Campanha Municípios em Defesa da Vida

*** CONSULTE A RELAÇÃO DE CANDIDATOS PRÓ-VIDA EM SEU MUNICÍPIO ***

 

Saudações!

Caro leitor,

Política se faz com idéias e gestos concretos. O seu voto, embora não seja propriamente decisivo, inegavelmente contribui para os rumos que a sociedade toma.

Sabemos que o poder de decisão e a capacidade de provocar mudanças significativas em nossas vidas reside nas mãos dos governantes que a maioria elege, de tempos em tempos. Assim sendo, cabe a nós investir com tal poder aqueles homens e mulheres bem preparados para lidar com nossos problemas e atender nossos anseios de colaborar para uma sociedade mais justa.

Ora, a célula fundamental de nossa sociedade civil é o indivíduo, o ser humano. A missão do governante é aplicar esforços pelo bem de cada um de nós. E assim como o mandato de um político eleito possui início e fim bem determinados, também a vida humana possui seu início e fim previstos e confirmados pela razão.

O início da vida humana dá-se com a fecundação, na união dos gametas masculino e feminino. A partir deste ponto, a natureza concorre para o surgimento inequívoco de uma nova pessoa, um novo indivíduo, um novo cidadão; quem sabe até, um novo político!
Devemos, portanto, nos unir para eleger apenas candidatos comprometidos com a causa da valorização deste bem fundamental, a vida.

O gesto concreto que eu proponho aqui é aderir a esta campanha que segue explicada abaixo. O Movimento Brasil Sem Aborto está identificando os postulantes a cargos de vereador e prefeito nessas eleições 2012 e selando com eles um compromisso de atitude, de postura. A equipe do site já fez um bom trabalho de disponibilizar um mecanismo de busca dividido por estado. Lá podem ser conferidos nome, partido, número e cópia do termo de compromisso assinado com firma reconhecida.

Colabore com a campanha, divulgando em seus círculos de amizade, redes sociais, etc. Consulte o candidato da sua região. Pergunte a ele pessoalmente sua opinião e posicionamento quanto ao aborto. Se ele não estiver interessado, preferir não se envolver, ou mesmo for a favor do assassinato de seres humanos inocentes no ventre de suas mães, que futura administração pública poderemos esperar dele? Sem dúvida, uma das mais indignificantes.
Devemos exigir um mandato moralmente correto desde agora, período de campanha.

É nossa chance de sair da inércia e influenciar o cenário político ao nosso redor! Leia a chamada da campanha abaixo. Para conferir a lista dos candidatos participantes, clique aqui.

Proponho ainda um outro gesto concreto: convido a todos para um “tuitaço” nesta quarta-feira, 22, a partir das 13hs, para divulgação maciça da campanha. Vamos postar no twitter mensagens com o link para esta matéria, seguida da hashtag #brasilsemaborto . Ex:

Eu só voto em vereador pró-vida! <LINK ENCURTADO> #brasilsemaborto

A vida depende do seu voto! <LINK ENCURTADO> #brasilsemaborto

Candidato bom é aquele que respeita o direito de nascer! <LINK ENCURTADO> #brasilsemaborto

E por aí vai. Ah! Manifestações via facebook serão também muito bem-vindas!

OBS: o <LINK ENCURTADO> pode ser conseguido copiando o link que vai aparecer no meu twitter @oandarilho01 ou ainda copiando o link completo deste artigo e encurtando-o no http://bit.ly

Campanha Nacional “Municípios em Defesa da Vida”

A VIDA depende do seu VOTO!

Clique aqui e imprima, preencha e reconheça a firma em cartório do TERMO DE COMPROMISSO.

A importância do voto para fortalecer a democracia.

Este ano, mais uma vez, milhões de eleitores em todo o país vão eleger vereadores e vereadoras, prefeitos e prefeitas em 5.563 municípios. A democracia brasileira sairá fortalecida e consolidada, pois a escolha dos governantes e dos parlamentares através do voto é, sem dúvida, o mais nobre de todos os direitos da cidadania. No entanto, faz-se necessário sempre tomarmos consciência da importância do nosso voto. Precisamos estabelecer critérios na hora de escolher as pessoas que vão nos representar nas Câmaras Municipais e  administrar as prefeituras nos próximos quatro anos.

