Aborto é uma questão do que EU quero?

O que EU quero???

Mais um dia de combate à cultura de morte, em especial contra o aborto. Mais uma vez centenas de boas pessoas que compreendem o valor da vida dedicaram-se a expressar essa preocupação pelo twitter no chamado “tuitaço”. A hashtag desta vez foi #abortonuncamais.

Como já é comum, em meio a centenas de mensagens positivas (originais ou “retuites” de apoio) surgem algumas de desaprovação, de afronta, de deboche e especialmente com conteúdo que beira o ódio e a inóqua tentativa de silenciar quem defende a vida em sua plenitude: da concepção à morte natural.

Infelizmente são pouquíssimos os casos de pessoas que manifestam a oposição, ou seja, registram seu apoio ao aborto com uma postura respeitadora. Eu sustento que vale muito a pena dedicar algumas respostas a essas pessoas; isso pode gerar muito bons frutos. Recentemente, por exemplo, pude mostrar para um rapaz que a Igreja Católica tem razões fundamentadas para ser contra o uso de células-tronco embrionárias e o melhor: acabei fazendo ele descobrir que o tratamento e a pesquisa para a sua enfermidade (distrofia muscular) está progredindo com o uso de CTAs (células-tronco adultas)! Foi gratificante. Louvado seja Deus!

Outro caso, de hoje, foi o rápido debate com @accio_harryp que foi amistoso até o fim e me rendeu mais este argumento de defesa:

Abortistas alegam que abortar nas primeiras semanas não seria ruim porque o feto não sentiria dor (que isso é um equívoco já sabemos bem, tendo sido inclusive publicado recentemente este e este outro relatos que confirmam isso, e que não são os primeiros do tipo).
Pensando desta maneira hipotética, eu pergunto o seguinte:
Se pudéssemos conversar com esse feto, contar-lhe que sua mãe quer abortá-lo por não poder cuidar dele, mas que aqui fora ele pode encontrar uma família que o ame, e mais: que a sua própria mãe até pode resolver ficar com ele quando o vir nascido, quando o tiver nos braços, e perguntássemos sua opinião, o que este feto responderia? O que ele escolheria???

Não se pode esconder a ânsia por livrar-se de um “eventual incômodo” que o filho parece representar atrás de uma falsa preocupação de querer evitar-lhe o pior.

Agora voltando aos tumultuadores:
Houve o caso da @_MMeme que tentou atrapalhar participou do manifesto com a brilhante frase:

que isso gnt. eu sou a favor do aborto, oshe.. se a pessoa quer fazer isso, deixa ela. Para de implicância, ignorantes ;@@@

Prontamente à minha réplica, ela puxou o papo de que se não pode cuidar, melhor matar e me disse que eu sequer deveria dar palpites, já que sou homem. A resposta para isso é Continuar lendo

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Aprovado Ensino Religioso nas escolas do Rio de Janeiro

(Qui, 29 de Setembro de 2011 21:07)

O projeto que prevê a disciplina do ensino religioso plural e confessional na grade curricular das escolas municipais da cidade do Rio foi aprovado, nesta quinta-feira, dia 29 de setembro, na Câmara dos Vereadores, com 27 votos a favor e cinco contrários.

O Projeto de Lei 862, de 1/4/2011, se baseia na Constituição Federal, no parágrafo 1º, do artigo 210, e também no artigo 33 da Lei 9.394 das Diretrizes e Bases da Educação Nacional.

O bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio e animador do Ensino Religioso, Dom Nelson Francelino Ferreira, parabenizou todos os vereadores que perceberam o conceito mais amplo da educação e lutaram pela aprovação. E também reprovou os votos contrários. “É uma conquista da população ter garantido o direito de ter o ensino religioso nas escolas públicas. E é um ponto a se lastimar que pessoas do credo cristão tenham se oposto. É lamentável que algumas denominações não percebam o conceito e o valor do ensino religioso para humanizar e dar uma nova dimensão à educação”, avaliou

O vereador Reimont Luiz Otoni lembrou que o ensino religioso terá matrícula facultativa e não é uma catequese ou doutrinação. “Hoje é um dia memorável, porque, depois de uma longa batalha, nós conseguimos aprovar o ensino religioso plural e confessional, onde as nossas crianças das escolas municipais terão o que é delas por direito, conforme está garantido na Constituição. O ensino religioso é muito importante na formação das nossas crianças nesse tempo de tantas dificuldades, consumismo e violência”, afirmou.

Para o deputado estadual Márcio Pacheco, a aprovação significa que os alunos de escolas públicas, assim como os das escolas particulares, terão a opção de escolher o ensino da religião que desejarem. “Meus filhos estudam em escolas particulares religiosas para que também recebam uma formação humana, da mesma forma os alunos que estudam em escolas públicas precisam ter essa opção”, disse o deputado.

O vereador Reimont afirmou que o ato de assinatura da lei, pelo prefeito Eduardo Paes, deverá contar com a presença de diversas autoridades religiosas, e afirmou que, com a sanção do prefeito, a implementação da lei deverá acontecer no início de 2012. “O ensino religioso é uma ferramenta importantíssima no processo de educação. Meu coração está em festa”.

(Fonte: http://www.portalum.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2813:aprovado-ensino-religioso-nas-escolas-do-rio-de-janeiro&catid=88:rio-de-janeiro&Itemid=462)

Resposta pública ao Deputado Prof. Israel

Saudações!

“Eles” não páram de dar motivo para minhas respostas públicas…
Desta vez, venho para comentar a carta aberta do deputado Prof. israel (PDT) que recentemente aparece em um vídeo falando p/audiência “simpatizante” junto com outros dois políticos: deputado Jean Wyllys (PSOL) e Érika Kokay (PT) ofendendo a fé cristã e o Santo Nome de Deus, e pior: em prol do ativismo gay.
Sugiro que assistam o vídeo, em seguida leiam a nota emitida pelo deputado. Novamente: destaque para a “metáfora da faca” e “(des)contextualização histórica acerca dos Sumérios”…
Para começar, é necessário fazer a seguinte observação: o Prof. Israel abre o vídeo em questão atacando supostos cristãos “conservadores” e seus cultos dominicais. O curioso é que o deputado não menciona no vídeo que ele mesmo seja cristão, sequer para defender a igreja da qual ele supostamente faz parte – logo no primeiro parágrafo da sua carta, ele se declara cristão.
Junte-se isso ao que se segue o vídeo, e torna-se assaz difícil crer que o prof. Israel comungue realmente de alguma fé cristã…

A Igreja de Cristo não tem que ser nem “moderna” nem “liberal”. Fosse assim, teria que se submeter a todas as “modinhas” da história e facilmente seria dissolvida nela, como sempre o são as ondas de novidades que a humanidade promove. O homossexualismo é novo? Não. A novidade, aqui, é o requerimento de  “união estável” entre pares do mesmo sexo.

O que o deputado parece ignorar Continuar lendo

Resposta pública a Reinaldo Azevedo

Bem, não que ele vá se dignar a vir até aqui comentar. É até mais provável que inclua uma crítica no meio de uma outra postagem combatendo alguns ataques sofridos. Mas, cada qual desfila vestido como quer, no próprio quintal.

Eu estava – até este momento – tecendo um comentário para esta postagem do blog dele. Mas, como meus comentários demoram a ser moderados (nada pessoal, Reinaldo… não sou vingativo, hehe) e ainda que este fosse, “sujaria” a página com um texto demasiado longo, registro aqui. E por que tecer um comentário acerca do posicionamento dele? Justamente porque eu admiro muita coisa que ele escreve, mas ainda assim discordo da sua postura como (ainda?) cristão.
Ora, poucos são os envolvidos ativamente com a batalha contra a insanidade instaurada pelos ativistas gays nos últimos meses. Infelizmente muito menos do que é preciso para combatê-los com potência e restabelecer a ordem. Portanto, não é bom que haja pessoas dignas e respeitadas como o sr. Reinaldo a colocar a sua retórica em público com prejuízo da eficiência no debate, contra o gayzismo.

