Vai por mim…

(Ou: Aposta tudo na zebra, digo, no número 20!)

pareo-eleicoes2014

Desde que no Brasil se abriu espaço para a participação popular na escolha dos representantes políticos, a sugestão explícita é a forma de orientação mais usada. Voto por afinidade, voto de cabresto, voto comprado (ou trocado, se preferir), mensalão… a polêmica com o fim das votações secretas nas câmaras, essencialmente, era uma preocupação com o enfraquecimento das influências. Sendo assim, resolvi me aventurar na tática do “vai na minha…”.

Um ponto pacífico entre os conservadores é que o povão tem seu voto determinado por via de manipulação, seja de líderes sociais, religiosos ou mesmo pelas pesquisas de opinião encomendadas. Então o que é que nós estamos esperando para reclamar o nosso quinhão nessa disputa?!

Andei sondando, nos últimos meses, as expectativas dos meus contatos virtuais quanto às eleições 2014 e duas coisas se destacam:

Continuar lendo

A infelicidade com Marco Feliciano

marco-feliciano

(Fonte: Verdade Gospel)

Eu não endosso a figura de Marco Feliciano. Como, aliás, não endosso qualquer líder neo-pentecostal. Até concordo com quem me diz que a máxima “o inimigo do meu inimigo é meu amigo” não deva se aplicada a todas as situações que assim a emoção possa nos sugerir. No entanto não me furtarei de dar um destaque à perseguição que o deputado passou a sofrer desde que foi indicado à presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal.

O que vale ser apontado aqui são as diferenças entre o modo de atuação dos cristãos e dos militantes gays:
Os cristãos que viram notícia na mídia brasileira hodierna são acusados de incitar a violência, de promover “discurso de ódio”. Mas nunca se viu reportagem que tenha registrado um ataque de massa raivosa de “crentes” contra uma boate gay.
Os militantes gays, para supostamente exigir respeito que supostamente seria a condição necessária para mantê-los a salvo da violência, fazem uso de truculência e algazarra contra os cristãos, ameaçando sua integridade física das formas mais diversas, expressando uma violência ímpar. E isso não é só contra Marco Feliciano, que ora está em voga. Isso é sempre! Foi assim contra a Caravana pela família promovida pelo IPCO, recentemente, foi assim com os jovens católicos participantes da Jornada Mundial da Juventude em Madrid (2011). O episódio da marcha feminista no Rio de Janeiro, que invadiu uma igreja católica em horário de missa com crianças, proferindo xingamentos e ultrajando o pudor colocando seios à mostra, é outro exemplo da atuação dos grupos que se organizam contra a doutrina cristã.

É claro que Marco Feliciano sabia muito bem o que o aguardava. Torço para que a força da sua figura pública detenha o avanço dos militantes gays, que ofereça resistência aos absurdos que eles propõem e tentam empreender contra aqueles que ousam levantar a voz contra seu estilo de socialização (afinal trata-se muito mais da interação dos que se assumem gays com o restante da sociedade, do que meramente de desaprovar a preferência sexual). Xuxa que se cuide, senão já já vai estar lançando “Xuxa só para presídios”.

Fui informado de que grupos gays estão preparando mais manifestações de repúdio a Marco Feliciano através da sua comunicação interna. Há uma convocação para pressionar o deputado Marco Feliciano e seu partido. Abaixo, comunicado interno atribuído a lídereres gays do Brasil. Continuar lendo

A face nada oculta do movimento homossexual

Movimento homossexual agride fisicamente os jovens católicos
(Fonte: Instituto Plínio Corrêa de Oliveira)

A Cruzada pela Família, promovida pelo Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, está percorrendo o Brasil fazendo uma campanha ordeira e pacífica contra as leis de aborto e contra a agenda do movimento homossexual, como o kit homossexual nas escolas, a lei de homofobia, etc.

Em Curitiba, 14/01/2013, o movimento homossexual, que se jacta de pregar a tolerância, mostrou mais uma vez sua verdadeira face: intolerante, violenta e ditatorial. Assista ao vídeo abaixo e veja até que ponto vai a “tolerância” e o “amor” que pregam. Depois de assistir, compartilhe com seus amigos, comente e faça sua parte para que o Brasil não caia nessa ditadura homossexual.

