Bolso furado

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O jornal O Dia noticiou que o presidente da ALERJ, Jorge Picciani (PMDB) aumentou em R$ 1.200 o salário dos estagiários de nível superior da casa. Conforme bem destacou o jornal, o salário (de, agora, R$ 2.800) para uma carga horária semanal de 20 horas é maior que o valor pago para os professores da rede estadual, que devem trabalhar 30 horas por semana: R$ 2.211,25.

É preciso observar o seguinte: os estagiários são estudantes, ou seja, pessoas ainda não completamente formadas. Os professores precisam ter, no mínimo, a graduação completa para serem admitidos nos concursos. Muitos deles investem mais tempo e dinheiro e especializam-se (concluindo pós-graduação) com o objetivo de aumentar seus rendimentos, o que não acontece em todos os casos. A discrepância na remuneração, e mais ainda, no reconhecimento dos profissionais e de sua relevância é aguda.

Estamos vivendo momentos de insatisfação e indignação latente dos professores, conforme notícias chegadas recentemente vindas do Paraná. É uma, portanto, uma escolha perigosa, ainda que (como informado pela matéria) seja para evitar processos judiciais.

Claro que, por outro lado, não são apenas os professores os membros do funcionalismo público estadual que passam a ser vítimas de tão amarga ironia (receber menos trabalhando mais e em funções bem mais importantes que outros). Nesta mesma semana veículos de comunicação avisaram que o efetivo de policiais militares sofrerá redução – drástica, pelas minhas contas – devido a cortes nas vagas do RAS (Regime Adicional de Serviço, programa voluntário de horas extras). E, a despeito da justificativa dada pela liderança da corporação (ociosidade de vagas), diz-se que o motivo real é a falta de verbas.

Convenhamos que é uma desculpa exdrúxula: se se tratavam de vagas ociosas,
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Segundo turno no Rio, segundas chances

Uma característica bacana da democracia representativa, de voto direto, é que qualquer pessoa comum pode discutir as opções de candidatos sem arriscar causar prejuízo para o sucesso da campanha. Um escritor do site do Instituto Mises Brasil já disse nunca comparece às urnas porque o voto individual vale nada; valeria apenas se a eleição fosse decidida por apenas um voto.

Em conjunto com amigos igualmente interessados no cenário político, estamos nos esforçando para aprender e contribuir mais ativamente com o processo eleitoral e de acompanhamento dos mandatos. Identificamos uma estratégia para o primeiro turno esse ano, no tocante ao cargo de governador, que foi a de optar pelo voto em Luiz Pezão (PMDB) considerando que é o que terá menos tempo de governo (não poderá concorrer à reeleição, por já ter assumido o mandato oficialmente no início do ano corrente). Entendendo que nenhum dos candidatos é suficientemente bom para nós, seria o mais viável, torcendo para que quatro anos bastassem para o surgimento de algum candidato melhor.

Porém, com a determinação do duelo de segundo turno entre Pezão e Marcelo Crivella (PRB), particularmente vejo uma oportunidade de reavaliar o posicionamento. Honestamente, apesar dos apontamentos feitos aqui no início do ano, admito que não tenho ainda muito mais para recusar Crivella que o preconceito religioso. Sim, porque nem todo preconceito é mau, vale ressaltar. O alinhamento do candidato com a seita protestante conhecida como “Igreja Universal do Reino de Deus” e mais que isso, sua relação íntima com o fundador da seita, o famigerado Edir Macedo, prontamente acendem um alerta na cabeça de qualquer carioca, pelo menos, cristão ou não. No entanto, também na qualidade de cristão, não evito acusar o preconceito alheio. Temos que ir além desse juízo de valor. Como disse numa discussão mais cedo: não vejo correlação entre a sanha financeira de um líder religoso protestante e uma hipotética má administração do dinheiro público.