Gostaria que minhas palavras fossem tomadas como humildes. Afinal, é dever de todo cristão admoestar o próximo quando este se desvia do caminho, em busca de um crescimento para ambos na fé, e em concordância com a Lei de Deus.
Também torço para que não haja quem julgue este manifesto como uma investida em busca de popularidade. Outrossim, desejo que qualquer crítica seja submetida em comentário.  Até porque, desprovido de popularidade (tá bom, de afazeres também sr. Reinaldo, se foi isso que te ocorreu) sou capaz de responder a cada comentário com atenção.

Vamos à resposta:

Há momentos em que até você, Reinaldo, parece espernear…
Como eu sou um dos que costuma comentar contra a sua tentativa de imparcialidade diante deste confronto no campo da moral, tomo um pouco da birra pra mim.

Apesar de você acreditar que se coloca como espectador da situação, quando você sinaliza que é cristão chama para si a expectativa de uma concordância com a doutrina cristã. É o que se espera de todo o cristão: guiar-se pelos preceitos de Deus, transcritos na bíblia, e comungar da doutrina transmitida pelos padres, pelos bispos e todo o magistério da Igreja Católica (ok, pelos orientadores das denominações protestantes também, pode ser).

Porém não é o que ocorre. E para piorar, você não só advoga pelo direito dos homossexuais de brigarem por igualdade (em campos onde eles deliberadamente divergem da igualdade e naturalidade) como, dando pábulo à sanha ofensiva dos gays, ainda advoga pelo seu direito particular de DISCORDAR da doutrina cristã (com a qual você sugere ter algum tipo de relação) não necessariamente “dando o braço” para os gays mas, digamos, fazendo o “high five” eventualmente.

Não venha com esse papo de “cristão moderninho”, que acha que os cristãos se tornam fanáticos e extremistas de vez em quando (inclusive de maneira hipócrita) como quando diz: “(…)porque a Bíblia não me dá direito de escolha, ou então não posso me dizer cristão? Que resolva aderir a esse primor de hipocrisia que consiste numa aplicação vesga do “ame o pecador, mas não pecado”, de sorte, então, que homossexuais devessem ser condenados à solidão?”
A bíblia não “dá o direito” de escolher ser homossexual, de escolher o pecado.
Também não gostaria de ter de lembrá-lo, mas: respeitar o outro não significa concordar com ele. Logo, respeitar um homem que prefere ser gay, uma mulher que prefere ser lésbica, NÃO significa ter que silenciar diante desta conduta desordenada e indignificante. Até porque, sr. Azevedo, nós cristãos (você também, certo?) somos convocados a zelar pela santificação do próximo. E falar contra o homossexualismo é um ato de caridade para com aqueles que estão afastados da graça de Deus pelo pecado. Assim como pode ser caridoso você me apontar algum pecado meu, caso saiba de algum. Em Ez 33,7-9

7 Quanto a ti, filho do homem, eu te coloquei como sentinela para a casa de Israel. Logo que ouvires alguma palavra de minha boca, tu os advertirás de minha parte. 8 Se eu disser ao ímpio que ele deve morrer, e não lhe falares advertindo-o a respeito de sua conduta, o ímpio morrerá por própria culpa, mas eu te pedirei contas do seu sangue. 9 Mas se tiveres advertido o ímpio a respeitode sua conduta para que a mude, e ele não a mudar, o ímpio morrerá por própria culpa, mas tu salvarás a vida.

Já chegamos no limite de esperar que os homossexuais se comportem e não causem distúrbio. Você e qualquer pessoa vê que o objetivo da militância gay é atacar o cristianismo, os cristãos (eu mesmo denunciei isso no meu blog, na “Reposta pública a Chico Lobo e Ricardo Loureiro“) e não só isso, mas destruir a instituição mais preciosa da civilização: a família.

Entenda, Reinaldo, que é louvável a sua postura que defende o direito individual. Porém, não é pertinente a permissividade de um cristão, goste você disso ou não. Em tempo: aqueles a quem você se referiu – gays que supostamente tornaram-se sacerdotes p/escapar de patrulha – pensavam como você: “Deus tem que me aceitar da maneira que eu sou, do jeito que eu penso.”. Com efeito, todos os gays que deixam a Igreja por que esta, corretamente, não concorda com a sua conduta pecaminosa, pensam como você. E Martinho Lutero, João Calvino e o rei Henrique VIII pensava como você também. Sempre, na cegueira causada por um desordenado desejo de liberdade, eles quiseram moldar o Deus Todo Poderoso e Pai amoroso aos seus desígnios mais íntimos.

Preocupa a postura de (auto)defesa que pisa no território dos homossexuais porque está já declarada uma guerra, que ficou evidente na passeata gay de domingo último (26) conforme você mesmo divulgou.
Está muito claro e provado que a militância gay só deseja o mal à sociedade de bem, à família, à religião cristã e a qualquer pessoa ou entidade que seja contra a conduta homossexual (e isso te inclui Renato, apesar dos pesares, mas você já sabe) como foi visto recentemente com relação ao maldito kit-gay e ao ainda pouco conhecido PNDH-3.
Sendo assim, pelo restabelecimento da ordem, e em nome da proteção da decência e da moral, contra os males vindouros, urge uma contrapropaganda ao homossexualismo.

Engana-se quem tenta fazer distinção entre “militantes gays” e “gays de fim-de-semana”. Os homossexuais que não militam, não o fazem por diversos motivos: impossibilidade de viajar para os grandes centros urbanos, menor idade, falta de oportunidade. Mas a insistência no “direito a divergir da natureza e receber tratamento especial por isso” de todos os homossexuais que o fazem dá gás para Luiz Mott, Toni Reis e cia avançarem contra a sociedade de bem.

A opção sexual homossexual (embora você tente se enganar insistindo que “vem de berço” este distúrbio) conduz para um estado de negação da fé (ou pior: criação de uma nova “cartilha” de fé, permissiva), a um egoísmo que leva o indivíduo a crer que sua condição é normal (e obviamente não é) e mais ainda, a exigir que as pessoas ao seu redor “aceitem” a sua opção.
Esta é a natureza do pecado: distancia-nos do Bem Supremo, que é Deus. E, nas trevas, tudo é permitido em favor da nossa danação. Especialmente a rebeldia contra Deus, que culminou com a precipitação de Satanás ao inferno.
Em 1Cor 6, 12-13;18-20 temos:

12 “A mim tudo é permitido, mas nem tudo me convém”. A mim tudo é permitido, mas não me deixarei dominar por coisa alguma. 13 Os alimentos são para o estômago, e o estômago para os alimentos. Mas Deus destruirá um e outros. O corpo, porém, não é para a prostituição, ele é para o Senhor, e o Senhor é para o corpo; 18 Fugi da devassidão. Em geral, todo pecado
que uma pessoa venha a cometer é exterior ao seu corpo. Mas quem pratica imoralidade sexual peca contra seu próprio corpo. 19 Acaso ignorais que vosso corpo é templo do Espírito Santo que mora em vós e que recebestes de Deus? Ignorais que não pertenceis a vós mesmos? 20 De fato, fostes comprados, e por preço muito alto! Então, glorificai a Deus no vosso corpo.

Portanto, até mesmo para os que acreditam que homossexualismo é impulso irrecusável, Deus nos dá a orientação e expressa o seu desejo de arrependimento e renúncia ao pecado, às transgressões da carne. Erra quem escolhe ignorar partes da bíblia em favor dos seus desejos particulares. Erra quem opta por tomar trechos fora de contexto para defender-se – ou, mais absurdamente: para ofender, como fizeram os organizadores da “parada gay”, tomando “Amai-vos uns aos outros” como se acreditassem que Jesus Cristo corroborava o homossexualismo!