***

Resta evidente que, apesar dos gritos acusatórios de facismo disparados pelos jovens gays e simpatizantes contra os participantes da caravana, nós, que somos contra o movimento homossexual é que temos toda a razão de denominá-lo gayzismo, pois por meio de repressão física eles tentam silenciar vozes que apresentam uma mínima, pacífica, oposição à seu estilo de vida, pelo bem da sociedade.

Oremos pelo IPCO e por todos os cristãos que compartilham de seus ideais e da sua defesa da honra de Nosso Senhor Jesus Cristo, em especial rezemos pelos peregrinos que visitarão nosso país, a cidade do Rio de Janeiro para a Jornada Mundial da Juventude, neste ano, para que sigam o exemplo excelente de serenidade e martírio dos caravanistas do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira.

E para aqueles que pensam que a atitude dos agressores registrada no vídeo não reflete o comportamento geral dos homossexuais de todo o país, não desconsiderem o fato de que aqueles jovens irados não estiveram lá senão pelo incentivo que recebem diariamente das lideranças do movimento homossexual, que os inflamam a buscar os seus “direitos” a todo o custo. Desta vez chegou até a circunstância de sangue do opositor.
Sem óbito, mas até quando?

Eu conheço o rapaz que recebeu a pedrada. Estimo sua rápida recuperação e o saúdo pela bravura e temperança. Deus o abençoe!


Veja também:

Patrulha gayzista

Paródia Faroeste Wyllys

Saudações!

Apresento uma paródia inspirada na vida pública do deputado federal pelo PSOL-RJ, Jean Wyllys, famoso por seus chiliques anticristãos.
Para os que pensarem em acusar este cantor de desafinado, devo lembrar que uma paródia não tem compromisso com a afinação (vide Tiririca, Caçarola, etc); mas bem que eu até me esforcei. O importante mesmo é o conteúdo da letra.
Longe de mim, também, causar algum mal à reputação da música original, seja pela execução amadora, seja pelo empréstimo sem aviso, hehe. Vale notar que não foi estabelecida nenhuma relação direta entre as personagens fictícias e as reais.

É óbvio que não é também um protesto por todas as ofensas proferidas pelo ex-BBB à Igreja Católica e aos cristãos em geral. Mas, convenhamos: um indivíduo que dispara críticas em português para um perfil de twitter de língua inglesa, só poderia ser motivo de piada mesmo 🙂

Urbana Legio Omnia Vincit Christo Nihil Praeponere

***

Faroeste Wyllys
(versão humorística da canção Faroeste Caboclo, de Legião Urbana)

“Não tenha medo deputado Jean Wyllys”
Era o que todos diziam quando ele se elegeu
“Deixe pra trás todo marasmo de ‘A Fazenda’
Ou seja lá de qual programa sua fama procedeu”

Quando criança só pensava em ser gayzista
Ainda mais no socialismo!
A fantasia só cresceu
O empurrão de seu padrinho, o Chiquinho
O levou para o congresso e rapidinho ele aprendeu

Ouviu a Igreja só pra arranjar um pretexto,
Pra dizer Continuar lendo

Detenha-me ou eu te devoro

Tenho recebido muitas visitas de gays e simpatizantes em meu blog, inclusive de um declarado cristão protestante (!) (infelizmente há alguns cristãos que “amadureceram demais” nesta materia…)

Isso se deve à publicação que fiz de dois artigos meus tratando da problemática do movimento homossexual  e da patrulha do gayzismoa (como sempre, recomendo a leitura das discussões travadas nos comentários desses artigos, para reforçar o conhecimento do modo de pensar dessa gente e pegar dicas de como responder a eles) nos comentários de uma atualização de status da página de facebook do jornal Gazeta do Povo.
A conversa se dá a respeito do belo artigo do colunista Carlos Ramalhete publicado lá, que versa sobre a adoção. Embora ele tenha referenciado diversos arranjos socias que acolhem crianças, não foram as freiras ou os artistas circenses que se doeram (até porque nao foram ofendidos; ninguém essencialmente foi!) mas a minoria coitadista favorita da mídia: os gays.