Pezão, por sua vez, tem Sergio Cabral, ex-governador, por padrinho. Até onde sei, ele poderia ter renunciado se enxergasse algo errado na gestão de seu antecessor, mas não o fez. Sobre estes dois candidatos restantes, pesam suspeitas de corrupção ativa ou conivência. Vale investigar. E também é útil ler suas propostas (aquelas protocoladas junto ao TSE). Todos os políticos fazem promessas, quais têm maior potencial de realização? Acaso não é saudável Continuar lendo

Dossiê cristão dos pré-candidatos ao governo do RJ

Resolvi fazer uma pesquisa no histórico dos pré-candidatos ao governo do RJ nas eleições 2014, a fim de averiguar e informar meus leitores sobre o posicionamento deles quanto a temas de interesse moral cristão. Eis o resultado do escrutínio:

precandidatos-RJ-2014# Aborto

Cesar Maia (DEM): já ironizou o governador Sérgio Cabral por este ter feito uma interpretação extremista da correlação com alta taxa de natalidade e criminalidade – oferecendo maior acesso ao aborto como solução – que leu no ensaio de economistas americanos. Apesar de ser acusado de não ter feito muita coisa para fechar clínicas clandestinas de aborto, baixou o decreto 25.745/05 que, desafiando a portaria 1508/05 do Min. da Saúde, conservava a exigência de B.O. para casos de alegado estupro. Cavando um pouco mais fundo nos registros históricos políticos, descobre-se que ele foi deputado constituinte, ou seja, participou dos debates e votações que nos legaram a atual Constituição Federal (de 1988); o site da Associação Nacional Pró-vida e Pró-família avisa que César Maia (então filiado ao PDT) SE ABSTEVE da votação para o destaque que pretendia proteger a vida desde a concepção;
Garotinho (PR): espera-se de um político cristão confesso (ainda mais quando faz da religião sua plataforma) que seja contrário ao aborto. Infelizmente eles costumam desafiar esta lógica elementar (militontos do PT que o digam!). Entretanto, não parece ser o caso de Anthony Garotinho, já que conta-se por aí que no ano passado ele aventou no Congresso um referendo para consulta popular ao assunto, além de ter ficado ao lado dos conservadores na disputa com o STF quando aprovou o aborto de bebês anencéfalos;
Jandira Feghali (PCdoB): de pronto, a pesquisa retorna que a candidata se auto intitula “histórica defensora do direito ao aborto”. Nenhuma surpresa, ao se considerar o “C” da questão (no nome do partido). E não é blefe. Enquanto deputada federal, fez “o diabo” (como diria Dilma) para liberar geral o assassinato de seres humanos inocentes;
Lindbergh Farias (PT): outro que não nos surpreende quando o assunto é moralidade cristã, dado o partido. Comprometido com o socialismo, não “pisa fora da faixa”. Votou contra a PEC 25/95 que visava explicitar a defesa da vida desde a concepção na CF;
Luiz Pezão (PMDB): Esboçou simpatia por D. Orani quando este assumiu o arcebispado do Rio de Janeiro e ele era o governador em exercício. Sabem como é: PMDB é um primo tímido do PT, então podemos talvez esperar o velho truque de bajular primeiro, trair depois. Não encontrei, de pronto, referências cruzadas dele com o aborto. No mais, ele foi vice de Sérgio Cabral por dois mandatos e está sendo ofertado como seu “continuista”; será que vai querer fazer algo diferente?;
Marcelo Crivella (PRB): Aqui está uma figura dúbia quanto ao assunto. Já deu declarações sendo contra, já foi apontado em oposição ao seu tio e líder da seita protestante “Igreja Universal” (que tem forte influência no partido) Edir Macedo, que é declaradamente favorável ao aborto. No passado, nos idos de 2010, figurou entre os defensores da então candidata Dilma, quando sofria os justos ataques dos cristãos por causa do tema;
Miro Teixeira (PROS): Um livro de antropologia urbana lançado em 1999 contém um quadrinho de opiniões dos candidatos ao governo do RJ daquela época. Lá, Miro Teixeira aparece com tendo respondido favoravelmente à legalização do aborto (vale frisar que isso é sempre pior que a mera descriminalização). Ele, assim como César Maia, foi deputado constituinte, só que, demonstrando firmeza de convicção, votou NÃO para o destaque pró-vida;
Professor Tarcísio Motta (PSOL): um desconhecido, trabalhando para um partido com conhecida preferência pelo aborto. Professor de história no Colégio Pedro II. Pelo que o seu facebook me contou, é amigo/apoiador de abortistas. Mas, claro, ainda que se diga contrário, vindo por onde vem, comunista do jeito que é, não acreditem;
Cyro Garcia (PSTU): Já defendia a descriminalização do aborto em sua campanha pela prefeitura do Rio de 2012.

