Detenha-me ou eu te devoro


Tenho recebido muitas visitas de gays e simpatizantes em meu blog, inclusive de um declarado cristão protestante (!) (infelizmente há alguns cristãos que “amadureceram demais” nesta materia…)

Isso se deve à publicação que fiz de dois artigos meus tratando da problemática do movimento homossexual  e da patrulha do gayzismoa (como sempre, recomendo a leitura das discussões travadas nos comentários desses artigos, para reforçar o conhecimento do modo de pensar dessa gente e pegar dicas de como responder a eles) nos comentários de uma atualização de status da página de facebook do jornal Gazeta do Povo.
A conversa se dá a respeito do belo artigo do colunista Carlos Ramalhete publicado lá, que versa sobre a adoção. Embora ele tenha referenciado diversos arranjos socias que acolhem crianças, não foram as freiras ou os artistas circenses que se doeram (até porque nao foram ofendidos; ninguém essencialmente foi!) mas a minoria coitadista favorita da mídia: os gays.

O que se seguiu à publicação do artigo foi uma polêmica velozmente executada pelo exército de militantes gayzistas que exigiram reparação do colunista, e a chiadeira ganhou força quando o jornal resolveu aliviar a própria barra dando um tiro no pé,  isentando-se da – notem bem: desnecessária –  responsabilidade de editar/revisar/censurar o conteúdo do artigo, quando deveria ter, justamente pelo contrário, comprado a briga de seu funcionário considerando o conteúdo nada impróprio, e face à ignorante exigência dos leitores.

Aproveitando a evidência do fato entre meus contatos internautas (blogueiros, colegas de twitter, leitores, etc) engrosso o caldo da denúncia a essa ameaça de cerceamento da liberdade de opinião alheia a serviço do bem-estar homossexual.

Meses atrás me deparei com este caso a seguir. Mais um exemplo de que só mesmo os distraídos e os idiotas úteis ainda negam que exista uma guerra declarada entre o movimento gay e o cristianismo:

Uma publicação apoiada pela prefeitura de Fortaleza está gerando polêmica na cidade. Trata-se do Calendário Translendário. Este calendário foi denunciado ontem no plenário da Assembleia Legislativa pelo deputado estadual Fernando Hugo (PSDB) por apresentar fotos de homossexuais e travestis fazendo referência a obras sacras. “Numa obra de Michelangelo, a Pietà, por exemplo, aparece um travesti posando sentado, desconfigurando a pintura do artista”, destacou o tucano, que na verdade se referia à escultura de Michelangelo.

Segundo Hugo, no calendário há uma simulação da Santa Ceia, de Leonardo da Vinci, com homossexuais sentados à mesa. O deputado prometeu encaminhar o calendário para o Ministério Público Estadual (MPE) e investigar quanto a prefeitura pagou pela publicação. Revelou ainda que vai enviar o calendário para representantes da Igreja Católica no Ceará, pois segundo ele a publicação é uma afronta às obras consideradas cristãs.

Em sua fala, o deputado disse não ser contra gays, lésbicas, homossexuais ou travestis. Afirmou ser “contra a prefeitura gastar dinheiro com este material, que é improdutivo, irresponsável e insano”. O deputado estadual Antônio Carlos (PT) saiu em defesa da publicação do calendário. “O calendário não traz nada demais. Ela apenas foca no respeito à diversidade sexual”, afirmou o petista. Para ele, a denúncia de Fernando Hugo é “preconceituosa, exagerada e homofóbica”. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

(Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/calend%C3%A1rio-travestis-gera-pol%C3%AAmica-ce-112000039.html)
(Neste link é possível ver as imagens do infame calendário.)

Algumas considerações:

1) Não desconsiderem este detalhe: tinha que ser um político do PT a defender a ofensa à Igreja Católica. E em tempo de eleições (em especial no Rio de Janeiro), é imprescindível lembrar que o PSOL do Marcelo Freixo está do mesmo lado nessa matéria…;

2) Persiste uma falha prática no discurso de defesa: enquanto o problema for tratado sob a ótica da questão do gasto de dinheiro público exclusivamente, jamais se atingirá o objetivo de determinar que isso que eles fazem, esta afronta, é uma grave ofensa e não uma “expressão artística” ou uma “liberdade de expressão” inocente. Afinal, gays também pagam impostos. E aí, reclamando de gastos, entra-se no círculo vicioso de quem tem ou não o direito de gastar. É preciso, quando se critica, assumir a motivação moral e principalmente religiosa, quando for pertinente. Aqui é necessário lembrar que não são só os cristãos que enxergam a indecência no homossexualismo. Além disso, os criadores do material utilizaram figuras e artes seculares também;

3) É muito digno de nota quem é que realmente está oprimido nestes dias tenebrosos. Quem tem acompanhado casos como esses (de políticos, comunicadores e afins que procuram defender a Igreja Católica e o cristianismo em geral) deve perceber que estes dignos cidadãos precisam SEMPRE prefixar sua argumentação com uma afirmação anti-homofóbica. Eles já conseguiram aprisionar os cidadãos de bem. Já estão nos sitiando com sua patrulha, pronta para disparar processos e criar disputas por causa da forma de expressão. No caso do colunista Carlos Ramalhete não foi muito diferente: não só ele foi ameaçado de receber processo, como sua integridade física também foi posta em risco.

Antigamente gays produziam arte e ao mesmo tempo não se promoviam tão compulsivamente enquanto gays. A opção sexual não importava muito. Há exemplos na música e nas artes cênicas. Até temos, é verdade, o exemplo de Oscar Wilde,  autor de “O Retrato de Dorian Gray”, que era uma exceção da época. Mas a geração gay nova está mesmo se tornando cada vez mais estéril, cada vez mais incapaz de trazer algo belo e inofensivo à comunidade, limitando-se a, como nesse exemplo do calendário, reeditar obras consagradas, homossexualizando-as. Outro exemplo foi o sacrílego cartaz da passeata gay que fez uso da imagem de uma catedral do Paraná parodiando a capa de um disco do Pink Floyd.

Episódios como este continuarão a acontecer enquanto deixarmos a agenda gay avançar,  se deixarmos  aberrações jurídicas como PLC 122 serem aprovadas.

Temos que incessantemente denunciar estas ameaças! Recomendo curtirem e apoiarem esta página de facebook criada em apoio ao Carlos Ramalhete

Ou detemos esse monstro (usei o termo só pra provocar a gritaria mesmo), ou ele devorará a todos nós, cidadãos de bem.

“Mas se tu aprendeste e ouviste falar do Inferno e acreditas que não é fogo, lembra-te de Sodoma. Pois vimos, e com certeza continuamos a ver até mesmo na vida presente, uma aparência do Inferno. Quando muitos negam totalmente as coisas que virão depois desta vida, negam ouvir falar do fogo inextinguível, Deus traz à mente as coisas presentes.
Por isso foi calcinada Sodoma. Pensa em como é grande o pecado, para ter forçado o Inferno a aparecer mesmo antes do seu tempo! Onde a chuva era incomum, porque a relação sexual era contráriaà natureza, ela inundou a terra, tal como a luxúria havia feito com as suas almas. Por isso também a chuva era o oposto da chuva habitual. Agora não só ela não mexe no ventre da terra para a produção de frutos, mas tornou ainda inútil para a recepção das sementes. Foi também assim a relação dos homens entre homens, fazendo um corpo desta espécie mais inútil do que a própria terra de Sodoma.” – São João Crisóstomo

Veja também:

Contra a apologia homossexual pseudocatólica

5 pensamentos sobre “Detenha-me ou eu te devoro

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