O que se seguiu à publicação do artigo foi uma polêmica velozmente executada pelo exército de militantes gayzistas que exigiram reparação do colunista, Continuar lendo

Patrulha gayzista

Ano passado fui encontrado no twitter por uma lésbica. Discutimos extensamente uma noite sobre minha condenação ao homossexualismo, os direitos que os gays querem ter sem precisar, para transformarem-se numa classe especial, cheia de privilégios, passamos pelo desapreço dela à Igreja Católica, mas tudo num aceitável nível de respeito.

Infelizmente fiquei sem o histórico das mensagens. Ela respondia com mais de 140 caracteres (acho que usando um recurso do tweetdeck). Curiosamente eu não encontrei muitas das respostas horas depois de terminar a conversa. Não sei se foi culpa do tweetdeck, ou ela apagou por qualquer motivo que fosse. Suspeitando que ela tivesse apagado intencionalmente, concluí que não valia a pena mais conversar com ela a respeito. Os gays que militam pela causa geralmetne são pedantes, e como já estão muito firmes em suas convicções, não devem mudar através de diálogo. É assim com a maioria dos defensores de causas ruins, a propósito. O melhor é tentar salvar as novas gerações desse mau comportamento, desta má influência.

Infelizmente também, a mulher resolveu continuar me seguindo, para vez por outra poder me provocar fazendo comentários irônicos sobre os temas divergentes. Desde muito tempo simplesmente venho ignorando. Mas hoje, após abrir uma concessão acabei sendo vítima de intimidação. Da mesma intimidação que o gayzismo pretende impor à sociedade com a aprovação do PL 122. Observem:

Indiquei um artigo que demonstra como a liberação de aborto de anencéfalos alimenta a ofensiva dos abortistas, para legalizar qualquer tipo de aborto. A lésbica manifestou-se a favor da votação do STF:

Respondi testemunhando que a sociedade, em sua maioria, renuncia à prática do aborto. E disso todo mundo sabe. Bem como se sabe que a maioria da sociedade, embora aceite e tolere a livre escolha sexual das pessoas, também recusa a imposição que os gayzistas procuram infiltrar nas escolas e tentam estabelecer através de leis e decisões judiciais.

OBS: o bom cristão não ataca a livre escolha, ou o direito de escolha dos homossexuais. O bom cristão alerta para os males decorrentes desta escolha.

Mas os gays, como sabemos, odeiam toda e qualquer oposição às suas idéias, escolhas e atitudes:

Continuar lendo

E as ofensas continuam…

Eu vou logo logo desviar um pouco o foco das postagens. Eu quero. Há assuntos que também merecem. Mas “eles” continuam a atacar a moral, a decência, os cristãos, ameaçando a sociedade de bem com a sua cretinice. E neste vídeo podemos ver (não sem sentir revolta e repúdio) de que são feitos os gays e os políticos que os apóiam:

Destaque para a “metáfora da faca”, da deputada Érica Kokay (PT)

A propósito, deputado Jean Wyllys (PSOL), a história nos conta evidências dos Sumérios datam de meados do quarto milênio a.C. [1]
Há ainda relatos [2] que indicam evidências desde 5900 “BCE”[3]

Mas agradecemos esta nova demonstração de sua ignorância.

[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Sum%C3%A9ria
[2] http://www.newworldencyclopedia.org/entry/Sumer
[3] http://www.religioustolerance.org/ce.htm

Resposta pública a Reinaldo Azevedo

Bem, não que ele vá se dignar a vir até aqui comentar. É até mais provável que inclua uma crítica no meio de uma outra postagem combatendo alguns ataques sofridos. Mas, cada qual desfila vestido como quer, no próprio quintal.

Eu estava – até este momento – tecendo um comentário para esta postagem do blog dele. Mas, como meus comentários demoram a ser moderados (nada pessoal, Reinaldo… não sou vingativo, hehe) e ainda que este fosse, “sujaria” a página com um texto demasiado longo, registro aqui. E por que tecer um comentário acerca do posicionamento dele? Justamente porque eu admiro muita coisa que ele escreve, mas ainda assim discordo da sua postura como (ainda?) cristão.
Ora, poucos são os envolvidos ativamente com a batalha contra a insanidade instaurada pelos ativistas gays nos últimos meses. Infelizmente muito menos do que é preciso para combatê-los com potência e restabelecer a ordem. Portanto, não é bom que haja pessoas dignas e respeitadas como o sr. Reinaldo a colocar a sua retórica em público com prejuízo da eficiência no debate, contra o gayzismo.

