(Auto) Boicote

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Boicotes às empresas que patrocinam atos de vilipêndio aos objetos de culto cristão, como o da mais recente parada gay de SP (de anteriores também…) funciona? Talvez não. Tampouco zombar publicamente da fé de milhões de brasileiros com a desculpa de estar pedindo respeito é uma atitude funcional.

Há quem sinta que o mais indicado é simplesmente deixar pra lá, não destacar para minorar a divulgação… o bom é que muitos desses escolhem o silêncio combinado com a oração, em desagravo e pelo perdão dos agressores, que é atitude importante.

Um argumento contra o boicote é ser um ato quase inócuo: dificilmente se conseguia mobilizar gente suficiente para deixar de pagar pelos serviços dessas empresas a ponto de causar-lhes um prejuízo significativo. Fora os casos em que abrir mão é simplesmente nada prático ou momentaneamente inviável. Eu, por exemplo, tenho um cartão de crédito da Caixa Econômica, um dos patrocinadores. Por muito menos, no passado, cancelei cartão de outra operadora, mas no momento não posso, eu dependo desse serviço. E aí chego a um ponto interessante: dependência.

Ora, assim como os gays não dependem da aprovação de suas práticas sexuais pela Igreja para realizá-las, nós cristãos também não estamos dependendo, em absoluto, de uma tal Continuar lendo

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O PNE e a questão de gênero discutidos na Liga dos Blogueiros Católicos

Abaixo o trecho do último programa da Liga, que foi ao ar no dia 22/03, no qual discutimos a ameaça presente na nova proposta do PNE – Plano Nacional de Educação, que visa inserir a doutrinação gay no programa escolar.

Além de explicar o que é a ideologia de gênero (e o porquê de ser algo nocivo), demos várias dicas de como nos manifestarmos contra esse ataque à autoridade moral dos pais sobre seus filhos. O assunto foi desenvolvido desde os 32:20 minutos até os 58:12 minutos do vídeo:

LINKS CITADOS NO PROGRAMA:

Envie sua Assinatura aos Deputados CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO:
http://www.citizengo.org/pt-pt/5312-ideologia-genero-na-educacao-nao-obrigado

Comunicado da Arquidiocese do Rio de Janeiro contra a Ideologia de Gênero:
http://arqrio.org/formacao/detalhes/381/educacao-ou-ideologias

Site para opinar sobre projetos políticos (pesquisar os termos “homossexualidade” e “gay”):
http://www.votenaweb.com.br


Veja também:

Já que ser gay “tá na moda”

A infelicidade com Marco Feliciano

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(Fonte: Verdade Gospel)

Eu não endosso a figura de Marco Feliciano. Como, aliás, não endosso qualquer líder neo-pentecostal. Até concordo com quem me diz que a máxima “o inimigo do meu inimigo é meu amigo” não deva se aplicada a todas as situações que assim a emoção possa nos sugerir. No entanto não me furtarei de dar um destaque à perseguição que o deputado passou a sofrer desde que foi indicado à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal.

O que vale ser apontado aqui são as diferenças entre o modo de atuação dos cristãos e dos militantes gays:
Os cristãos que viram notícia na mídia brasileira hodierna são acusados de incitar a violência, de promover “discurso de ódio”. Mas nunca se viu reportagem que tenha registrado um ataque de massa raivosa de “crentes” contra uma boate gay.
Os militantes gays, para supostamente exigir respeito que supostamente seria a condição necessária para mantê-los a salvo da violência, fazem uso de truculência e algazarra contra os cristãos, ameaçando sua integridade física das formas mais diversas, expressando uma violência ímpar. E isso não é só contra Marco Feliciano, que ora está em voga. Isso é sempre! Foi assim contra a Caravana pela família promovida pelo IPCO, recentemente, foi assim com os jovens católicos participantes da Jornada Mundial da Juventude em Madrid (2011). O episódio da marcha feminista no Rio de Janeiro, que invadiu uma igreja católica em horário de missa com crianças, proferindo xingamentos e ultrajando o pudor colocando seios à mostra, é outro exemplo da atuação dos grupos que se organizam contra a doutrina cristã.