Felizmente, Deus é misericordioso, toca e chama constantemente também aqueles que pecam, como tu e eu, e aqueles que sofrem da tentação homossexual. Soube recentemente de um rapaz que professa a fé católica, e que por encontrar-se atraído por homens e não por mulheres, para não desafiar e não desagradar a Deus, resolveu abster-se de relações interpessoais. Isto é exemplo de piedade.

Com efeito, foi justamente a vista grossa praticada por nós cristãos, que negligenciaram assistência aos homossexuais (incluindo os padres pedófilos, sim) ao longo de tanto tempo, que contribuiu para esta insurreição gay presente. E agora, os representantes dos gays, os homossexuais mais atrevidos e organizados, investem contra a sociedade, buscando cavar buracos que a façam ruir. Focaram em nossas crianças, o que seria um golpe considerado baixíssimo, não viesse de quem veio.

Você sim, Reinaldo Azevedo, precisa observar a própria conduta no tocante à religiosidade. Como pode um cristão condenar a Igreja em favor dos que lhe são opostos? É como um médico que diz: “olha… não vamos nos preocupar com o combate às drogas, aos males do cigarro. afinal, saúde não é isso, né? Ser saudável é mais do que isso. Eu, eu mesmo, não concordo com muita coisa que a medicina diz sobre esses assuntos…”.

Reinaldo, com a situação tal como se apresenta, não é possível que alguém sensato como você não cuide das palavras escritas em favor da ordem. Logo você, paladino da ordem e das leis.
Porventura deve-se parabenizar as algazarras praticadas dentro de sala de aula sob a prerrogativa da “liberdade de expressão”?
Pior: faz sentido defender o direito ao furto como paliativo à miséria generalizada, apoiando-se num suposto abandono do Estado?

Assim, por mais que você ache “bonitinho” homem casar com homem, gays adotarem crianças, não é. Faz-se necessário orientar, sobretudo os “gays neófitos” dos absurdos de que são capazes os gays mais “religiosos”.
Ali, sim, o “fanatismo” existe. Fanatismo que inventa que Deus ama incondicionalmente a ponto de acolher seus filhos em condição de pecado. Não senhor, Reinaldo! Deus, Nosso Senhor, é misericordioso. Mas define muito bem o que Lhe agrada e o que Lhe desagrada. Fez questão de deixar para nós, nas Sagradas Escrituras. E pede sim que cada um arrependa-se dos seus pecados e O siga conforme os Seus desígnios.

Você escreve nota comentando que a Igreja Católica ou os representantes desta não se manifestam contra os abusos dos gays. Só que, agindo na contra-mão, para piorar, manifesta-se dando razão aos homossexuais sempre que pode.
E agindo assim e assado, você incentiva a opinião de que os cristãos “têm preconceito”, os cristãos “discriminam os gays”, de que os cristãos “são homofóbicos”. Não é nada disso, pô! Cristãos legítimos acreditam no poder salvífico do Sangue Precioso de Cristo, na ação renovadora do Espírito Santo, sem jamais esperar que Deus se “modernize”.

Paz e Bem
Bruno Linhares

Votação da PEC 23/2007 na ALERJ

Em (segunda) discussão apesar de tudo, ordenada, presidida pelo deputado Paulo Melo (PMDB), a PEC 23/2007 assinada pelo deputado Gilberto Palmares (PT) foi à votação por volta das 21hs nesta terça-feira 21/06/2011 na ALERJ.
Segunda porque já havia passado por apreciação da casa anteriormente, quando somente dois deputados votaram contra, pelo que parece.

Esta PEC (Proposta de Emenda Constitucional) pretendia incluir “orientação sexual” entre as características pelas quais um cidadão não pode ser discriminado, segundo a Constituição do Estado.

Estive cobrindo a sessão através do twitter, tecendo comentários às declarações dos deputados Átila Nunes (DEM), Luiz Paulo (PSDB), Flávio Bolsonaro (PP), Janira Rocha (PSOL), Gilberto Palmares (PT), Wagner Montes (PDT), Marcelo Freixo (PSOL), Márcio Pacheco (PSC). A partir daí, atingi o limite de 350 mensagens por hora e o twitter solicitou que eu ficasse quieto por um tempo 🙂
Voltei pouco depois continuando a comentar, quando falava o deputado Édino Fonseca (PR)

Segue o que sobrou de comentários após o twitter solicitar que eu parasse de tentar postar.
Deixei o twitter e anotei quanto pude dos discursos abaixo.
Meus comentários anteriores, da participação dos outros deputados, podem ser vistos consultando a hashtag #ContraPEC23 no twitter.

# Cidinha Campos (PDT): Continuar lendo

Aborto não é necessário

Desde a criação deste blog, venho aguardando ansiosamente a oportunidade de tratar da defesa da vida, combatendo o aborto.
Eis que em 16/06/11, com o anúncio do Projeto de Lei 416/2011 – Programa Estadual de Prevenção ao Aborto e Abandono de Incapaz [1] – de autoria dos deputados Janio Mendes, Márcio Pacheco, Myrian Rios, Sabino e Roberto Henrique chega enfim o momento.

ATUALIZAÇÃO: Link para acompanhamento da tramitação do projeto (final da página): http://alerjln1.alerj.rj.gov.br/scpro1115.nsf/1061f759d97a6b24832566ec0018d832/6176b02ecec48b14832578760064760c?OpenDocument

ATUALIZAÇÃO: Acompanhe neste link a tramitação do projeto 478/07 que visa instituir o Estatuto do Nascituro: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=345103
A aprovação deste influenciará na aprovação do 416/11 do RJ

Este projeto pretende requisitar que o Estado ofereça toda a assistência social, psicológica e pré-natal (inclusive laboratorial) de forma gratuita além de orientar e acompanhar os procedimentos de adoção, caso seja este o desejo da mãe e da família. Estes serviços devem ser prestados nas chamadas “Casas de Apoio à Vida”, equipadas com assistentes sociais, psicólogos e médicos.
Existe ainda a preocupação de garantir que outros filhos que a gestante já possua estejam devidamente cadastrados nas redes de ensino.

A prerrogativa dos deputados é que muitas mães acabam por optar serem submetidas ao aborto por falta de amparo médico, psicológico e assistencial (da família, principalmente).
O programa visa cercar estas mães de recursos e alternativas para que o aborto deixe de ser uma opção válida. A interação proposta, poderá inclusive orientar as famílias das mães a participar ativamente do acolhimento a esta criança em gestação.

Torçamos para que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro sensibilize-se e compreenda a natureza benéfica deste programa para o nosso estado. Mais uma vez parabenizo os deputados responsáveis pela elaboração do projeto.
Em [2] e [3] pode ser lido do site oficial do Dep. Márcio Pacheco o seu discurso de apresentação do projeto.

O programa poderá atender e cobrir perfeitamente todos os casos de gravidez, inclusive e especialmente os que tenham como causa a violência sexual. Porém, vou direcionar por uns instantes o enfoque para os casos que não correspondem à violência:

A propaganda pró-aborto é grande. A contra-propaganda deve ser maior ainda.
A motivação dos abortistas é fundamentada em Continuar lendo

O “barato” sai caro

Quantas vezes mais precisaremos dizer que as drogas destroem vidas?
Todo aquele que facilita o acesso às drogas ilícitas sabe disso. Mas enquanto não afeta a própria, não importa. Ainda mais se o enriquece.

