Em quem você votará para presidente?

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Já que agentes de pesquisas de opinião (Datafolha, IBOPE, etc) fazem parte do panteão de seres místicos – ao lado dos folclóricos cabeça de bacalhau e enterro de anão – as enquetes eletrônicas oferecem uma segurança maior na representação da opinião pública. Afinal, a falsificação de uma pesquisa que você vê que existe (e consegue acompanhar a evolução) incomoda menos que a de uma que apenas disseram pra você que foi feita.

Assim, o blog O Legado d’O Andarilho lança sua própria enquete sobre os presidenciáveis. Vote e divulgue!


Veja também:

O voto
Eleições 2014 na Liga dos Blogueiros Católicos
Vai por mim…

Presente de Gregório

equipe

Integrantes do grupo

Um dia tomei ciência de um grupo chamado “Porta dos Fundos”, que lançava esquetes de humor semanalmente (acho que 2x p/s). Tinham conteúdo engraçado, alguns atores já conhecidos e uma boa edição.

Certa vez tomaram como tema de um dos vídeos a seleção de casais animais para a Arca de Russell Crowe Noé (cf. Gn 6). Tinha graça! Um humor meio “Os Trapalhões”, onde Noé convencia uns bocós a ir buscar as feras perigosas, com toda aquela lábia mansa, tipo “vai lá… tá sussa….”.

logo“Porta dos Fundos” é muito popular. Conhecem aquele ditado, igualmente popular, “se melhorar estraga“? Pois é. Os atores e roteiristas do canal jamais tentaram explicitamente provar que Deus não existe, mas provaram uma hipótese ainda mais impossível de se demonstrar: a de que um profissional pode despencar na qualidade do seu serviço através – surpreendentemente! – da elevação dos seus esforços! Quanto mais

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Conversando (com as paredes) sobre o PNE

Participei agora há pouco (11hs) do videochat oferecido pela Câmara Federal com o deputado Angelo Vanhoni (PT) para tratar das controvérsias do texto do Plano Nacional de Educação (PNE).

(Fonte: Site da Câmara Federal)

(Fonte: Site da Câmara Federal)

Com presença maciça de conservadores que se declararam incisivamente contrários à inserção da ideologia de gênero no plano, a proposta era discutir vários aspectos do texto, como a destinação de 10% do PIB para a educação.

O relator é favorável à preservação da ideologia de gênero no texto, registrada com a frase “ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”, que como todos sabemos, signfica carta branca para a imposição de novos kits gays, como esse mimo aqui.

Desde o início os participantes, dentre eles alguns tendo se declarado professores, registraram sua discordância à redação do artigo segundo do PNE, que contém a ameaça:

Porém, o deputado gastou mais tempo discutindo as perguntas de pouca relevância para os participantes, como sobre “educação ambiental”. Era como conversar com as paredes.

Conta-nos o site da Câmara:

Críticas
De acordo com a Coordenação de Participação Popular da Câmara, o novo Plano Nacional de Educação alcançou em março o primeiro lugar em atendimentos no Disque-Câmara, com 877 ligações, sendo 860 para manifestar críticas ao texto. Desde o início de 2014, o projeto está em segundo lugar em volume de atendimentos pelos canais interativos da Câmara, perdendo apenas para o projeto de marco civil da internet (PL 2126/11).

Somente na semana de 17 a 23 de março, foram 804 comentários contrários ao PNE e 5 a favor. Um dos pontos mais polêmicos do texto é a diretriz que trata da superação de desigualdades educacionais. O texto aprovado na Câmara fala em “ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”, o que motivou críticas ao texto.

“Não sou de acordo em colocar as palavras: gênero, igualdade de gênero e orientação sexual. Solicito a retirada dessas palavras do Plano Nacional de Educação”, disse Tatiane Dias Figueiredo, de Santa Terezinha (BA).

Também contrária ao texto, Maria Ercilia Mais, de Praia Grande (SP), afirmou, por meio do Disque-Câmara, que o projeto contraria seus princípios religiosos. “Sou a favor de uma educação sexual nas escolas e contrária à liberdade sexual”, disse.