É claro que Marco Feliciano sabia muito bem o que o aguardava. Torço para que a força da sua figura pública detenha o avanço dos militantes gays, que ofereça resistência aos absurdos que eles propõem e tentam empreender contra aqueles que ousam levantar a voz contra seu estilo de socialização (afinal trata-se muito mais da interação dos que se assumem gays com o restante da sociedade, do que meramente de desaprovar a preferência sexual). Xuxa que se cuide, senão já já vai estar lançando “Xuxa só para presídios”.

Fui informado de que grupos gays estão preparando mais manifestações de repúdio a Marco Feliciano através da sua comunicação interna. Há uma convocação para pressionar o deputado Marco Feliciano e seu partido. Abaixo, comunicado interno atribuído a lídereres gays do Brasil. Continuar lendo

A conversa JÁ chegou no chiqueiro

“Bem-aventurados sereis quando vos caluniarem, quando vos perseguirem e disserem falsamente todo o mal contra vós por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois assim perseguiram os profetas que vieram antes de vós.” – Mt 5, 12-13

Vi, por alto, que uma jornalista chamada Barbara Gancia disparou zombarias contra o papa Bento XVI, mas não dei atenção, logo de cara. Até porque ela é colunista do jornal Folha de São Paulo e, sendo carioca, não o acompanho. Mas após o alerta de um amigo, resolvi conferir seus despautérios.

A primeira coisa que me ocorreu foi a pergunta: Barbara Gancia, o que te fez pensar que o papa estava falando com você? Ou, como costumava ser dito nos meus tempos de escola: “Quem te perguntou alguma coisa?”. Sim, porque quando ela escreve “E vem o papa lavar roupa suja no seu último dia de missa e querer nos convencer de que está muito cansado para continuar”, o leitor é até impelido a acreditar que a jornalista é católica, mas basta continuar a leitura do seu material pestilento que estão chamando de coluna, para ter a certeza de que não passa de uma fulana anticlerical, anticatólica que, inclusive, é bobinha a ponto de achar necessário ressaltar sua preferência homossexual para fazer notar seu desgosto com a Igreja. Além do que segue escrito, uma consulta breve ao seu perfil de twitter (@barbaragancia) ilustrou imediatamente a “piedade” dessa pobre mulher, hoje liberta da “opressão imposta por uma educação católica” (segundo a própria):

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Barbara “Ganância”  – por atenção e fama, para quem os mais de 349 mil seguidores de twitter não devem bastar, a ponto de precisar tecer comentários tão oportunistas sobre um fato que não lhe diz respeito – queixou-se do papa ter feito o pronunciamento de sua renúncia em latim, obviamente ignorando que os atos maior importância (incluindo os burocráticos) emitidos pelo papa são tradicionalmente publicados em latim, ainda que depois traduzidos para outras línguas. Mas, claro, o “mito Ganância” (ver mais abaixo), provavelmente de dentro do armário (estão dizendo que ela aproveitou a saída de Bento XVI para se declarar lésbica…), tinha dificuldades de saber que a comunidade católica é muito bem servida de veículos de comunicação, como o Zenit e as agências ACI e Fides, que atendem a todos os dialetos humanos civilizados.

A cínica colunista que “detesta se envolver em polêmica” chama a atenção para o espantalho preferido do movimento gay: os casos de pedofilia. Quanto a isso só há duas coisas a se dizer: Continuar lendo

Mais mentira do lobby gay: o papabile que deseja a morte dos homossexuais

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(Foto: reprodução)

Corre à boca pequena na Internet a fofoca de que o cardeal Peter Turkson, de Gana, seria favorável ao projeto de lei de Uganda que prevê a pena de morte para praticantes do homossexualismo.