Desde o pecado original, nossa natureza adquiriu instintos de imprudência, de vício, de (auto)destruição, de corrupção. É pelo resgate desta decência, do zelo pela integridade do corpo e da alma, pela salvação e redenção da espécie humana que muitos lutam, sobretudo os cristãos. Porque esses instintos adquiridos constituem um agravante que age na nossa vontade distanciando-nos do que é essencialmente bom. Embaça a visão para o que é decente, íntegro e justo. A dificuldade de negar e renunciar às tentações – ainda que sabidamente maléficas – gera impulsos de atração pelo prazer imediato, por destacamento nos círculos sociais, fugir das responsabilidades, necessidade de sentir-se revolucionário, rebelde, liberto (todos fatores motivacionais para o uso das drogas).
E justamente por esta tarefa não ser fácil é que o Estado (outra entidade responsável por zelar por nossa integridade) não pode facilitar o acesso a substâncias destrutivas. E ponto.

Por que a carne de porco foi proibida aos judeus? Nas condições sanitárias em que eles se encontravam, aquele animal era um dos mais suspeitos de transmitir doenças. Além disso, penso que pelo fato de ser uma carne tão saborosa, incitaria demais sacrifícios (inclusive com finalidade pagã), e até mesmo a gula. Os judeus provavelmente não tinham maturidade pra carne de porco àquele tempo.

Eu posso correr com uma tesoura na mão, e sei que não vou me ferir. Já uma criança pequenina, não tem perícia para tanto ainda, embora possa alcançar a segurança e habilidades para isto mais tarde.

Coloque um prato de refeição ao lado de um prato de biscoitos recheados e peça para uma criança escolher o que prefere. A escolha é óbvia. Não parece mais sensato que se dê a orientação a respeito das escolhas e consequências para ela? E não poucas vezes esta orientação deverá ser aplicada mediante disciplina, determinando e obrigando a escolha correta.

Enquanto permitirmos que a sociedade acredite que “cada um sabe o que é melhor para si”, relativizando e confundindo o que é essencialmente bom ou ruim, cada vez mais a escolha será pelo que é ruim – e comumente mais atraente.

Como foi colocado muito bem em “O Efeito das Drogas” :

os casos de violência familiar, em geral, ocorrem quando o marido pratica tais atos contra a esposa e filhos sob o efeito do álcool; em outros tantos casos, o dependente químico passa a furtar seus próprios familiares e amigos para sustentar o vício

E não precisa usar drogas ilícitas pra saber que o “barato” torna o usuário mais destrutivo e letal do que um bêbado.

Eu expus aqui anteriormente em “Pernas, pra quê te quero” uma convocação p/a “marcha da maconha” (a primeira edição) realizada em SP no mês de Maio. Leiam. Vale a pena pra saber o que querem os drogados.
Percebe-se claramente o efeito da “inteligência” (no sentido “CIA”) dos traficantes provocado em sua clientela, quando esta reivindica a “regulamentação do uso de armas NÃO-LETAIS pelas forças policiais”. Os “clientes” do tráfico de drogas fumam respiram essa ideia com a satisfação debilóide dos rebeldes-sem-causa que acham bonito ser do contra revolucionário.
E ainda ganham o aval dos ministros do STF – que devem ter feito curso de reciclagem jurídica por correspondência – para difundir essa cretinice.
E basta continuar lendo a convocação para ter certeza do despropósito dos organizadores do manifesto: estavam tão ávidos por lotar a passeata que danaram a convocar diversas “tribos” que nada tinham a ver com a causa, ainda que recentemente tenham reivindicado alguma outra. Chamaram:

abortistas: ninguém acha que merece mais liberdade do que abortistas. E não tem ninguém que distorça ou ignore mais o conceito de liberadade do que essa gente; não há atualmente outra turma que despreze tanto a preservação da vida como abortistas. No fim das contas, se eles são capazes de matar seres humanos inocentes, são capazes de tudo;
movimento gay: p/pegar gancho no recente barulho que vêm causando na mídia. E eles já gostam de se vitimar mesmo;
ciclistas: só porque é atual a situação das ciclovias e dos acidentes relacionados à falta destes, não significa que os usuários de “camelo” precisem lutar por LIBERDADE;
vegetarianos: aqui a “poesia” dos arruaceiros atingiu o nível de abstração máximo. Já que maconha é “verde”, chamam quem “mais entende” de produtos naturais. Daria até um ar científico à causa, não? Pff…

Esta reportagem de um colunista da VEJA ilustra a “liberdade” que os maconheiros reivindicam.

Um dos fatos mais desagradáveis é que quem compra drogas SABE que está FINANCIANDO O TRAFICO, mas acha conveniente não se incomodar com essa realidade. No entanto, raramente alguém se furta de criticar a “segurança pública”.
E não venha dizer que se fosse permitido produzir a droga em casa, eles fariam. A maioria não se daria ao trabalho de aprender o cultivo de cannabis. Se pensar nas outras drogas então…

Caro leitor, não se engane. Legalizar a venda e o consumo das drogas trará apenas mais mal à sociedade. Engana-se quem gosta de pensar que assim os traficantes iriam à falência. Com a redução da sua receita, rapidamente instaurariam um plano de terror, assassinando os lojistas.

Aliás, conhecemos o costume do brasileiro de procurar pagar o mais barato que puder. Logo, mesmo que o governo legalizasse o consumo e a venda de drogas – conhecemos também o costume do governo brasileiro em enxertar impostos em qualquer objeto de comércio – os auto-destrutivos consumidores buscariam os preços antigos, nos fornecedores de sempre.

Aqui alguém diria: “da mesma forma, os bandidos podem matar as pessoas p/obrigar outras a consumirem as drogas.”. Sim! E isso até já acontece, indiretamente, quando um dependente mata alguém durante um assalto (estando “alto” ou não) p/obter dinheiro e poder comprar mais drogas.

E aqui eu digo: se 10 pessoas de bem cercarem 1 bandido armado, podem matá-lo com um mínimo de baixas aceitável.
Não. não é incentivo à violência ou pena de morte. É reflexão sobre legítima defesa.
Tem a ver com “ser passivo”. Passivo está relacionado a uma forma de corrupção do ser.  Voltarei a este tópico em breve.

O povo gosta de apoiar o que a “elite” fala. Mas esquece-se que a “elite” das favelas é o tráfico.

De trás pra frente

O Vereador Carlos Bolsonaro, no blog da família propõe que se mobilizem medidas de “planejamento familiar” que proporcionem acesso à medidas de controle populacional e “paternidade responsável” – através de vasectomia e laqueadura – à população de moradores de rua da cidade do Rio de Janeiro.

Antes de transcorrer sobre a proposta dele, quero salientar que tenho nutrido respeito à família Bolsonaro por sua luta pela conservação dos valores morais e da importância da família (a tradicional, não as inventadas pelos gays) para o desenvolvimento próspero e sadio da sociedade.
E, principalmente, registrar minha satisfação com a ausência de referência à pratica criminosa e hedionda do aborto na proposta dele. Parabéns!

Muito bem.
Eu vejo que esta preocupação tende a tratar o problema da população de rua de trás pra frente.
Visa reduzir as chances de “casais de rua” reproduzirem-se, orientando-os sobre os problemas recorrentes da falta de planejamento familiar, mas não sugere mecanismos para erradicar a “produção” de moradores de rua adultos.
Usando uma visão panorâmica, eu diria que a medida significa “tapar o sol com a peneira”; simbolicamente seria como esforçar-se por secar a pia ao invés de fechar a torneira.