Apesar de o Senado ter modificado o texto para tornar genérica a referência às formas de discriminação, Vanhoni se posicionou favorável ao texto da Câmara nesse ponto.
(Fonte: http://www2.camara.leg.br/camaranoticias/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/464870-RELATOR-DO-PLANO-NACIONAL-DE-EDUCACAO-PARTICIPA-DE-VIDEOCHAT-HOJE.html)

O deputado não desmente essa informação. Quando, ao final da sessão de vídeo conferência, a conversa voltou para o tema da ideologia de gênero, Angelo Vanhoni teve o cinismo de desviar o entendimento do termo – insistentemente apontado pelos participantes do chat – para a falaciosa pesquisa do IPEA que faz um “samba do criolo doido” com a relação entre pudor, modéstia e violência sexual (estupro). Para o deputado, “promoção da igualdade de gênero” é simplesmente uma forma de defender os direitos da mulher nessa sociedade machista em que vivemos.

As mulheres que participaram do chat discordam:

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O PNE e a questão de gênero discutidos na Liga dos Blogueiros Católicos

Abaixo o trecho do último programa da Liga, que foi ao ar no dia 22/03, no qual discutimos a ameaça presente na nova proposta do PNE – Plano Nacional de Educação, que visa inserir a doutrinação gay no programa escolar.

Além de explicar o que é a ideologia de gênero (e o porquê de ser algo nocivo), demos várias dicas de como nos manifestarmos contra esse ataque à autoridade moral dos pais sobre seus filhos. O assunto foi desenvolvido desde os 32:20 minutos até os 58:12 minutos do vídeo:

LINKS CITADOS NO PROGRAMA:

Envie sua Assinatura aos Deputados CONTRA A IDEOLOGIA DE GÊNERO:

http://www.citizengo.org/pt-pt/5312-ideologia-genero-na-educacao-nao-obrigado

Comunicado da Arquidiocese do Rio de Janeiro contra a Ideologia de Gênero:

http://arqrio.org/formacao/detalhes/381/educacao-ou-ideologias

Site para opinar sobre projetos políticos (pesquisar os termos “homossexualidade” e “gay”):

http://www.votenaweb.com.br


Veja também:

Já que ser gay “tá na moda”

Ex-prostitutas atacam ONU e Anistia Internacional por tentarem legalizar a prostituição

(Tradução de Ex-prostituted women blast UN and Amnesty Interntional for trying to legaliza prostitution por Lisa Correnti, publicado no portal Life Site News)

Sex 21 de Março, 2014 12:42 EST

NOVA YORK, 21 de Março, 2014 (C-FAM.org) – Mulheres resgatadas da prostituição estão criticando agências da ONU e Anistia Internacional por tentarem legalizar a prostituição insistindo que a legalização conduziria a mais garotas sendo traficadas e na transformação de cafetões em legítimos empresários.

“Quando [o pessoal da ONU] trabalhar num bordel então eu darei ouvidos aos seus argumentos,” disse uma ex-prostituta se referindo à recém-criada agência chamada UN Women (ONU Mulheres).

(Fonte: LifeSiteNews)

(Fonte: LifeSiteNews)

“Que diabos eles [Anistia Internacional] estão pensando,” disse Rachel Moran, uma ex-prostituta da Irlanda. Autora de Paid For: My Journey Through Prostitution (Paga Para: Minha Jornada Através da Prostituição, em tradução livre), Moran faz referência a um documento vazado advogando pela legalização do “trabalho sexual” [NdT: aqui no Brasil, a expressão mais comum é "profissão (e profissional) do sexo"]. O relatório, pronunciado por um palestrante, foi escrito em parte por um ex-cafetão agora componente da equipe da Anistia Internacional, e foi criticado por criar um “direito dos homens de comprar sexo”.