Um blog favorável ao movimento gay publicou em 13/02/13 o artigo “Forte candidato a papa defende pena de morte para gays” onde ele faz uso de uma citação fora de contexto (para não variar…).

O autor da matéria escreveu o seguinte parágrafo:

Homofóbico, Turkson defende a pena de morte para homossexuais em Uganda, um projeto de lei infame que tramita no Poder Legislativo do país. Ao site “National Catholic Register”, ele tentou justificar, no ano passado, o porquê da vontade de prender e matar gays e lésbicas na África seria compreensível (!): “A intensidade da reação (à homossexualidade) é provavelmente compatível com a tradição”.

Quando se abre o link mencionado, surge uma rápida nota dando conta de um abaixo-assinado virual pela organização Avaaz, oferecendo resistência e oposição a tal projeto de lei. NENHUMA menção ao cardeal. O que – a meu ver –  ocorreu, foi um esforço de cruzar as referências.

Traduzindo o trecho original de onde o blog gay retirou a frase com a qual acusa o card. Peter Turkson de “homofobia”: Continuar lendo

A face nada oculta do movimento homossexual

Movimento homossexual agride fisicamente os jovens católicos
(Fonte: Instituto Plínio Corrêa de Oliveira)

A Cruzada pela Família, promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, está percorrendo o Brasil fazendo uma campanha ordeira e pacífica contra as leis de aborto e contra a agenda do movimento homossexual, como o kit homossexual nas escolas, a lei de homofobia, etc.

Em Curitiba, 14/01/2013, o movimento homossexual, que se jacta de pregar a tolerância, mostrou mais uma vez sua verdadeira face: intolerante, violenta e ditatorial. Assista ao vídeo abaixo e veja até que ponto vai a “tolerância” e o “amor” que pregam. Depois de assistir, compartilhe com seus amigos, comente e faça sua parte para que o Brasil não caia nessa ditadura homossexual.

***

Resta evidente que, apesar dos gritos acusatórios de facismo disparados pelos jovens gays e simpatizantes contra os participantes da caravana, nós, que somos contra o movimento homossexual é que temos toda a razão de denominá-lo gayzismo, pois por meio de repressão física eles tentam silenciar vozes que apresentam uma mínima, pacífica, oposição à seu estilo de vida, pelo bem da sociedade.

Oremos pelo IPCO e por todos os cristãos que compartilham de seus ideais e da sua defesa da honra de Nosso Senhor Jesus Cristo, em especial rezemos pelos peregrinos que visitarão nosso país, a cidade do Rio de Janeiro para a Jornada Mundial da Juventude, neste ano, para que sigam o exemplo excelente de serenidade e martírio dos caravanistas do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira.

E para aqueles que pensam que a atitude dos agressores registrada no vídeo não reflete o comportamento geral dos homossexuais de todo o país, não desconsiderem o fato de que aqueles jovens irados não estiveram lá senão pelo incentivo que recebem diariamente das lideranças do movimento homossexual, que os inflamam a buscar os seus “direitos” a todo o custo. Desta vez chegou até a circunstância de sangue do opositor.
Sem óbito, mas até quando?

Eu conheço o rapaz que recebeu a pedrada. Estimo sua rápida recuperação e o saúdo pela bravura e temperança. Deus o abençoe!


Veja também:

Patrulha gayzista

Paródia Faroeste Wyllys

Saudações!

Apresento uma paródia inspirada na vida pública do deputado federal pelo PSOL-RJ, Jean Wyllys, famoso por seus chiliques anticristãos.
Para os que pensarem em acusar este cantor de desafinado, devo lembrar que uma paródia não tem compromisso com a afinação (vide Tiririca, Caçarola, etc); mas bem que eu até me esforcei. O importante mesmo é o conteúdo da letra.
Longe de mim, também, causar algum mal à reputação da música original, seja pela execução amadora, seja pelo empréstimo sem aviso, hehe. Vale notar que não foi estabelecida nenhuma relação direta entre as personagens fictícias e as reais.