Gostaria que minhas palavras fossem tomadas como humildes. Afinal, é dever de todo cristão admoestar o próximo quando este se desvia do caminho, em busca de um crescimento para ambos na fé, e em concordância com a Lei de Deus.
Também torço para que não haja quem julgue este manifesto como uma investida em busca de popularidade. Outrossim, desejo que qualquer crítica seja submetida em comentário.  Até porque, desprovido de popularidade (tá bom, de afazeres também sr. Reinaldo, se foi isso que te ocorreu) sou capaz de responder a cada comentário com atenção.

Vamos à resposta:

Há momentos em que até você, Reinaldo, parece espernear…
Como eu sou um dos que costuma comentar contra a sua tentativa de imparcialidade diante deste confronto no campo da moral, tomo um pouco da birra pra mim.

Apesar de você acreditar que se coloca como espectador da situação, quando você sinaliza que é cristão chama para si a expectativa de uma concordância com a doutrina cristã. É o que se espera de todo o cristão: guiar-se pelos preceitos de Deus, transcritos na bíblia, e comungar da doutrina transmitida pelos padres, pelos bispos e todo o magistério da Igreja Católica (ok, pelos orientadores das denominações protestantes também, pode ser).

Porém não é o que ocorre. E para piorar, você não só advoga pelo direito dos homossexuais de brigarem por igualdade (em campos onde eles deliberadamente divergem da igualdade e naturalidade) como, dando pábulo à sanha ofensiva dos gays, ainda advoga pelo seu direito particular de DISCORDAR da doutrina cristã (com a qual você sugere ter algum tipo de relação) não necessariamente “dando o braço” para os gays mas, digamos, fazendo o “high five” eventualmente.

Não venha com esse papo de “cristão moderninho”, que acha que os cristãos se tornam fanáticos e extremistas de vez em quando (inclusive de maneira hipócrita) como quando diz: “(…)porque a Bíblia não me dá direito de escolha, ou então não posso me dizer cristão? Que resolva aderir a esse primor de hipocrisia que consiste numa aplicação vesga do “ame o pecador, mas não pecado”, de sorte, então, que homossexuais devessem ser condenados à solidão?”
A bíblia não “dá o direito” de escolher ser homossexual, de escolher o pecado.
Também não gostaria de ter de lembrá-lo, mas: respeitar o outro não significa concordar com ele. Logo, respeitar um homem que prefere ser gay, uma mulher que prefere ser lésbica, NÃO significa ter que silenciar diante desta conduta desordenada e indignificante. Até porque, sr. Azevedo, nós cristãos (você também, certo?) somos convocados a zelar pela santificação do próximo. E falar contra o homossexualismo é um ato de caridade para com aqueles que estão afastados da graça de Deus pelo pecado. Assim como pode ser caridoso você me apontar algum pecado meu, caso saiba de algum. Em Ez 33,7-9

7 Quanto a ti, filho do homem, eu te coloquei como sentinela para a casa de Israel. Logo que ouvires alguma palavra de minha boca, tu os advertirás de minha parte. 8 Se eu disser ao ímpio que ele deve morrer, e não lhe falares advertindo-o a respeito de sua conduta, o ímpio morrerá por própria culpa, mas eu te pedirei contas do seu sangue. 9 Mas se tiveres advertido o ímpio a respeitode sua conduta para que a mude, e ele não a mudar, o ímpio morrerá por própria culpa, mas tu salvarás a vida.

Já chegamos no limite de esperar que os homossexuais se comportem e não causem distúrbio. Você e qualquer pessoa vê que o objetivo da militância gay é atacar o cristianismo, os cristãos (eu mesmo denunciei isso no meu blog, na “Reposta pública a Chico Lobo e Ricardo Loureiro“) e não só isso, mas destruir a instituição mais preciosa da civilização: a família.