As sobreviventes do tráfico sexual e prostituição falaram para uma numerosa platéia na conferência anual da ONU sobre as mulheres. O painél sobre “Prostituição ou Trabalho Sexual”, organizada pela Coalizão Contra o Tráfico de Mulheres (sigla CATW em inglês), foi realizado com diplomatas negociando sobre descrever prostituição como “trabalho sexual”.

O termo “trabalho sexual” foi cunhado por cafetões baseados nos Estados Unidos para normalizar a prostituição. Enquanto muitos usam o termo para evitar ofender as prostitutas, a ampla utilização da expressão somente beneficia cafetões e alcoviteiros, disse a palestrante. Prostituição não é trabalho, elas argumentam – é estupro pago, e usar o termo atrapalha os esforços para acabar com ela.

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Por uma PM ainda MAIS militar!

Uma das modinhas atuais entre os esquerdistas é pregar a desmilitarização da polícia militar. Entendem (ou fingem) eles que a população, sobretudo a que mora nas comunidades carentes – dominadas por traficantes e bandidos armados de toda a sorte -, além dos manifestantes mascarados, se beneficiariam de uma força policial menos forte, menos “truculenta”.

blackbloc-versus-pmDiscutindo pelo facebook, recebi como argumento em defesa desse disparate a afirmativa de que alguns PMs seriam favoráveis à tal “reforma”, já que suas condições de trabalho (ambos salários e expectativas de crescimento na corporação baixos) não compensariam os riscos à própria segurança(!).
Além disso, me foi alegado que, apesar de não podermos controlar os bandidos (afim de que sejam menos violentos), ao menos está ao nosso alcance restrigir a agressividade dos policiais(!), pelo bem da população civil – o que, fatalmente, incluiria os meliantes.

A primeira coisa que me ocorre é questionar a esses supostos PMs “desmilitaristas” se eles prefeririam tornar-se civis para correrem menos risco de morte no exercício da profissão e adquirir direito civil de greve OU manter o caráter militar diante de melhor rendimentos e plano de carreira. Sim, porque fazer greve (a despeito do que os garis cariocas entusiasticamente digam hoje) nem sempre resulta em aumento de salário e muito menos no estabelecimento de plano de cargos (que o diga os professores municipais cariocas).

Enxergo um esforço malicioso por roubar à força policial militar a virilidade, honra e mérito que lhe são próprias. Não é à toa que os porta-vozes dessa sandice são os defensores de delinquentes que atendem pelo coletivo “pessoal dos Direitos Humanos” (ou “Direito dos Manos”) e a turma que se traveste de (ou endossa os) Black Blocs; em um número incomodamente elevado de vezes trata-se das mesmas pessoas.

O rapaz quem me interpelou questionou Continue lendo

Múltiplas facetas de escravidão

A Campanha da Fraternidade 2014 da CNBB aborda o tema “Fraternidade e Tráfico Humano”.

cf2014-AUm dos graves problemas para o qual o texto-base da campanha aponta é a exploração sexual. Muito se fala a respeito do assunto, inclusive sobre a regulamentação da “profissão” de prostituição.

O blogueiro Leonardo Sakamoto divulgou um texto no dia 05 que teria sido escrito em conjunto do frei Xavier Plassat (da Comissão Pastoral da Terra), como sendo para lançamento da campanha. Dentre outras coisas, consta lá: “O Brasil é tido como um dos grandes exportadores de mulheres a serem exploradas sexualmente, particularmente na Europa.“. Aparentemente Sakamoto não se incomoda com a prática da prostituição. Tenho muitos motivos para crer nisso, desde a forma indiferente como trata do assunto em seus artigos, passando pelo seu discurso de esquerda que apóia o homossexuaismo/gayzismo – e sabe-se que é comum homens/garotos travestirem-se para venderem seus corpos – enfim de “todo” o preconceito, exceto aquele contra o conservadorismo.
A impressão que os defensores da legalização/regulamentação da prostituição me passam é que lhes importa alcançar um arranjo onde todos saiam ganhando, tanto o “trabalhador” como o governo. Sendo assim, Continue lendo