 

O mais importante de todos os direitos humanos – o direito à vida.

Mas que critérios são estes? Além de honestidade, compromisso com a ética e com as necessidades do povo, competência administrativa, é preciso considerar o critério do respeito e valorização da vida.  A prática do aborto que é crime em nosso país, mas que é feito clandestinamente, tem ceifado inúmeras vidas indefesas que são assassinadas covardemente, sendo-lhes negada o mais importante de todos os direitos humanos, o direito à vida. Antes de decidir em quem vai votar para vereador ou vereadora, prefeita ou prefeita, verifique se essa pessoa tem um compromisso verdadeiro com a defesa da vida. Veja se o seu candidato tem compromisso com a promoção de políticas públicas de atenção à maternidade em seu município. Que todas as mulheres que engravidam tenham atendimento de qualidade nos postos de saúde e nos hospitais públicos. Que não permitam a distribuição  da “pílula do dia seguinte” pela rede pública de saúde, uma vez este medicamento tem efeito abortivo, pois intercepta e destrói o óvulo fecundado antes que ele chegue ao útero. Isto se aplica também ao DIU.

Escolha candidatos comprometidos com a  vida – desde a concepção.

Temos que eleger pessoas comprometidas com a defesa da vida do momento da concepção até a morte natural. Lembre-se: a “Vida depende do seu Voto”. Vote em quem é contra o aborto e não defende a sua legalização. Se você ainda não tem o seu candidato ou candidata pró-vida visite o nosso site www.brasilsemaborto.com.br e verifique se na lista dos candidatos pela vida existe alguém do seu município e vote nele ou nela, com a consciência de que seu voto contribuirá para a construção de um Brasil  mais justo, mais solidário e mais humano. Um Brasil sem Aborto.

A VIDA depende do seu VOTO!

Vote em quem é contra a legalização do aborto.

*****

Fonte: http://www.brasilsemaborto.com.br/?action=areafixa&id=8

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As pedras do tabuleiro do jogo político

Continuando a reflexão acerca do voto, expressar-me-ei um pouco mais em favor da obrigatoriedade, já que um desejo de torná-lo facultativo está tomando forma.

De acordo com a PEC 159/2012 proposta pelo deputado Filipe Pereira (PSC-RJ), “a essência do voto facultativo é a sua qualidade que o valoriza e pressupõe a ampla liberdade do cidadão de votar ou não, deixando falar mais alto a sua consciência política sem coercitividade constitucional e também pelo fato de permitir auferir melhor a vontade do eleitor” (grifos meus). [1]
Pois bem, um detalhe muito importante que lança dúvida sobre a legitimidade desta afirmação acima consta também no texto da PEC, no parágrafo anterior: “(…) o desprestígio e a descrença do povo com a classe política é abismal(…)”.

Ora, a venda de votos, conforme comentei no artigo anterior (https://oandarilho01.wordpress.com/2012/04/12/o-voto/), não é praticada por eleitores ciosos de seu dever cívico, nem de longe. É preciso admitir que quem aceita o escambo eleitoral é tão corrupto quanto quem o oferece. Tomar os beneficiários do Bolsa Família por pobres cidadãos, humildes demais para compreenderem a atitude prejudicial da qual fazem parte, ou desiludidos com a própria vida a ponto de se julgarem necessitados de “auxílios” como este, por falta de oportunidade, é um pouco de ingenuidade.  Quem convive com esta parcela da população ou tem contato com a sua realidade mesmo que indiretamente, como é o meu caso (filho e marido de professoras da rede municipal) sabe que os homens e mulheres atendidos por programas assistencialistas procuram sobreviver destas esmolas tanto tempo quanto possível.