Agora: que discernimento será que um casal morador de rua (ainda nem considerando a real pluralidade deles) teria p/receber e aplicar uma orientação sobre “paternidade responsável”? Pela sua condição financeira de mendicância Continuar lendo

Resposta pública a Chico Lobo e Ricardo Loureiro

Boa madrugada!

novamente, manifestação de apoio à desordem chegou até mim. Novamente comento, na forma de resposta pública. Desta vez, a ocasião foi o encaminhamento dentro de uma lista de discussão ligada às artes cênicas. O manifesto, de autoria de Chico Lobo foi repassado por Ricardo Loureiro e abaixo está extensamente (reconheço) comentado.
Sendo assim, sem delongas, reproduzo o conteúdo do manifesto e a resposta, na sequência, ambos na íntegra (a resposta precisou ser transmitida em 2 partes por e-mail.
De antemão agradeço a gentileza de quem ler tudo.

Paz e Bem
O Andarilho

***

(repassando)

PERIGO HOMOFÓBICO

Enviado por
O nefasto nazismo e o insano Hitler só ganharam força dentro de um estado democrático, num momento em que a Alemanha não se deu conta da serpente venenosa que estava alimentando no seu território.
O mesmo se dá aqui no Brasil: – As correntes conservadoras, fundamentalistas e anacrônicas com nossos tempos a muito vem ganhando força, sustentada pelas prerrogativas da democracia e liberdade de expressão.
Por séculos de pensamento dito “cristão”, as minorias raciais, sexuais e culturais foram sufocadas pelas elites do poder político, econômico e religioso desse país. – A hipocrisia sempre faz morada na cabeça dos oportunistas e dos ignorantes. A bem pouco tempo mesmo, jamais poderíamos ver uma mulher chegar ao mais alto cargo político do país nem um ministro do tribunal federal negro. Não bastou uma Lei Áurea, nem a revolução sexual para que durante muitos anos ainda, mulheres, negros ou até mesmo os praticantes de capoeira tivessem reconhecidos a cidadania que a igualdade democrática prega.
Uma das últimas barreiras sócio-culturais ainda a serem derrubadas é o reconhecimento de cidadania dos homossexuais… Agora que essa parcela de discriminados começa a conquistar direitos iguais como humanamente lhes cabem, vem uma torrente força contrária a querer destruir e impedir avanços político-sócio-culturais importantíssimos para nossa elevação cidadã.
Por outro lado, nós brasileiros ainda não estamos dando conta do grande avanço das forças retrógradas, anacrônicas e fundamentalistas contidas nos discursos fartamente difundidos pelos grandes meios de comunicação de massa das bocas de sacerdotes da mídia…
Garantir o direito ao respeito não obriga ninguém a ser o que não se quer, portanto o PL122 apenas ordena esse direito ao respeito, mas não obriga ninguém a mudar sua opção sexual, nem a casar-se com pessoas do mesmo sexo, mas garante que essas pessoas sejam tratadas de igual forma respeitosa como qualquer outro cidadão… mas há aqueles que se sentem incomodados com uma lei que puna quem destrata ou faça chacota com a diversidade, por isso saem aos brados em suas igrejas televisivas pregando contra essa Lei.
Por conta de meu trabalho e militância, sou obrigado a analisar o conteúdo dos grandes meios de comunicação… e o que tenho notado é que esses “cidadãos” empresários da fé, donos de discursos inflamados e carismáticos tem fomentado o aparecimento de vários JAIR BONSSONARO da vida na política brasileira… Gente que é melhor estar guardada nas chaves da justiça do que solto a proliferar a “santa” inquisição. – E a gente não faz nada… a gente olha isso como se nada afetasse nosso dia-a-dia como sociedade… mas na verdade, eles falam para milhões e são seguidos pelos mais numerosos contingentes de nossa sociedade… gente que num período de eleição faz eleger políticos que vão retroceder substancialmente nossa sociedade e nossa cultura.
A lista desses senhores supostos “donos da palavra de Deus” aumenta à medida que o poder de comunicação cresce em suas antenas de TV… Hoje, eles reúnem milhões de pessoas numa “…Marcha…”, amanhã eles transformam o Brasil num Estado “teocrático”… e quem desobedecê-los no futuro pagará as “penas bíblicas”, em nome de um deus.
Para se ter uma idéia, no dia 1 de junho está sendo organizado uma mega concentração diante do Congresso nacional, chamada pelos líderes religiosos da mídia para exigir que seja retirada de discussão  PL 122… e eles prometem “…abalar as estruturas do poder se não forem ouvidos…” segundo o discurso do “pastor” Silas Malafaia no dia de hoje na Rede Bandeirantes de TV em seu programa da manhã… Lembrando que esse Projeto de Lei criminaliza a homofobia e dá garantias de dignidade à imagem do(a) cidadão(ã) homossexual. Coisa que infelizmente ainda não é levada em prática por não ter sido regulamentado o respectivo artigo que trata da igualdade cidadã na constituição.
Eu penso que a soma das minorias formam a maioria de nosso povo, e se ficarmos de braços cruzados e de boca aberta engolindo moscas enquanto as forças conservadoras avançam, em bem pouco tempo deixaremos de ser um Estado LAICO… é preciso fazer valer a lei e o princípio do ESTADO LAICO, publicar essa discussão e conversar com as pessoas sobre esse fato e suas conseqüências.
Chico Lobo

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O texto está repleto de erros mal-intencionados.

Como pode alguém alegar irresponsavelmente que homossexuais “não possuem cidadania reconhecida”? Acaso antes de considerar-se a OPÇÃO sexual das pessoas, elas já não são consideradas CIDADÃS ANTES disso? Que falácia é essa de “conquistar direitos iguais como humanamente lhes cabem”?Vou dizer:

Cabe a todas as pessoas, independente de credo, cor de pele, classe econômica e opção sexual (já que é esse o ponto) os direitos humanos de saúde, segurança, educação, condições dignas de trabalho, acesso à cultura. O que falta? Provavelmente a liberdade de praticar atos indecentes ao ar livre, ou em recintos fechados de acesso público, só se for.

Reparem o ódio que emana das letras digitadas pelo “Chico Lobo” à religião (sobretudo cristã), quando ele, logo no começo do texto liga “poder político, econômico e religioso” como uma só massa de autoritarismo que oprimisse todo o povo por motivos religiosos (pois para o autor, religião é sinônimo de atraso, aparentemente) e quando se refere certamente às bancadas de deputados e senadores formadas de cristãos católicos e protestantes como “sacerdotes da mídia’ que estariam “impedindo o progresso da humanidade” sob “prerrogativas da democracia e liberdde de expressão”.

Muito bem… observando de perto o movimento gay (pra encurtar GLBTTT, se não estiver faltando algum “T”, segundo a nomenclatura mais recente) facilmente nota-se que este sim vem ganhando espaço na mídia e na política através de uma gradativa exposição de seu comportamento e ideais nos principais meios de comunicação, a saber: revistas, televisão (especialmente nas novelas, mas também nos programas de auditório) e cinema. Com a quase inconsciente aceitação da população ao reprovável comportamento homossexual, o caminho para a política se tornou muito mais fácil (haja vista a eleição do ex-participante de reality show Jean Wyllys, hoje deputado federal pelo PSOL).

A infiltração na política fortaleceu o movimento gay a ponto de criar o famigerado PL122 [1] também chamado de “Lei anti-homofobia” e “carinhosamente” apelidado, com razão, de “Lei da mordaça-gay”.
O sr. Chico Lobo defende que tal projeto de lei “não obriga ninguém a ser o que não quer[…]a mudar sua opção sexual nem a casar-se com pessoas do mesmo sexo”. Caros participantes da lista! A declaração seria bela, se não omitisse as ameaças à liberdade. Notem que o autor, que diz ser necessária a promoção de uma suposta liberdade homossexual, não explica – e obviamente não o poderia fazer, sob pena de invalidar toda a mentirada – os efeitos práticos das cláusulas componentes do PL122 que, estes sim, podem tolher a liberdade de qualquer pessoa que seja contrária à gay, tornando-a uma criminosa!
O artigo 4º, por exemplo define punição de 2 a 5 anos de reclusão para o empregador que dispensar direta ou indiretamente um homossexual:

Art. 4º A Lei nº 7.716, de 5 de janeiro de 1989, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 4º-A:

Art. 4º-A Praticar o empregador ou seu preposto atos de dispensa direta ou indireta:

Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”
Por exemplo: Pais que porventura resolvam dispensar (ou possivelmente não contratar, dependendo da interpretação que o “STF da vez” possa fazer) uma empregada ou babá que declare-se homossexual, na preocupação de proteger seus filhos de influência de conduta contrária aos seus princípios e costumes (especialmente por terem TODO O DIREITO de definir a educação que seus filhos devem ter) serão passíveis de pena!
Na mesma “onda”, qualquer empresa terá o seu processo seletivo prejudicado, com a ameaça representada por um candidato que simplesmente se declare gay.

