Mais mentira do lobby gay: o papabile que deseja a morte dos homossexuais


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(Foto: reprodução)

Corre à boca pequena na Internet a fofoca de que o cardeal Peter Turkson, de Gana, seria favorável ao projeto de lei de Uganda que prevê a pena de morte para praticantes do homossexualismo.

Um blog favorável ao movimento gay publicou em 13/02/13 o artigo “Forte candidato a papa defende pena de morte para gays” onde ele faz uso de uma citação fora de contexto (para não variar…).

O autor da matéria escreveu o seguinte parágrafo:

Homofóbico, Turkson defende a pena de morte para homossexuais em Uganda, um projeto de lei infame que tramita no Poder Legislativo do país. Ao site “National Catholic Register”, ele tentou justificar, no ano passado, o porquê da vontade de prender e matar gays e lésbicas na África seria compreensível (!): “A intensidade da reação (à homossexualidade) é provavelmente compatível com a tradição”.

Quando se abre o link mencionado, surge uma rápida nota dando conta de um abaixo-assinado virual pela organização Avaaz, oferecendo resistência e oposição a tal projeto de lei. NENHUMA menção ao cardeal. O que – a meu ver –  ocorreu, foi um esforço de cruzar as referências.

Traduzindo o trecho original de onde o blog gay retirou a frase com a qual acusa o card. Peter Turkson de “homofobia”:

Ghanaian Cardinal Peter Turkson, president of the Pontifical Council for Justice and Peace, said some of the sanctions imposed on homosexuals in Africa are an “exaggeration,” but argued that the “intensity of the reaction is probably commensurate with tradition.”

Trad: O cardeal Peter Turkson de Gana, presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz, disse que algumas das sanções impostas aos homossexuais na África são “exageradas“, mas questiona que “a intensidade da reação é provavelmente compatível com a tradição“.

Referring to the issue of stigma surrounding homosexuality in Africa, the cardinal said it is important to understand the reasons behind it. “Just as there’s a sense of a call for rights, there’s also a call to respect culture, of all kinds of people,” he said. “So, if it’s being stigmatized, in fairness, it’s probably right to find out why it is being stigmatized.”

Trad: Referindo-se à questão do estigma que cerca o homossexualismo na África, o cardeal diz que é importante compreender as razões por trás disso. “Assim como há um senso de exigência de direitos, há também uma exigência de respeito à cultura, de todos os tipos de pessoas,” ele diz. “Então, se está sendo estigmatizado (o homossexualismo), para ser justo, é provavelmente correto procurar descobrir o porquê de ser assim.”

Basicamente, o cardeal Peter Turkson está avaliando que o posicionamento de alguns governos africanos frente ao estilo de vida gay, embora seja exagerado, é também cultural e tradicional, ou seja, não é uma reação nova, recente. Se os militantes gays não concordam, que se queixem, mas também admitam que suas escolhas sexuais não são bem vistas pela população local que, democraticamente, está (numa certa proporção) interessada em defender-se de uma conduta que julgam prejudicial.

O que é inaceitável é a falta de honestidade dos militantes homossexuais, em picotar matérias para instigar a oposição e o preconceito contra a Igreja. No caso presente, o autor do artigo, infelizmente não identificado, deliberadamente ocultou não só a fonte [1] de onde recortou o trecho, como informações que, se dadas ao conhecimento do seu público-alvo, poderiam prevenir uma conclusão desfavorável à Igreja Católica, como a citação do artigo 2358 do Catecismo da Igreja Católica que exprime o posicionamento oficial do clero face ao comportamento homossexual:

2358. Um número considerável de homens e de mulheres apresenta tendências homossexuais profundamente radicadas. Esta propensão, objectivamente desordenada, constitui, para a maior parte deles, uma provação. Devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Evitar-se-á, em relação a eles, qualquer sinal de discriminação injusta. Estas pessoas são chamadas a realizar na sua vida a vontade de Deus e, se forem cristãs, a unir ao sacrifício da cruz do Senhor as dificuldades que podem encontrar devido à sua condição.


[1] Artigo completo, em inglês, do National Catholic Register: http://www.ncregister.com/daily-news/cardinals-responds-to-u.n.s-criticism-of-africas-social-policies

Veja também:

O que fazem entre quatro paredes os ativistas gays, sobre o cristianismo

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7 pensamentos sobre “Mais mentira do lobby gay: o papabile que deseja a morte dos homossexuais

  1. Pingback: A conversa JÁ chegou no chiqueiro | O Legado d'O Andarilho

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