Mas como tirá-los desta miséria social e política? Certamente não é sugerindo-lhes que possam abrir mão de um direito, seduzindo-os para fazer crer que, como não estão capacitados para entender o cenário político e fazer uma “boa escolha”, o melhor é optar por isentar-se de opinar a respeito do futuro do país.  Até porque, se o voto é um direito, conquistado neste país através da sua luta pela democracia, não faz sentido que a nação agora decida por desfazer-se dele. Ainda mais considerando o pressuposto de que um verdadeiro direito, que emane da lei natural, não é condicionado pela época, situação social ou outro fator de equivalente ordem. Ele pode, evidentemente, ser reconhecido ou não num ou noutro dado momento da história (quem não pensaria a respeito da escravidão?), mas está em sua essência ser um bem a ser perseguido e, uma vez conquistado, tornar-se um predicado da sociedade.

Contudo, volto eu para o aspecto que, na verdade, me interessa defender: Continuar lendo

O voto

Para mim, o voto deve mesmo ser obrigatório.
O voto, mais do que um direito, deve ser compreendido como um dever cívico, equivalente a respeitar as leis de trânsito ou as normas de conduta de um estabelecimento.

Há quem defenda que se o voto fosse facultativo, menos políticos ruins seriam escolhidos. Eu discordo, pois se os maus políticos angariam os votos comprando-os com dinheiro vivo ou benefícios de sorte variada, todos os eleitores que já vendem suas escolhas continuariam a fazê-lo.

Eu gostaria que cada cidadão tivesse a capacidade de votar conscientemente, exercendo sua opinião, apoiando o plano de trabalho do seu candidato. Infelizmente, Continuar lendo

Existe vida após o STF?

De acordo com a wikipedia [1]:

Os ministros do Supremo Tribunal Federal são escolhidos entre os cidadãos, com mais de 35 e menos de 65 anos, de notável saber jurídico e reputação ilibada. O cargo é privativo de brasileiros natos. Os ministros são nomeados pelo presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. O cargo não tem mandato fixo: o limite máximo é a aposentadoria compulsória, quando atinge os setenta anos de idade.

Sendo a nomeação dos ministros dependente da vontade e opinião do chefe do poder executivo, as opiniões destes ministros escolhidos ficam subjugadas aos interesses do mesmo. Por sua vez, o presidente da república representa antes de tudo os interesses do partido através do qual foi eleito. Com isso, fica claro que a melhoria do STF pode dar-se apenas com a melhoria das eleições.

É em momentos como o presente, em que o STF julga a descriminalização do aborto de fetos anencéfalos/mesoencéfalos, que podemos ter a clara noção da consequência de nosso voto. Oito dos onze ministros foram escolhidos pelo governo do PT. Um deles foi escolhido por José Sarney. Logo, continuaremos a ter abortistas e eugenistas ocupando aquelas cadeiras tão importantes enquanto permitirmos que dure o péssimo e maligno governo vermelho.

Aproveitemos a oportunidade que se aproxima, com as eleições municipais (vereadores e prefeitos) para desde já recomeçarmos a construir a política do país. Procuremos apoiar os políticos engajados na defesa da vida e na dignidade do ser humano, sobretudo os que adotam e respeitam a ética e moral cristã. São estes os políticos que poderão ajudar a reformar a consciência e o comportamento de grupos sociais, de bairros, comunidades, e que podem um dia chegar a deterem grande influência. Estudem seus candidatos, mas principalmente seus partidos. Não é difícil saber quais são aqueles que prestam serviço contrário à vida e à família verdadeira. Repito a dica: partidos de inspiração socialista/comunista devem ser sumariamente descartados e rechaçados.

OBS: nem todo partido que leva “social” no nome tem a ver com socialismo. Mais um motivo para prestar atenção.

Em paralelo, continuemos aplicando esforços em defender a vida em plenitude, da concepção à morte natural, apoiando e desenvolvendo campanhas de conscientização contra o aborto em qualquer circunstância, adquirindo mais conhecimento sobre o processo de adoção de crianças e adolescentes, etc. Jamais nos permitamos a omissão diante de alguém que de clara consciência ou motivado pelo senso comum defenda o aborto.