# Gayzismo
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Profilaxia aplicada aos abortistas

bebe-socialismo-abortoNa sequencia do decreto Lei 12.845 de 01/08/2013 baixado pela presidente Dilma (PT), que solidificou a ameaça do aborto no Brasil, surge, proposto pelos deputados federais Hugo Leal (PSC – RJ), Salvador Zimbaldo (PDT – SP) e Eduardo Cunha (PMDB – RJ) o PL 6061/2013 que visa lapidar o golpe abortista pela força da clareza das expressões e tramitação dos casos que a norma “Dilmista” se propõe a atender.

A redação desse novo projeto me pareceu excelente! Parabenizo os deputados responsáveis pela proposição. Transcrevo o inteiro teor do projeto para apreciação. Se os nobres deputados ditos pró-vida supostamente cochilaram foram despistados na tramitação da lei 12845/13, agora já não têm desculpa para não se esforçarem por defender o direito à vida e o honesto atendimento às vítimas de violência sexual.

Cabe a nós, cobrarmos de nossos representantes a atenção devida para este projeto, bem como acompanhar (pelo site da Câmara) a sua tramitação.

***

PROJETO DE LEI Nº DE 2013.

(Dos Srs. Hugo Leal, Salvador Zimbaldi e Eduardo Cunha)

Altera a Lei nº 12.845, de 1º de agosto de 2013, que “Dispõe sobre o atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual” e dá outras providências.

O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º A Lei nº 12.845, de 1º de agosto de 2013, passa a vigorar com as seguintes alterações:

“Art. 1º Os hospitais devem oferecer às vítimas de violência sexual atendimento emergencial e multidisciplinar, visando o tratamento das lesões físicas e transtornos psíquicos decorrentes de violência sexual, e encaminhamento, se for o caso, aos serviços de assistência social.”

 “Art. 2º Para os efeitos desta Lei, violência sexual é todo ato sexual na forma de estupro em que resultam danos físicos e psicológicos.”

 “Art.3º ……………………………………………………………………………………

……………………………………………………………………………………………..

III – encaminhamento da vítima para o registro de ocorrência na delegacia especializada e, não havendo, a Delegacia de Polícia que, por sua vez, encaminhará para o Instituto Médico-Legal, órgão público subordinado à Secretaria de Estado da Segurança Pública, visando informações e provas que possam ser úteis à identificação do agressor e à comprovação da violência sexual;

IV – Suprima-se;

…………………………………………………………………………………………….

VII – Suprima-se;

…………………………………………………………………………………….” (NR)

Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Justificativa Continuar lendo

Iniciativa de criação de partido conservador

(Fonte: G1- Jovens estudantes tentam refundar partido símbolo da ditadura militar)

Extinta há mais de 30 anos com o fim do bipartidarismo no Brasil, a Aliança Renovadora Nacional (Arena) pode voltar à ativa nas mãos de jovens e com uma cara “nova”. O estatuto e o programa do novo partido foram publicados no Diário Oficial da União na última terça-feira (13), cumprindo um dos passos burocráticos para o registro da legenda.