Entenda, Reinaldo, que é louvável a sua postura que defende o direito individual. Porém, não é pertinente a permissividade de um cristão, goste você disso ou não. Em tempo: aqueles a quem você se referiu – gays que supostamente tornaram-se sacerdotes p/escapar de patrulha – pensavam como você: “Deus tem que me aceitar da maneira que eu sou, do jeito que eu penso.”. Com efeito, todos os gays que deixam a Igreja por que esta, corretamente, não concorda com a sua conduta pecaminosa, pensam como você. E Martinho Lutero, João Calvino e o rei Henrique VIII pensava como você também. Sempre, na cegueira causada por um desordenado desejo de liberdade, eles quiseram moldar o Deus Todo Poderoso e Pai amoroso aos seus desígnios mais íntimos.

Preocupa a postura de (auto)defesa que pisa no território dos homossexuais porque está já declarada uma guerra, que ficou evidente na passeata gay de domingo último (26) conforme você mesmo divulgou.
Está muito claro e provado que a militância gay só deseja o mal à sociedade de bem, à família, à religião cristã e a qualquer pessoa ou entidade que seja contra a conduta homossexual (e isso te inclui Renato, apesar dos pesares, mas você já sabe) como foi visto recentemente com relação ao maldito kit-gay e ao ainda pouco conhecido PNDH-3.
Sendo assim, pelo restabelecimento da ordem, e em nome da proteção da decência e da moral, contra os males vindouros, urge uma contrapropaganda ao homossexualismo.

Engana-se quem tenta fazer distinção entre “militantes gays” e “gays de fim-de-semana”. Os homossexuais que não militam, não o fazem por diversos motivos: impossibilidade de viajar para os grandes centros urbanos, menor idade, falta de oportunidade. Mas a insistência no “direito a divergir da natureza e receber tratamento especial por isso” de todos os homossexuais que o fazem dá gás para Luiz Mott, Toni Reis e cia avançarem contra a sociedade de bem.

A opção sexual homossexual (embora você tente se enganar insistindo que “vem de berço” este distúrbio) conduz para um estado de negação da fé (ou pior: criação de uma nova “cartilha” de fé, permissiva), a um egoísmo que leva o indivíduo a crer que sua condição é normal (e obviamente não é) e mais ainda, a exigir que as pessoas ao seu redor “aceitem” a sua opção.
Esta é a natureza do pecado: distancia-nos do Bem Supremo, que é Deus. E, nas trevas, tudo é permitido em favor da nossa danação. Especialmente a rebeldia contra Deus, que culminou com a precipitação de Satanás ao inferno.
Em 1Cor 6, 12-13;18-20 temos:

12 “A mim tudo é permitido, mas nem tudo me convém”. A mim tudo é permitido, mas não me deixarei dominar por coisa alguma. 13 Os alimentos são para o estômago, e o estômago para os alimentos. Mas Deus destruirá um e outros. O corpo, porém, não é para a prostituição, ele é para o Senhor, e o Senhor é para o corpo; 18 Fugi da devassidão. Em geral, todo pecado
que uma pessoa venha a cometer é exterior ao seu corpo. Mas quem pratica imoralidade sexual peca contra seu próprio corpo. 19 Acaso ignorais que vosso corpo é templo do Espírito Santo que mora em vós e que recebestes de Deus? Ignorais que não pertenceis a vós mesmos? 20 De fato, fostes comprados, e por preço muito alto! Então, glorificai a Deus no vosso corpo.

Portanto, até mesmo para os que acreditam que homossexualismo é impulso irrecusável, Deus nos dá a orientação e expressa o seu desejo de arrependimento e renúncia ao pecado, às transgressões da carne. Erra quem escolhe ignorar partes da bíblia em favor dos seus desejos particulares. Erra quem opta por tomar trechos fora de contexto para defender-se – ou, mais absurdamente: para ofender, como fizeram os organizadores da “parada gay”, tomando “Amai-vos uns aos outros” como se acreditassem que Jesus Cristo corroborava o homossexualismo!

Felizmente, Deus é misericordioso, toca e chama constantemente também aqueles que pecam, como tu e eu, e aqueles que sofrem da tentação homossexual. Soube recentemente de um rapaz que professa a fé católica, e que por encontrar-se atraído por homens e não por mulheres, para não desafiar e não desagradar a Deus, resolveu abster-se de relações interpessoais. Isto é exemplo de piedade.

