É, hoje, “O Dia” da baixaria

Gabriel Sabóia, jornalista do “O Dia”, valeu-se de seu posto para desferir impropérios contra a organização da Caminhada Pelas Famílias, utilizando-se de informações incorretas sobre a Igreja. Talvez ele seja daqueles gays que sentem que “nasceram errado”. O fato é que o artigo dele, esse com certeza, já nasceu errado: logo no título ele acusa a passeata de ser “contra a família homossexual”, cometendo diversos equívocos.

Em primeiro lugar, chamar uma união homossexual de família é forçar a barra. O sr. Sabóia pensa que os cristãos estão indo na “contramão” da História (ele grafou a palavra com a inicial minúscula, talvez estivesse se referindo às histórias fantasiosas de dentro da sua cabeça…) mas todo aquele que declara que dois indivíduos do mesmo sexo unidos formam uma família está, na verdade, indo na contramão da Biologia. Afinal, não fossem os pais de dois homossexuais, por sua vez, heterossexuais, a dupla de ofendidinhos não teria chegado jamais a ver a luz do dia.

Em segundo lugar, devo denunciar a má intenção do autor em avisar que “o Movimento LGBT reage”. Como assim reage?! Quem foi que legitimou meia dúzia de militantes a responderem por toda uma parcela da sociedade? O sr. Sabóia zomba dos muitos homossexuais brasileiros que não se sentem representados por aqueles que praticam absurdos em nome da causa e que não pediram, em absoluto, a ajuda de ninguém. O discurso do jornalista é pura incitação à uma fajuta luta de classes. E não é difícil dar razão a estes homossexuais sensatos quando vemos como o chamado “Movimento LGBT” age, seja em suas passeatas gays repletas de ultrajes e atentados ao pudor e ultrajes aos objetos de culto, quando fazem protestos até mesmo dentro de eventos religiosos (como no episódio das masturbações com imagens de santos DURANTE AS ATIVIDADES DA JMJ), quando comparecem a audiências públicas e se comportam de maneira má educada e autoritária, etc. Quem poderia se sentir representado por pessoas que pensam o mundo a partir de seus genitais?

Ufa! Isso foi só um pouco do que se pode dizer do título e do subtítulo da matéria!
Gabriel começa o corpo do texto afirmando que a marcha vai “na contramão do Vaticano”. Alías, talvez caiba um à parte aqui: em menos de 25 palavras a redação dele utilizou “contramão” duas vezes. Isso significa muitas coisas… arrisco uma avaliação psicológica para dizer que revela um traço de intolerância do autor. Alguém que talvez acredite cegamente que a humanidade só possa ir num único sentido e que revisar suas escolhas e caminhos tomados seja invariavelmente um erro; que não aguentar ser contrariado.

Claro que quando sr. Sabóia escreve que “um Papa, pela primeira vez, flexibiliza o discurso e pede igualdade no tratamento dado aos homossexuais” ele não tem razão. E não é nem porque Francisco não tenha sido o primeiro Papa a dar uma atenção caridosa a eles ou a ter admitido uma necessidade de melhorar o atendimento pastoral desses filhos da Igreja, mas porque – pasmem! – jamais um Papa promoveu ou incitou a desigualdade de tratamento! O jornalista usa de subterfúgios para difamar cristãos, acusando-os de preconceituosos, de terem conduta discriminatória, de hostis. Mas eu sei, não devemos jogar pérolas aos porcos, logo não é tão proveitoso assim adentrar na Doutrina Católica, no Catecismo para recitar todas as orientações (anteriores a Francisco) elaboradas pelo Magistério e ratificadas pelos últimos papas. Afinal, o resmungo do sr. Sabóia tem um fim bastante específico, como se vê avançando na leitura.

Há poucas semanas deu-se na câmara municipal de São Gonçalo uma audiência pública para a discussão de vários temas integrantes do Plano Municipal de Educação. O item mais polêmico sendo a inserção da Ideologia de Gênero na pedagogia escolar. Amigos meus que estiveram presentes relataram que o “Movimento LGBT” daquela vez não esteve tão forte, inclusive sendo surpreendido por uma vereadora que se declarou lésbica E contrária à prática dessa doutrinação ideológica; militantes gays ficaram irados por esta vereadora ter dividido com a audiência que vive a castidade e é cristã… Ah! Recentemente o “Movimento LGBT” fez uma vítima: uma professora chamada Paula Marisa foi expulsa do colégio em que lecionava por ter feito questão de transparência da escola para com os pais dos alunos quanto à uma palestra que abordaria a Ideologia de Gênero e seria ministrada por um representante da secretaria de assuntos de diversidade do município. O testemunho dela pode ser assistido aqui.

O jornalista Gabriel Sabóia desinforma seus leitores quando escreve que Continuar lendo

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