A Arena foi fundada originalmente em abril de 1966 dentro do sistema de bipartidarismo imposto pelo regime, que extinguiu outros 13 partidos que existiam antes. Enquanto a Arena sustentava o governo militar, fazia oposição no Congresso o Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Continuar lendo

Dor eleitoral de cotovelo

Dor de cotovelo

Quando uma pessoa A sente inveja da outra pessoa B por que essa pessoa A queria estar no lugar da outra pessoa B.

 

Em terra de cego, Andrea Gouveia parece ter pelo menos três olhos, que funcionam só quando convém

Evidenciando o que eu já venho mostrando aqui no blog[1], que socialismo e cristianismo não combinam, tomo conhecimento desta matéria,  que se inicia assim:

Vereadora acusa Paes de usar repasses de verba como mensalão religioso

Em um texto enviado a eleitores por e-mail nesta quarta-feira (19), a vereadora Andrea Gouveia Vieira, licenciada do PSDB para apoiar a campanha de Marcelo Freixo (PSOL), acusa o prefeito Eduardo Paes (PMDB) de usar repasses de verbas públicas para comprar o apoio de entidades religiosas a sua campanha de reeleição. Para ela, tal iniciativa “não deixa de ser uma forma de mensalão”.

Nem vou entrar no mérito de que a dona fez uso do termo “mensalão” aproveitando-se da modinha… Agora: se ela já sabia da coisa toda, por que será que deixou para colocar a boca no trombone só esse ano, esse mês, nesse dia, a tão pouco tempo da eleição? Será que ela só aprendeu a enviar e-mail essa semana?   Oo
Esses assessores, hein!, vou te contar…

Mas a parte que me toca mesmo é essa (resumo escrito pelo jornal): Continuar lendo

Arquidiocese do Rio de Janeiro contra a cultura da morte!

Saudações!
Seguem três vídeos gravados com proeminentes representantes da Igreja Católica na arquidiocese do Rio de Janeiro.

Caro leitor católico: exercer a nossa fidelidade a Nosso Senhor Jesus Cristo, nosso Salvador é também buscar a fidelidade ao magistério (autoridade do clero) naquilo que está conforme ao Evangelho e à Verdade confiada por Ele à Sua Igreja.

Nestes tempos turbulentos, vejo muitos amigos tentados a apostar em candidatos que aparentam oferecer mudanças significativas e benéficas para nossa comunidade carioca, mesmo lhes sendo apresentada uma visão mais ampla, que alerta para as tendências gravemente anticristãs de seus partidos e até mesmo de suas próprias carreiras políticas.

Aqui no Rio de Janeiro, apesar da firmeza da posição do atual prefeito, Eduardo Paes (PMDB), segundo pesquisas, vem crescendo a adesão ao candidato Marcelo Freixo (PSOL) que é sabidamente abortista, assim como manda a ideologia do seu partido.

Oremos para que Deus nos ilumine e aponte o caminho correto, nos oriente nas escolhas que faremos para este pleito. Que seja a vontade Dele, e não a nossa, a prevalecer.

Vídeo 1
“Dom Orani Tempesta, Arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro, alerta a sociedade sobre os perigos da cultura da morte em implantação por poderosas organizações nacionais e internacionais e conclama a responsabilidade de todos diante das consequências do aborto e da eutanásia, numa reflexão profunda sobre as eleições, a reforma do Código Penal e a nova norma técnica do Ministério da Saúde para a prática do aborto.”

Vídeo 2
“Dom Luíz Henrique, Bispo Auxiliar da Arquidiocese do RJ, alerta sobre a importância da defesa da vida do inocente nas eleições de 2012 e conclama toda atenção da sociedade para a escolha de candidatos que não compactuem com as tentativas de implantação do aborto e da eutanásia no Brasil.
Num pronunciamento sensível e corajoso, Dom Luiz Henrique orienta aos cristãos sobre o artíficio da disseminação de meias verdades, como a “liberdade de escolha da mulher”, para a implantação de uma cultura do assassinato e destruição do ser humano. “Toda tentativa de burlar a legislação no sentido de promover o aborto, devemos ter muito cuidado”.