Aqui no blog tenho muitos artigos tratando da defesa da vida: https://oandarilho01.wordpress.com/tag/aborto

Deus abençoe todos os agentes pró-vida, e acolha com misericórdia as vítimas do crime de assassinato que é o aborto.
Que Ele toque os corações das mulheres em situação de dúvida com relação à escolha a se tomar. Que a Sua Divina Providência auxilie as pessoas dedicadas à promoção da vida a alcançarem estas mulheres.

Quanto ao STF, bem, oremos para quem é realmente supremo e infalível em justiça: Nosso Senhor Jesus Cristo.

A humanidade precisa de leis para saber e fazer o que é certo. Mas o grande desafio da humanidade, deste século, deste milênio é conseguir fazer o certo mesmo quando existirem leis permitindo o contrário. – Bruno Linhares


[1] http://pt.wikipedia.org/wiki/Supremo_Tribunal_Federal#Ministros_do_Supremo_Tribunal_Federal

A medida provisória e a estupidez permanente

Em 26 de Dezembro último a presidente Dilma Rousseff adotou uma medida provisória (MPV 557)[1] que institui um programa de acompanhamento às gestantes e puérperas para prevenção da mortalidade materna. Do mesmo modo que a palavra “vasco” ouvida (mesmo por alto) atiça num flamenguista um espírito de crítica, a palavra “materna” não deixaria de atiçar a sanha crítica dos abortistas.

Note que a MP é destinada EXCLUSIVAMENTE para o melhor acompanhamento das GESTANTES e PUÉRPERAS, ou seja, mulheres que (ainda, enquanto gestantes) não optaram pelo aborto. É justamente isso que faz as feminazi e demais abortistas se contorcerem e espumarem de raiva. Quanto mais atenção as mulheres “simpatizantes” do “absurdo” que é a maternidade receberem, menos as mulheres, no geral, irão querer exercer os seus “direitos reprodutivos” de chacinar os inocentes frutos das relações sexuais irresponsáveis tão caras às feministas abortistas.

Não vou entrar no mérito do potencial utilitarista da medida (embora o vício seja de olhar todo programa do governo petista sob esta ótica), até porque eles não se incomodaram de atacar tal ponto de vista. No início do ano, um dos grupos organizados feministas do território nacional, identificado como Rede Feminista de Saúde (RFS) lançou uma nota de posicionamento sobre a MP 557 [2]  alegando, entre outros motivos bestas:

é importante enfatizar que uma atividade focalizada dificilmente estrutura e organiza uma política baseada em princípios de universalidade e integralidade, não incorpora as questões de gênero e diversidade, e tão pouco considera os direitos sexuais e os direitos reprodutivos das mulheres (um explícito descumprimento dos acordos internacionais firmados por nosso país). Estes são componentes indispensáveis de toda e qualquer política destinada a assegurar o direito das mulheres a uma vida saudável, sem violência e coerção.

O que elas querem dizer com “focalizada” é que julgam ser uma injustiça que o governo crie um programa de atenção às gestantes que não trate também de facilitar o aborto. É só isso, esse despeito que carrega a palavra. Esta é a filosofia das minorias: QUALQUER ATITUDE que tenha como foco uma parcela da sociedade que não elas mesmas torna-se alvo de queixas sobre discriminação.
E como assim “questões de gênero e diversidade”??? Beira a insanidade essas senhoras aventarem a possibilidade de a redação da MP precisar trazer termos como “indivíduos transgêneros” ou “transsexuais” e querer desclassificar o programa baseando-se nisso.
Notem, ao final do parágrafo, que para as feminazi é uma violência, um crime hediondo fornecer às gestantes a possibilidade de terem seus filhos com toda a assistência médica devida…

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O dia em que Jean Wyllys me chamou de mentiroso…

… ou difamador, ou sujeito de má fé.

Montei uma história em quadrinhos contando um bate-papo que tive com o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) na noite de 14/03/12 a respeito de uma infame nota do seu site oficial sobre a atenção dispensada por ele para a causa dos “profissionais do sexo”.