É óbvio que não é também um protesto por todas as ofensas proferidas pelo ex-BBB à Igreja Católica e aos cristãos em geral. Mas, convenhamos: um indivíduo que dispara críticas em português para um perfil de twitter de língua inglesa, só poderia ser motivo de piada mesmo 🙂

Urbana Legio Omnia Vincit Christo Nihil Praeponere

***

Faroeste Wyllys
(versão humorística da canção Faroeste Caboclo, de Legião Urbana)

“Não tenha medo deputado Jean Wyllys”
Era o que todos diziam quando ele se elegeu
“Deixe pra trás todo marasmo de ‘A Fazenda’
Ou seja lá de qual programa sua fama procedeu”

Quando criança só pensava em ser gayzista
Ainda mais no socialismo!
A fantasia só cresceu
O empurrão de seu padrinho, o Chiquinho
O levou para o congresso e rapidinho ele aprendeu

Ouviu a Igreja só pra arranjar um pretexto,
Pra dizer Continuar lendo

Detenha-me ou eu te devoro

Tenho recebido muitas visitas de gays e simpatizantes em meu blog, inclusive de um declarado cristão protestante (!) (infelizmente há alguns cristãos que “amadureceram demais” nesta materia…)

Isso se deve à publicação que fiz de dois artigos meus tratando da problemática do movimento homossexual  e da patrulha do gayzismoa (como sempre, recomendo a leitura das discussões travadas nos comentários desses artigos, para reforçar o conhecimento do modo de pensar dessa gente e pegar dicas de como responder a eles) nos comentários de uma atualização de status da página de facebook do jornal Gazeta do Povo.
A conversa se dá a respeito do belo artigo do colunista Carlos Ramalhete publicado lá, que versa sobre a adoção. Embora ele tenha referenciado diversos arranjos socias que acolhem crianças, não foram as freiras ou os artistas circenses que se doeram (até porque nao foram ofendidos; ninguém essencialmente foi!) mas a minoria coitadista favorita da mídia: os gays.

O que se seguiu à publicação do artigo foi uma polêmica velozmente executada pelo exército de militantes gayzistas que exigiram reparação do colunista, Continuar lendo

Contra a apologia homossexual pseudo-católica

É com pesar e uma ponta de asco que trago este alerta.
Tomei conhecimento recentemente de um grupo altamente subversivo que tem o objetivo de convencer os fiéis católicos de que a visão acerca do homossexualismo da Igreja Católica precisa e de certa forma já vem sendo revista.

No artigo do site deste grupo intitulado “Nosso ponto de vista“, discorre-se a respeito do intuito do grupo e de sua motivação de existir. Quero comentar alguns pontos onde notei discrepâncias mais berrantes:

Após 16 parágrafos ensaiando sobre o papel da Igreja perante a sociedade, caráter “definitivo mas nem tanto” da Revelação, necessidade de adaptação desta à realidade antropológica e sociológica vigente, etc, o autor lança uma leve gota de veneno aos olhos do leitor que visa fazer surgir uma dúvida acerca da validade dos dogmas. O parágrafo de número 17 traz (grifo meu):

No entanto, considerando a própria história da Igreja, por exemplo, no que diz respeito aos dogmas, não se pode concluir que esta interpretação do contemporâneo a partir dos dados objetivos já conhecidos da Revelação seja a única forma de crescimento no conteúdo da doutrina.

Uma esperta forma de sugerir que as definições, as regras de fé declaradas através de dogmas podem ser descartadas ou desconsideradas segundo a conveniência do teólogo de plantão quando assim julgar necessário para elucidar alguma novidade, como se a Palavra de Deus e o Magistério da Igreja Católica não possuíssem caráter universal e atemporal. Ora, se assim fosse, precisaríamos de uma encarnação do Verbo a cada geração!