Paralelamente, cito o comunicado do governo do estado do RJ, que prometeu dar “treinamento aos Pms para lidar melhor com os gays”. Ou seja, em breve, qualquer um poderá escapar de revista e teste do bafômetro, por exemplo, mediante a alegação de abuso!

Considerem também que o artigo 5º, revisando o artigo 6º da lei 7.716 de 5/1/89,  pode facilmente ser citado como motivo para se criar “cota para homossexuais” nas universidades, futuramente. E eu pergunto: isto seria, acaso, um recurso de equiparação de direitos, ou mais uma segmentalização da sociedade?

Mas a principal ameaça à liberdade de opinião (não só religiosa) consta no que acrescenta àquela lei o artigo 8º da PL122, que refaz o parágrafo 5º do artigo 20º da lei supracitada para isto:

§ 5º O disposto neste artigo envolve a prática de qualquer tipo de ação violenta, constrangedora, intimidatória ou vexatória, de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica.
Com isto, QUALQUER expressão de desaprovação à conduta homossexual (inclusive aquelas piadinhas da roda de bar) passarão a ser potenciais “ofensas mortais aos direitos dos gays”, passíveis de pena de reclusão. E esta proibição de expressão contrária se extende a todos os meios de comunicação (inclusive os mais modernos, como a supostamente livre Internet).
E, como este artigo põe em risco a doutrina cristã, na forma das homilias e catequese da Igreja Católica, e pregações dos pastores Protestantes, que da noite para o dia ficariam impedidos legalmente de orientar seus fiéis com os mesmos valores dignificantes de sempre, diante das polêmicas geradas a sen. Marta Suplicy elabora a “brilhante” manobra de emendar o textro, permitindo a manifestação contrária ÚNICA E EXCLUSIVAMENTE dentro dos templos religiosos. Do lado de fora do portão da igreja, não pode. No jornal circular de assuntos religiosos, não pode. No site/blog da paróquia, não pode. Continua proibido extender as orientações de valores nos meios de comunicação. E se eu gravar a homilia do padre para ouvir em casa, em casa eu serei criminoso também…

Peço a quem ler esta resposta uma pausa para considerar qual é o lado que realmente está gerando discriminação, separação. Qual o lado que de fato está tentando proibir a opinião contrária? Pois para nós, cristãos, os homossexuais (que são tão seres humanos como nós, nascidos homem OU mulher, biologicamente falando) são bem vindos em nossas igrejas. E, uma vez estando nelas, orienta-se sobre todos os preceitos cirstãos, que há muitos anos (vamos lá, vcs já sabem quantos…) informa dos perigos espirituais, físicos, mentais e sociais do homossexualismo e demais condutas contrárias à Lei de Deus.

E, de novo: a preocupação não é apenas no campo religioso. Percebam que além da tentativa de calar a opinião contrária, os militantes do movimento gay estão se articulando para recriar o entendimento da sociedade do que é uma conduta moral e respeitosa, desde os valores essenciais, como o da família. Além da recente equiparação da união gay à família tradicional e legítima (fato comentado no meu blog também), é inegável o esforço de construir uma mentalidade que não simplesmente aceite o homossexualismo, mas seja ativamente pró-gay e, se possível GAY DE FATO, apresentando – com o consentimento e patrocínio do governo – para crianças e adolescentes em plena formação de caráter um chamado “kit de combate à homofobia”, mais acertadamente apelidado de “kit-gay”: um conjunto de textos e vídeos covardemente infiltrados ENTRE filhos e pais, ou seja, na escola, para condicionar os mais novos incitando práticas homossexuais. Vai muito, muito além de um simples papo de “não seja rude com os gays”, soando como um “seja gay que é legal!”.
Tal intromissão usurpa o direito que deveria ser defendido pelo governo como IRREVOGÁVEL dos pais educarem seus filhos, dando-lhes o correto direcionamento em assunto sexual. E não adianta alegar que “se os pais não orientam, a escola tem que orientar”. Escola deve ensinar matérias acadêmicas e moral e cívica. Não educação sexual.

Finalizando a gravidade do PL122: lembrem que a nossa legislação JÁ PUNE toda sorte de delitos de violência, e que obviamente abrangem qualquer ser humano. Portanto, a falácia do PL122 de querer proteger da violência os homossexuais é apenas uma maquiagem para esconder o verdadeiro intento, de dar aparato legal para qualquer absurdo que os gays pretendam enfiar goela abaixo na sociedade, criando um regime de medo de processos jurídicos que paralisaria qualquer pessoa.

Voltando ao discurso do autor, que cospe até no “politicamente correto” ao se referir mais uma vez de maneira pejorativa aos cristãos, chamando-os de “empresários da fé”, não é preciso óculos especiais para enxergar o PRECONCEITO quie emana de suas palavras. Pois é… notem de onde VERDADEIRAMENTE parte o preconceito, a difamação e discriminação. Outros exemplos de ataques, condutas agressivas e INTOLERÂNCIA foram vividos e divulgados por mim, depois de pessoalmente apresentar um manifesto diante da saída da palestra aplicada pelo governador do RJ, Sérgio Cabral, pela ocasião do lançamento da campanha “Rio sem homofobia” (que padece de graves eventos correlatos, facilmente encontrados ao se pesquisar por “Cabral PMs gay” no google.
Destaque especial para a repetição que o autor comete da conduta da sen. Marinor Brito, de chamar criminosos àqueles que pacificamente se opõem às ameaças e riscos que a aprovação do maldito PL122 representa à população: “Gente que é melhor estar guardada nas chaves da justiça do que solto” (e nem vou entrar no mérito da concordância…)

Observem, em seguida, a inversão mal-intencionada que o autor faz da realidade: “E a gente não faz nada… a gente olha isso como se nada afetasse nosso dia-a-dia como sociedade”. Quer dizer: os gays e simpatizantes NADA FAZEM? Como se não fosse já gravemente ofensivo e escandaloso o costume de marchar pelas ruas gritando um suposto “orgulho gay”, atos mais recentes como o do “beijaço gay” praticado na escadaria da igreja católica (mais precisamente a Catedral de Nossa Senhora do Desterro, em Florianópolis/SC) não representam outra coisa senão desrespeito a outras pessoas. E, novamente, a fabricação e distribuição do kit-gay é papel e imagem demais, pra ser ignorado!

Posso até comentar também o final do parágrafo: “políticos que vão retroceder substancialmente nossa sociedade e nossa cultura”. Retroceder? No mínimo, nós queremos a CONSERVAÇÃO de valores pré-existentes. Dado que o homossexualismo é uma escolha, uma OPÇÃO, que parte do princípio e origem básico da natureza, biologia e criação da espécie humana, logicamente tornada plena com a combinação da figura masculina com a feminina; sendo esta OPÇÃO uma “variante”, uma “alternativa”, uma “outra possibilidade”, como pode querer o autor fazer crer que a CONSERVAÇÃO da lógica e propósito normal da espécie humana seja um RETROCESSO? Ele abusa da trivialidade de juízo.