Tomei conhecimento da nota quando pesquisava em seu perfil de twitter por algum pronunciamento dele sobre sua tarefa política de relator do PL 478/07. Nada encontrei a esse respeito – nem no perfil dele nem do perfil oficial da sua assessoria de imprensa (@ascomjeanwyllys ).

Prontamente redigi o artigo supracidato comentando a idéia do deputado e fiz questão de levar o link do meu artigo para os comentários do artigo dele, a fim de abrir um debate a respeito da prostituição. Um tempo depois vi algumas notas no twitter dele sobre as críticas que o projeto estaria recebendo, e parti para a argumentação:

Nota: os amantes das “causas das minorias” sempre agem como se fosse necessário estabelecer novos paradigmas de direitos e dignidade para estes “pobres marginalizados da sociedade”. Parecem incapazes de reconhecer que, na maioria dos casos, essas minorias não passam de marginalizados voluntários. É vergonhoso que nosso país eleja indivíduos com tão pouco entendimento de democracia…

Aí, o sr. Jean Wyllys interessou-se pela minha opinião e retrucou:

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Por um país de “filhos da puta!”

O PSOL, na figura do deputado Jean Wyllys (RJ) reuniu-se recentemente com representantes da organização da sociedade civil “Da Vida”, um grupo dedicado à promoção da dignidade dos “profissionais do sexo”. Segue o texto publicado no site oficial do parlamentar:

O Deputado Jean Wyllys (PSOL/RJ) se reuniu, na manhã dessa segunda-feira (12), com representantes da organização da sociedade civil Da Vida e pesquisadores sobre prostituição para discutir a proposta de um Projeto de Lei que regulamenta a prostituição e desenvolve estratégias para o fortalecimento da cidadania de profissionais da prostituição. Participaram da reunião Gabriela Leite, prostituta fundadora e Secretária Executiva da instituição, Flavio Lenz, fundador e assessor de Imprensa, Friederick Strack, consultora e José Miguel Nieto Olivar, pesquisador da prostituição nas fronteiras.

Foram discutidos temas relacionados ao preconceito e discriminação dessa atividade tradicional e secular, estigma, importância do fortalecimento do combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, revisão de artigos do código penal brasileiro, necessidade diferenciação entre movimentos nacionais e internacionais para prostituição voluntária e tráfico de pessoas para fins de exploração sexual, políticas públicas, entre outros.

O projeto de lei, baseado na lei alemã que regulamenta as relações jurídicas das prostitutas (Gesetz zur Regelung der Rechtsverhältnisse der Prostituierten – Prostitutionsgesetz – ProstG) e no Projeto de Lei 98/2003 do ex-Deputado Federal Fernando Gabeira, que foi arquivado, e no PL 4244/2004, do ex-Deputado Eduardo Valverde, tem como um dos pontos principais garantir que o exercício da atividade do profissional do sexo seja voluntário e remunerado, tirando assim esses e essas profissionais de um submundo de marginalização.

Segundo a justificativa do PL, a prostituição é “atividade cujo exercício remonta à antiguidade, e que, apesar da exclusão normativa e da condenação do ponto de vista dos “bons costumes”, ainda perdura”. “A mesma sociedade que desaprova a prostituição a utiliza”, diz Wyllys. “Essa hipocrisia e moralismo superficial causa injustiças, a marginalização de um segmento considerável da sociedade e também a negação de direitos aos profissionais cuja existência nunca deixou de ser fomentada. Desenvolver a cidadania das e dos profissionais de prostituição caminha no sentido da efetivação da dignidade humana”.

A justificativa do PL se baseia, também, em um dos objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil, que é a erradicação da marginalização (art. 3º inciso III da CRFB) e o da promoção do bem de todos (art. 3º, inciso IV), explica Wyllys. “O atual estágio normativo, que não reconhece os trabalhadores do sexo como profissionais é inconstitucional e acaba levando e mantendo esses profissionais no submundo, na marginalidade. Precisamos resgatá-los para o campo da licitude”, diz.

