Um aborto mal feito da Planned Parenthood deixa mulher estéril


Tradução de artigo publicado no site LifeNews.com em 17/09/12.

Nota do tradutor: É bom que seja dito claramente: este é o tal aborto seguro, das clínicas legalizadas, pelos quais as feministas tanto clamam.

Uma clínica da Planned Parenthood em Birmingham, Alabama, está sendo processada por negligência por causa de um aborto mal feito que deixou uma mulher incapacitada de ter filhos.

Roberta Clark deu entrada na Birmingham Planned Parenthood, em 20 de agosto de 2010, para o que ela pensou que seria um aborto de primeiro trimestre rotineiro. Um exame de ultrassom, que foi conduzido por um funcionário destreinado e não-licenciado, indicou que Clark estava com 8 semanas e 4 dias de gravidez intrauterina, mesmo tendo sido descoberto depois que ela não estava nem grávida.

O aborteiro Aquadon Emmanuel Umoren, baseado na Califórnia, que tem contrato para praticar o aborto na clínica da Planned Parenthood supracitada e em outra clínica em Huntsville, estava de serviço daquela vez. Foi reportado que ele conduziu um exame pélvico que ele disse concordar com o diagnóstico de 8 semanas e 4 dias.

Clark recebeu um aborto por sucção (n.t.: respeitei o texto original, mas sustento que ela não “recebeu”, mas “praticou”), após o qual ela continuou reclamando de náuseas, vômito e dor pélvica. O relatório da patolologia que indicou não ter sido encontrada nenhuma parte de feto na amostra de tecido analisada no mesmo dia. Clark não foi informada disso e nem existe registro de ela ter recebido qualquer acompanhamento de Umoren ou da Planned Parenthood.

Vinte e cinco dias depois, Clark estava em um hospital em Birmingham sofrendo uma cirurgia de emergência para salvar sua vida. O doutor removeu sua trompa rompida, contendo um feto de 13 semanas e placenta.

Umoren está sendo acusado de falsificar registros médicos e negligentemente falhar em diagnosticar a gravidez tubária da paciente.

“Umoren foi incompetente a ponto de seu exame manual falhar em determinar que a paciente não tinha gravidez intrauterina, ou ele mentiu no prontuário de Clark. Isso a colocou em situação de risco de morte. Ela teve sorte de sobreviver”, disse Troy Newman, presidente da Operation Rescue and Pro-Life Nation. “Nós não toleramos este tipo de charlatanismo em nenhuma outra disciplina médica e não toleraremos quando se tratar de aborto. Umoren deveria ter sua licença revogada e a Planned Parenthood em Birmingham deveria ser fechada.”

“Este caso revela o perigo dessas clínicas abortistas que não fornecem um cuidado continuado. Esta prática coloca as mulheres em risco e não deveria ser permitida”, diz Newman. “Nós pretendemos preencher queixas contra os abortistas e a Planned Parenthood por essa enorme violação do cuidado básico.”

Newman disse à LifeNews que, além de estar em estágio probatório à época do incidente, uma inspeção sanitária conduzida alguns meses depois indicou que a Planned Parenthood tinha múltiplas deficiências incluindo sistema de controle de registros de baixa qualidade e falhava em dar instruções aos pacientes que recebiam alta.

“A Planned Parenthood tem problemas assim por todo o país. Em Julho, uma clínica deles em Chicago matou Tonya Reaves durante um aborto de segundo trimestre mal executado. Nós temos documentadas dúzias de emergências médicas nas clínicas da Planned Parenthood ao redor do país nos últimos 20 meses – e esses são os que chegamos a tomar conhecimento”, contou Newman. “Está na hora da Administração do Obama parar de proteger esta doadora de campanhas e começar a proteger as mulheres dos abortos mal-feitos das clínicas Planned Parenthood”.

Os detalhes desse aborto mal feito (da paciente Clark)  seguem os da morte de Tonya Reaves na clínica da Planned Parenthood de Chicago de um aborto que ela fez lá.

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