Com efeito, foi justamente a vista grossa praticada por nós cristãos, que negligenciaram assistência aos homossexuais (incluindo os padres pedófilos, sim) ao longo de tanto tempo, que contribuiu para esta insurreição gay presente. E agora, os representantes dos gays, os homossexuais mais atrevidos e organizados, investem contra a sociedade, buscando cavar buracos que a façam ruir. Focaram em nossas crianças, o que seria um golpe considerado baixíssimo, não viesse de quem veio.

Você sim, Reinaldo Azevedo, precisa observar a própria conduta no tocante à religiosidade. Como pode um cristão condenar a Igreja em favor dos que lhe são opostos? É como um médico que diz: “olha… não vamos nos preocupar com o combate às drogas, aos males do cigarro. afinal, saúde não é isso, né? Ser saudável é mais do que isso. Eu, eu mesmo, não concordo com muita coisa que a medicina diz sobre esses assuntos…”.

Reinaldo, com a situação tal como se apresenta, não é possível que alguém sensato como você não cuide das palavras escritas em favor da ordem. Logo você, paladino da ordem e das leis.
Porventura deve-se parabenizar as algazarras praticadas dentro de sala de aula sob a prerrogativa da “liberdade de expressão”?
Pior: faz sentido defender o direito ao furto como paliativo à miséria generalizada, apoiando-se num suposto abandono do Estado?

Assim, por mais que você ache “bonitinho” homem casar com homem, gays adotarem crianças, não é. Faz-se necessário orientar, sobretudo os “gays neófitos” dos absurdos de que são capazes os gays mais “religiosos”.
Ali, sim, o “fanatismo” existe. Fanatismo que inventa que Deus ama incondicionalmente a ponto de acolher seus filhos em condição de pecado. Não senhor, Reinaldo! Deus, Nosso Senhor, é misericordioso. Mas define muito bem o que Lhe agrada e o que Lhe desagrada. Fez questão de deixar para nós, nas Sagradas Escrituras. E pede sim que cada um arrependa-se dos seus pecados e O siga conforme os Seus desígnios.

Você escreve nota comentando que a Igreja Católica ou os representantes desta não se manifestam contra os abusos dos gays. Só que, agindo na contra-mão, para piorar, manifesta-se dando razão aos homossexuais sempre que pode.
E agindo assim e assado, você incentiva a opinião de que os cristãos “têm preconceito”, os cristãos “discriminam os gays”, de que os cristãos “são homofóbicos”. Não é nada disso, pô! Cristãos legítimos acreditam no poder salvífico do Sangue Precioso de Cristo, na ação renovadora do Espírito Santo, sem jamais esperar que Deus se “modernize”.

Paz e Bem
Bruno Linhares

Votação da PEC 23/2007 na ALERJ

Em (segunda) discussão apesar de tudo, ordenada, presidida pelo deputado Paulo Melo (PMDB), a PEC 23/2007 assinada pelo deputado Gilberto Palmares (PT) foi à votação por volta das 21hs nesta terça-feira 21/06/2011 na ALERJ.
Segunda porque já havia passado por apreciação da casa anteriormente, quando somente dois deputados votaram contra, pelo que parece.

Esta PEC (Proposta de Emenda Constitucional) pretendia incluir “orientação sexual” entre as características pelas quais um cidadão não pode ser discriminado, segundo a Constituição do Estado.

Estive cobrindo a sessão através do twitter, tecendo comentários às declarações dos deputados Átila Nunes (DEM), Luiz Paulo (PSDB), Flávio Bolsonaro (PP), Janira Rocha (PSOL), Gilberto Palmares (PT), Wagner Montes (PDT), Marcelo Freixo (PSOL), Márcio Pacheco (PSC). A partir daí, atingi o limite de 350 mensagens por hora e o twitter solicitou que eu ficasse quieto por um tempo 🙂
Voltei pouco depois continuando a comentar, quando falava o deputado Édino Fonseca (PR)

Segue o que sobrou de comentários após o twitter solicitar que eu parasse de tentar postar.
Deixei o twitter e anotei quanto pude dos discursos abaixo.
Meus comentários anteriores, da participação dos outros deputados, podem ser vistos consultando a hashtag #ContraPEC23 no twitter.

# Cidinha Campos (PDT): Continuar lendo