também a leitura do artigo do site Brasil Sem Aborto em [3], que explica em que termos o Estatuto do Nascituro toca as leis penais.
Estou divulgando este artigo entre feminazis também. Afinal, elas lutam tanto por direitos… Há total direito de resposta por aqui. Diria até que elas têm o dever de comentar, mas sabemos que elas só querem mesmo os direitos.

Veja também:

A medida provisória e a estupidez permanente

Um aborto mal feito da Planned Parenthood deixa mulher estéril


Links:
[1] http://www.scielo.br/pdf/rbgo/v32n3/a02v32n3.pdf
[2] http://algarvepelavida.blogspot.com/2007/07/as-sequelas-do-aborto-legal.html
[3] http://www.brasilsemaborto.com.br/index.php?action=noticia&idn_noticia=15&cache=0.7881794110137694
[4] http://www.dj.org.br/noticiario/1168-vaticano-sediara-congresso-internacional-sobre-celulas-tronco.html
[5] http://www.zenit.org/article-16467?l=portuguese

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3 pensamentos sobre “10 de cada 10 abortistas

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