Os participantes sistematizarão os pontos que consideram fundamentais na proposição do PL e voltarão a se reunir para a continuidade do trabalho.

Todo indivíduo que cresceu em boa família, teve bons responsáveis e instrutores certamente ouviu ao menos uma vez frase com teor: “você tem que estudar para ter um bom futuro…”.
Aparentemente estes homens e mulheres discordam da sabedoria popular. Basta ser bom “na cama” que o mercado de trabalho há de acolher de pernas braços abertos o “profissional”.

Nesses dias em que se fala tanto da dignidade da pessoa humana, sobretudo da mulher, o PSOL Continuar lendo

ELERJ planeja curso sobre legislação eleitoral

ELERJ QUER REALIZAR CURSO SOBRE LEGISLAÇÃO ELEITORAL EM 2012

A Escola do Legislativo do Estado do Rio de Janeiro (Elerj) está planejando realizar um curso sobre a legislação eleitoral, em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), com o objetivo de orientar candidatos e partidos para as eleições municipais de 2012. A decisão foi tomada pelo coordenador da Elerj, deputado Gilberto Palmares (PT), ao fim da palestra sobre o tema realizada no auditório da Escola, nesta quinta-feira (29/09). Segundo Palmares, a grande participação de representantes de Câmaras municipais e partidos políticos no evento mostrou a necessidade de preparação para os candidatos. “O passo seguinte é organizar junto com o TRE um seminário ou até mesmo um curso de maior duração, para aprofundarmos os temas levantados hoje. É uma ajuda importante para o processo eleitoral”, destacou o deputado. Segundo ele, a previsão é que o treinamento ocorra já nos primeiros meses do próximo ano.

Ouça matéria na Rádio Alerj

O evento desta quinta-feira abordou a legislação eleitoral, Continuar lendo

Diagnóstico Genético Pré-implantação

Mais um filho não-abortado e “não-suicidado” do casal Aborto e Eutanásia: Diagnóstico Genético Pré-implantação (também conhecido como PID ou PDG).
Consiste em avaliar geneticamente um embrião destinado à inseminação artificial para prever doenças congênitas e/ou probabilidade de má-formação (que pudesse ou não provocar falecimento precoce do feto/bebê). Tomei conhecimento deste caso através de artigo postado no site da Editora Cléofas.

Vejamos: considerando um acompanhamento médico, e levando também em conta a probabilidade de engano da pesquisa genética (“screening”), suponha que o estudo não acusou perigo e o embrião seja implantado. Pouco tempo depois*, durante o pré-natal detecta-se uma falha na pesquisa, com o surgimento de algum indício de falha genética ou doença congênita. O que ocorre? Os envolvidos (pais e médicos) “ganham o direito” de abortar a criança para “evitar maiores problemas”!
Como pode ser lido na matéria, o PID dará pábulo à cultura da humanidade descartável que já tem se firmado nestes dois últimos séculos.

Novamente a Igreja Católica se posiciona contra os perigos dos avanços científicos em favor da vida e da dignidade humana. O bispo de Freiburg, Robert Zollitsch proferiu as seguintes palavras sobre o caso:

“a seleção de embriões humanos viola o preceito da dignidade humana, que respeita todos os seres humanos desde o princípio”. Para a DBK, “cada ser humano é único como pessoa e portador de uma dignidade que não está disponível, independentemente do seu nível de desenvolvimento, das suas capacidades atuais, talentos, seus pontos fortes e fracos ou a sua posição social, e isso em todas as fases da sua existência”

E nunca é demais destacar: a Igreja Católica não é contra a ciência. Ela não se opõe a qualquer estudo só porque “não gostava nem de Galileu”. Quem sentir um ímpeto de xingar a Igreja Católica começando com um “lá vem essa aí de novo…” deveria respirar fundo e ao menos ler todo o texto original, e se inteirar sobre o assunto. Faça como eu acabo de fazer, para evitar ralhar com a aquela meia-dúzia de antividas que quase sempre cito nos meus artigos. 🙂

Uma das preocupações oriundas da aprovação da lei é a de que ela alarga caminhos para Continuar lendo