Continuando a construir a sua distorção da validade dos dogmas o autor utiliza-se de conhecimento atribuído a um teólogo alemão:

O teólogo alemão contemporâneo Karl Rahner (1904-1984) explica como pode haver uma verdadeira evolução no dogma cristão, sem ser fruto de uma mera aplicação dos dogmas antigos.

A explicação que ele nos dá parte de uma comparação entre palavra humana e palavra divina. Quando um homem diz algo, a partir do momento em que é dito, quando a mensagem é ouvida por outros, ele já não tem nenhum poder sobre ela. O que foi dito toma rumos, ganha interpretações que não dependem mais da vontade e não estão de nenhuma forma sobre o domínio deste que disse tal palavra.

Com Deus é diferente. Ele é absolutamente consciente dos rumos que sua palavra toma ao longo da história. A palavra de Deus nunca se fecha, nem é “dita totalmente”. Mas, na medida em que novos contextos a provocam, ela se desdobra em sentidos que, se nem mesmo o hagiógrafo (autor sagrado) poderia sabê-los todos, estes não eram desconhecidos por Deus.

De cara, uma aparente falácia: parece ser, de fato, uma questão um pouco controversa a aceitação e adoção dos dogmas de fé. Mas para mim não faz sentido que uma verdade deixe de ser verdade em algum momento, e o dogma é em essência uma verdade de fé estabelecida pelo magistério da Igreja a fim de evitar ou eliminar dúvidas sobre algum determinado assunto. Sendo assim, Continuar lendo

Patrulha gayzista

Ano passado fui encontrado no twitter por uma lésbica. Discutimos extensamente uma noite sobre minha condenação ao homossexualismo, os direitos que os gays querem ter sem precisar, para transformarem-se numa classe especial, cheia de privilégios, passamos pelo desapreço dela à Igreja Católica, mas tudo num aceitável nível de respeito.

Infelizmente fiquei sem o histórico das mensagens. Ela respondia com mais de 140 caracteres (acho que usando um recurso do tweetdeck). Curiosamente eu não encontrei muitas das respostas horas depois de terminar a conversa. Não sei se foi culpa do tweetdeck, ou ela apagou por qualquer motivo que fosse. Suspeitando que ela tivesse apagado intencionalmente, concluí que não valia a pena mais conversar com ela a respeito. Os gays que militam pela causa geralmetne são pedantes, e como já estão muito firmes em suas convicções, não devem mudar através de diálogo. É assim com a maioria dos defensores de causas ruins, a propósito. O melhor é tentar salvar as novas gerações desse mau comportamento, desta má influência.

Infelizmente também, a mulher resolveu continuar me seguindo, para vez por outra poder me provocar fazendo comentários irônicos sobre os temas divergentes. Desde muito tempo simplesmente venho ignorando. Mas hoje, após abrir uma concessão acabei sendo vítima de intimidação. Da mesma intimidação que o gayzismo pretende impor à sociedade com a aprovação do PL 122. Observem:

Indiquei um artigo que demonstra como a liberação de aborto de anencéfalos alimenta a ofensiva dos abortistas, para legalizar qualquer tipo de aborto. A lésbica manifestou-se a favor da votação do STF:

Respondi testemunhando que a sociedade, em sua maioria, renuncia à prática do aborto. E disso todo mundo sabe. Bem como se sabe que a maioria da sociedade, embora aceite e tolere a livre escolha sexual das pessoas, também recusa a imposição que os gayzistas procuram infiltrar nas escolas e tentam estabelecer através de leis e decisões judiciais.

OBS: o bom cristão não ataca a livre escolha, ou o direito de escolha dos homossexuais. O bom cristão alerta para os males decorrentes desta escolha.

Mas os gays, como sabemos, odeiam toda e qualquer oposição às suas idéias, escolhas e atitudes:

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