Vídeo 3
“Dom Antônio Augusto Dias Duarte, Bispo Auxiliar da Arquidiocese do RJ, alerta para a importância da escolha de candidatos que sejam exemplo de defesa dos valores da família e da Vida nas eleições 2012 municipais.”


Veja também:

Campanha Municípios em Defesa da Vida

A medida provisória e a estupidez permanente

O rolo compressor do Projeto Sarney

Estado laico pra boi dormir

Paes assina acordo com líder indiano para levar meditação a escolas no Rio

Candidato à reeleição recebeu Sri Sri Ravi Shankar no Palácio da Cidade.
Paes também quer usar técnica nas Clínicas da Família.

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Eduardo Paes, candidato à reeleição pelo PMDB, recebeu o líder espiritual indiano Sri Sri Ravi Shankar, no Palácio da Cidade, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, nesta segunda-feira (3). Como mostrou o RJTV, Paes e o líder indiano assinaram um termo de cooperação entre a prefeitura e a ONG, coordenada pelo indiano.

O acordo prevê a implantação de programas de meditação e relaxamento para alunos de escolas públicas, com o objetivo de melhorar o rendimento em sala de aula.

Ravi Shankar inventou uma técnica de respiração que promete benefícios para o corpo e a mente, e criou a Fundação Arte de Viver, com projetos sociais em mais de 160 países.

Eduardo Paes disse que quer usar a técnica também nas Clínicas da Família, para promover saúde e bem-estar.

“Esses espaços [Clínicas da Família] são espaços de atenção primária, de tratamento preventivo, não são espaços para cuidar de doença. É um espaço que você pode, já estão atingindo quase 2,5 milhões de cariocas, atingir uma parte importante da população e usar uma técnica de meditação, respiração, como uma forma de melhorar a vida das pessoas, inclusive no ponto de vista psicológico, do estresse, e das tensões do cotidiano”, explicou Paes.

(Fonte: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/eleicoes/2012/noticia/2012/09/paes-assina-acordo-com-lider-indiano-para-levar-meditacao-escolas-no-rio.html)

***

Eu não advogo em favor do estado laico. Muito menos pelo “estado laico” (assim mesmo, entre aspas), defendido pelos esquerdistas, que na realidade é um estado ateu. Ok… digamos que 50% deles defendam um tal arranjo social. A outra metade, Continuar lendo

Votação da PEC 23/2007 na ALERJ

Em (segunda) discussão apesar de tudo, ordenada, presidida pelo deputado Paulo Melo (PMDB), a PEC 23/2007 assinada pelo deputado Gilberto Palmares (PT) foi à votação por volta das 21hs nesta terça-feira 21/06/2011 na ALERJ.
Segunda porque já havia passado por apreciação da casa anteriormente, quando somente dois deputados votaram contra, pelo que parece.

Esta PEC (Proposta de Emenda Constitucional) pretendia incluir “orientação sexual” entre as características pelas quais um cidadão não pode ser discriminado, segundo a Constituição do Estado.

Estive cobrindo a sessão através do twitter, tecendo comentários às declarações dos deputados Átila Nunes (DEM), Luiz Paulo (PSDB), Flávio Bolsonaro (PP), Janira Rocha (PSOL), Gilberto Palmares (PT), Wagner Montes (PDT), Marcelo Freixo (PSOL), Márcio Pacheco (PSC). A partir daí, atingi o limite de 350 mensagens por hora e o twitter solicitou que eu ficasse quieto por um tempo 🙂
Voltei pouco depois continuando a comentar, quando falava o deputado Édino Fonseca (PR)

Segue o que sobrou de comentários após o twitter solicitar que eu parasse de tentar postar.
Deixei o twitter e anotei quanto pude dos discursos abaixo.
Meus comentários anteriores, da participação dos outros deputados, podem ser vistos consultando a hashtag #ContraPEC23 no twitter.

# Cidinha Campos (PDT): Continuar lendo