E a sequência de absurdos não pára! Logo ele diz: “A lista desses senhores supostos ‘donos da palavra de Deus'”. Como assim, sr. Chico? Por acaso fazer uso de citações bíblicas e da pregação aprendida na Tradição da Igreja Católica, e nos preceitos cristãos comuns a todas as denominações é feito – seja sincero – com a arrogância de pretender-se “dono da palavra”? O senhor por acaso está alegando que os dignos sacerdotes e pastores conhecem MENOS da Palavra de Deus do que o senhor?
E aí, o autor segue tentando ganhar “crentes” da sua teoria insana que propõe:
1) os cristãos “marcham” por algum direito qualquer. Marchar? Mas que exagero… que despropósito!
2) Teocrático é pior que Tirânicamente Gay
3) o alerta cristão para a realidade da condenação eterna para aqueles que NÃO se arrependem dos pecados é altamente preocupante (entretanto, se vc não acredita/não aceita o inferno é uma pena. Que Deus tenha piedade, adeus. Não acorrentaremos ninguém ajoelhado no milho até a morte.). Mas o cárcere do mundo real e atual, decorrente do PL122 não é.

E, só pra lembrar: PL122 NÃO “TRATA DA IGUALDADE CIDADÔ inocentemente. Ele AMPLIA a gama de INFRATORES de uma lei que tipifica crimes.
Ah! Ele abusa ainda em citar a Constituição! Como se o movimento gay tivesse algum respeito pela CF ou pela democracia em si, brigando pelo PL122 e forçando a barra da promoção da união gay junto ao STF, driblando o caminho legítimo, da interpretação e eventual alteração da CF pelo poder legislativo.

Sr Chico Lobo, a soma das minorias forma um coletivo de minorias. O seu defendido movimento gay não quer igualdade. Quer colocar uma minoria acima da sociedade, da maioria, (com o perdão da palavra, que deve ser-lhe acidamente desagradável) CONSERVANDO-A MINORIA, só que PRIVILEGIADA. Digo isso porque confio no bom senso da população e dos políticos que estão percebendo a má intenção dos objetivos e meios empreendidos pelo movimento gay, e que se Deus quiser, conseguirão derrubar o PL122, o kit-gay e quem sabe os “Jogos Olimpicos gays” (caso esteja planejando este evento tb).
A população, sr. Chico, não está assim tão calada não. Soube hoje, pelo twitter @AloSenado que “As manifestações ref ao PLC 122, rec. pelo Alô Sen., têm sido maj. contrárias, 95% contra e 5% a favor.”   Portanto, há um certo murmúrio contra o projeto, sim. E será cada vez maior, à medida que conscientizarmos a população.
Porém, sua conduta anti-religiosa pouco contribuirá para a discussão, sobretudo se o sr. evitar entrar em méritos religiosos.

Os fatos estão falando por si. Parte das pessoas homossexuais sequer sabem do que se trata o PL122 (isso quando sabem). Outra parte se exalta diante de pacífica oposição. E não só gays, mas os ditos simpatizantes.
O governo (sobretudo o carioca, infelizmente, para minha vergonha) na ânsia de agradar o eleitorado, seja este o gay, seja o não-gay (através da “boa imagem” de zelador dos oprimidos) ofende e faz pouco caso da sociedade, promove a imoralidade, e tropeça nos próprios preceitos (vide caso do regulamento da PM). A estratégia gay é desrespeitosa e desesperada.

É incômodo e preocupante para o movimento gay o fato de que a bancada de políticos cristão não esteja adormecida, a ponto de deixar correr soltos os absurdos propostos pelo seu plano de recondicionamento moral da sociedade. E devo salientar que a vigilãncia destes senhores (e minha) se dá JUSTAMENTE em honra aos valores cristãos, pernes defensores da moral, da fam?lia e da dignidade humana.

Por fim, peço a você Ricardo Loureiro, a gentileza de fazer chegar até o autor esta minha resposta. De minha parte, publicarei agora mesmo também em meu blog (vide link na assinatura). Querendo, basta informar resposta pública nos comentários por lá.

Afinal, se não me engano, é você que com notável insistência tem divulgado aqui na lista um espetáculo de temática espírita. Não é motivo de surpresa ver apoio a esta causa pela religião espírita (ou espiritualista). Esta que, sendo do braço que descende dos ritos e preceitos pagãos africanos, ou do chamado Kardecismo (de Allan Kardec, que tristemente resolveu REINTERPRETAR o Evangelho Cristão, dando sentido diferenciado, distorcendo fatos para satisfazer seus anseios espirituais), religião para a qual (em algumas vertentes) as pessoas podem reincarnar de sorte que homens podem “voltar” ao mundo como mulheres (e vice-versa) e inclusive pais podem voltar como filhos dos próprios filhos, irmãos podem “voltar” e casar-se com irmãos (e outros parentes acima de sua geração genealógica…). Novamente, não é motivo de surpresa que apóie o homossexualismo e coloque-se em oposição ao Cristianismo neste assunto.

[1]http://www.google.com.br/url?sa=t&source=web&cd=5&ved=0CDUQFjAE&url=http%3A%2F%2Fcongressoemfoco.uol.com.br%2FUserFiles%2FImage%2Fplc122.doc&ei=F9fVTdXQH8Pq0QHP0L3BBw&usg=AFQjCNHXiR6O14oSylql5RA9_phCtLgH5g

Resposta pública a Marcelo G

Vasculhando a Internet atrás de alguma das fotos que tiraram do meu manifesto ontem na central e do depoimento que eu dei a um repórter de rádio, tropecei na resposta de um homem identificado como  Marcelo G a um comentário meu nesta postagem do blog do Reinaldo Azevedo.  Não ligue para o apelo sentimental do título.

Infelizmente, não existe (ou eu não habilitei) mecanismo de acompanhamento dos comentários. Até porque, o blog do jornalista Reinaldo Azevedo goza de elevada audiência e seria insano fazê-lo. Mas, como providencialmente esbarrei nela agora pouco, aproveito para responder, apesar do atraso de pouco mais de um mes 🙂

Seguem os nossos comentários anteriores, para o panorama cronológico:

Bruno Linhares:

De novo (já que o comentário anterior, no post sobre o Marcelo Tas e sua filha foi desconsiderado):
O amor paternal/maternal não está sendo posto em dúvida. Até o Bolsonaro, quando diz que daria “tabefes” no filho para corrigí-lo acredita, não há dúvida, de que tal medida é parte do amor e educação dedicado aos filhos.
Colocam aí a preocupação moral dos pais como se fossem preocupação vã, mero capricho.
O erro homossexual é não admitir-se contrário à natureza.

Marcelo G:

Ao Bruno Linhares que escreve abaixo: você afirma que o ërro homossexual é não admitir-se contrário à natureza”. Eu gostaria, sinceramente, que você esplicasse a todos os leitores o que significa “contrário à natureza”. E o que não seria contrário?? Um tsunami é contrário à natureza ou é um evento natural? Uma doença genética rara é contrária à natureza ou, ainda que rara, é um evento proporcionado pela própria natureza? Homo, hétero, com mais ou menos melanina na pela, mais ou menos inteligência, somos todos frutos da natureza, de uma mesma natureza. Nada é contrário à natureza pois tudo vem dela, mesmo o mais improvável dos eventos. Não fale bobagens apontando para a natureza. Os maiores gênios de toda a história morreram tentando entender porções mínimas da natureza. E vc vem, com essa falácia de butiquim dizer o que é contrário ou não a ela…….
Vitor parabéns e obrigado por partilhar um texto tão comovente conosco!! Tio Rei, minha eterna admiração!!
Abraços

Eis a resposta, na torcida que o Marcelo ao exercer a curiosidade de procurar a respeito de si mesmo pela Internet (aliás, recomendo a todos fazerem isso. É assaz interessante) também esbarre aqui e possa retribuir:

Ao Marcelo G:
O termo “contrário à natureza” requer pouca explicação. Humanos foram feitos por Deus homem e mulher, complementares. E ainda que você não dê crédito ao criacionismo, biologicamente homem e mulher são também complementares. Se te agrada: os macacos não teriam virado seres humanos se tivessem resolvido “brincar de papai-e-papai”.
Chegando na esfera social: todo ser humano em formação de seu caráter precisa de ambas figuras naturais do homem e da mulher, personificados nos agentes “pai” e “mãe”, componentes integrantes da fórmula que os militantes tanto atacam (por inúmeras razões, tratadas aqui e aqui): a família. E um gay, por causa de sua perturbação psicológica, jamais poderá fornecer ambos os indispensáveis papéis e valores para auxiliar no pleno desenvolvimento psicológico do ser (normalmente na fase infantil).
A propósito do desejo gay de adotar filhos, pergunto ao Estado: que pai ou mãe normal contrataria para cuidar de seus filhos uma babá reconhecidamente pervertida? Nenhum, certo? Então porque confiar pobres crianças sem guarda a pervertidos?

Respondendo suas questões:
1) Tsunami é evento inegavelmente natural. Placas tectônicas se movem e geram deslocamentos magnânimos de água, que provocam ondas maiores que o normal. Como os seres humanos (que, a propósito, são naturalmente homem e mulher, desde o nascimento) podem desenvolver comunidades nos litorais, ficam sujeitos a eventuais tsunamis. E quando eles estão ali, e são gravemente afetados, ocorre o que chamamos desastre.

2) Doença rara é um assunto mais complexo. Podemos dizer que é natural, a medida que pode ser tanto fruto de uma mutação genética ocasionada por causa não identificada ou comprovada que, veja bem: altera a constituição física do ser humano (daquela espécie que costuma – vejam só – naturalmente nascer homem e mulher), quanto uma reação à exposição da gestante a fatores externos nocivos (cigarros, radiação, química de origens diversas…). Mas, de uma coisa podemos ter certeza: representam um assunto muito mais racional e útil à comunidade humana mundial de se estudar, do que meios de provar que vocês gays não têm a total culpa da opção que fizeram.

O pior é você tentar jogar a culpa da sua torta escolha em agentes diversos, tentando inutilmente isentar-se de toda a responsabilidade pela escolha. Agir assim, aliás, demostra até mesmo o incômodo e insegurança em reconhecer-se, em admitir-se gay. É estranho, não? Soa como agir contra a própria natureza. Dá pra imaginar…
Sabiamente, minha namorada, futura noiva e esposa, observou a contradição, a negação na “praga” que os gays e simpatizantes adoram jogar em mim, para que eu tenha um filho que vire gay. Não deu certo com o Deputado Jair Bolsonaro e não dará para mim também. Mas é curioso como vocês usam a perversão do homossexualismo como um mal a ser imputado a um oponente.
Leitor, viu como homem e mulher se completam? Rita, amo-te!

Olha, Marcelo, “ter mais ou menos melanina” nao é exatamente o que se possa chamar de “evento improvável”. A biologia explica como filhos de pais negros podem nascer negros, filhos de pais brancos podem nascer brancos, e filhos de um de cada cor que há, combinados, podem nascer morenos ou pardos ou mamelucos, cafuzos, mulatos ou quase. Ah! Como filhos de índios legítimos nascem com cabelos lisos, crianças cujos pais são ambos ruivos nascerão ruivas, loiros geram loiros e por aí vai, sem esquecer nenhuma raça pra não ser acusado injustamente pelo seu pessoal. E, enriquecendo os exemplos: como filhotes de macacos nascem, ora bolas: macacos!
Agora, vá você cruzar com uma cabra pra ver o que vai dar…

Já a conduta homossexual, que desfaz-se, renega o próposito natural da procriação, da perpetuação da espécie humana, não pode ser considerado como uma casualidade, como “um movimento de jogo de tabuleiro que a natureza tirou no dado”. A natureza, aliás, é uma programação fascinantemente desenvolvida pelo Criador (que uns acadêmicos resolveram apelidar de “Big Bang”, pra serem “cool” ou escaparem de bullying) o que significa que, não é um ente dotado de intelecto, a ponto de tomar decisões como quais macieiras no pomar darão pêras esse ano, quantos milímetros cúbicos de chuva devem cair pra derrubar aquele barraco na encosta, ou quais desses homens e mulheres devem ofender a ordem natural da vida negando a sua vocação correta, inata.

Vamos a um exemplo científico e biológico (farmacêutico, eu diria),  prático, que não se ouve (ou lê) em qualquer “butiquim”:
O órgão genital feminino, a vagina, produz lubrificação própria para o ato sexual, permitindo assim a introdução do órgão genital masculino, o pênis, nela, configurando o ato sexual condizente com a natureza. Já o esfíncter anal, não o possui. Aqueles que se aventuram a introduzir-se por lá, sofrem microlacerações na fina pele do órgão, expondo-se a infecções causadas pelas bactérias presentes no produto do processo digestivo, as fezes que, condizendo com a natureza, passam por lá e de lá saem. A fim de proteger-se destas ameaças, e suplantar a legítima indisposição deste canal para o ato sexual, faz-se uso de preservativos feitos de borracha e/ou de lubrificantes baseados em vaselina. Diga-me: estas duas substâncias sintéticas são – em alguma casualidade da natureza – produzidas pelos organismos humanos (descendentes ou não dos macacos)? Talvez em alguma “doença rara” que você conheça…
Posso usar exemplo do canal respiratório também, se este aplicado te constrangeu.

Se depender da “tese científica” de vocês gays, as outras atitudes indecorosas da humanidade, como a corrupção, a falsidade, a inclinação à violencia e terrorismo, pedofilia, zoofilia, crimes de roubo, e até de intolerância (que dizem por aí que afeta os gays ferozmente, mais do que qualquer outra “minoria”) deverão ser perdoados e consentidos sob a alegação de serem naturais, de serem inevitáveis, incorrigíveis.

Por fim, Marcelo G, não adianta espernear e nem tentar gritar o mais (fino) que conseguir. Homossexualismo é antinatural. Além disso, por ser antinatural e perturbar a sociedade normal, é imoral. Deve ser tratado como os demais distúrbios psicológicos.
Os efeitos da aceitação desta conduta pervertida, desta deturpação dos valores já estão sendo vistos na sociedade de bem, como o desrespeito à democracia praticado pelo STF, a “sugestão” do governador Sergio Cabral (RJ) de suporte operacional das forças militares sob o seu comando a eventos gays, desrespeito praticados pelos seus colegas contra os opositores, sejam eles religiosos OU NÃO (conforme meu post anterior aqui do blog).

Felizmente, o Senhor Jesus Cristo, que suportou ofensas muito maiores que um pífio beijo gay pela salvação da minha alma e da sua também (goste você ou não) há de olhar e providenciar pelas pessoas que ainda mantém o bom senso e a decência, e lutam pela verdadeira ordem natural da humanidade, defendem a família, e o direito das crianças de não serem assediadas com kits-gay. A Comunhão dos Santos promove a intercessão daqueles que pelo amor à vida lutam contra a desordem que vocês provocam. Sem dúvida, o Arcanjo São Miguel atendeu meu pedido de proteção ontem, evitou a injúria física pretendida por um travesti de rua contra meu humilde e pacífico cartaz.

Continuaremos orando para que o Espírito Santo de Deus fortaleça os deputados e senadores suscitando neles a coragem necessária para manifestar-se contra o PL122, o kit-gay e demais aberrações políticas promovidas pelos gayzistas.

Paz e Bem

O Andarilho